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Ovnis

    1972
    Atualizado em 25/02/2025 04:40:03
•  Fontes (1)
  
  
Fontes (1)


Jorge Facury contou experiência em encontro ufológico em Sorocaba (SP).Moradores relatam casos de aparições de óvnis na região.Enquanto a existência de seres extraterrestres é discutida entre vários grupos da população - de leigos a especialistas sobre o assunto - uma minoria afirma com veemência que eles não só existem, como alguns já vivem entre nós. É o caso do ufólogo Jorge Facury, morador de Sorocaba (SP). Durante anos, ele afirma ter se correspondido por cartas com um grupo de ETs que vive no Brasil."Mantive contato de uma forma diferente do que as pessoas imaginam. Não houve abdução, nunca encontrei um extraterrestre, mas conversei por cartas durante muito tempo", conta Facury. Porém, para chegar a esse ponto, a "relação" com a ufologia começou cedo. Na infância, ele e o irmão, Michel, passavam horas olhando para o céu à procura de objetos. "Parecia que ele sentia saudade de alguma coisa", afirma Michel.Mas foi na década de 80, já morando em Sorocaba, que o então adolescente teve seu primeiro contato com o mundo dos Ufos. Na época com 18 anos, Jorge estudava na escola Antônio Padilha, no Centro. Quando ia da quadra para o prédio da escola, sozinho, viu uma cena que chamou a atenção. "A linha do horizonte estava vermelha, parecia em brasa. Achei que era um incêndio e subi numa mureta para ver melhor. Foi quando percebi que, na verdade, era uma forma luminosa. Em um milésimo de segundo, ela se projetou do horizonte até o ponto imediatamente acima de mim. Parecia uma bola de fogo", relata.Logo em seguida, ele afirma que, tão rápido quanto chegou, o objeto foi embora. A cena ficou na cabeça do homem e nunca mais saiu. "Me lembro perfeitamente. Era 27 de outubro de 1983. Fiquei abalado emocionalmente", diz Facury. Depois, o interesse pela ufologia só cresceu, e ele e o irmão passaram a "caçar" óvnis em várias cidades.Depois de várias aparições, Jorge decidiu dar um passo à frente. "Escrevi uma carta para uma revista pedindo que, se houvesse algum extraterreste lendo, me respondesse a carta. Recebi várias cartas tirando sarro, me chamando de louco, mas também recebi a resposta que eu queria. Era uma extraterreste que dizia morar em uma "base" em São Lourenço, em Minas Gerais. A partir daí, passei a me comunicar com ela e descobri que ela era uma criança, princesa do povo dela", conta o ufólogo.Mais tarde, Facury diz que acabou se correspondendo também com outros extraterrestes do mesmo grupo. Ainda segundo ele, as cartas vinham de um endereço na cidade mineira cuja moradora os ETs diziam controlar por hipnose. Curioso, o ufólogo foi até o local e descobriu que a dona da casa, uma idosa, tinha realmente o nome que os ETs citaram, mas disse não saber nada a respeito de cartas enviadas a ele. O contato foi interrompido depois que a suposta princesa voltou ao local de origem, um planeta com seis luas e céu cor de vinho.Atualmente, os irmãos Facury são reconhecidos na área por vários grupos de estudos ufológicos. Jorge, inclusive, tem um livro publicado sobre o assunto. Na semana passada, os dois deram uma palestra no 1° Encontro Ufológico de Sorocaba e relataram os acontecimentos que os tornaram especialistas no assunto. "Nunca tivemos a intenção de ser ufólogos. As pessoas que nos intitularam assim", diz Michel.Fenômenos na regiãoNo Encontro Ufológico, o G1 conversou com outros especialistas da região para relembrar alguns casos de repercussão. O caso do bairro Mirante dos Óvnis, em Votorantim (SP), foi um deles. "O nome já veio devido aos avistamentos ali. Inclusive, esse é um dos poucos lugares no Brasil que recebeu um nome relacionado a ufos. Na década de 60, houve o suposto pouso de uma nave em um campo de futebol ali, e muitas pessoas avistaram", conta o presidente do Grupo de Estudos e Pesquisas Ufológicas de Sorocaba (Gepus), Marco Aurélio Leal, que deu uma palestra sobre o caso Varginha.Ainda na região, entre Araçoiaba da Serra e Iperó, existe o Morro de Ipanema, também famoso por supostas aparições de óvnis. Segundo Marco Aurélio, o local já foi inclusive palco de investigações militares. "Em 1972, a Aeronáutica ficou sabendo dos avistamentos e foi investigar. Até a Nasa já veio para cá, porque ali as tempestades com raios são terríveis. O morro tem uma concentração muito grande de magnetita, uma espécie de ímã com poder eletromagnético", afirma.Em Sorocaba, o ufólogo Marcos Gurgel relata mais duas histórias. "Teve o ufo do Jardim América, nos anos 90. Várias famílias relataram ter visto uma bola de luz alaranjada, do tamanho de um carro, flutuando no nível da rua. Nós acreditamos que seja uma sonda ou uma nave pequena, para apenas um tripulante", diz Marcos.Além do suposto pouso no Morro dos Óvnis, Votorantim teve outro caso lembrado por Marcos. "Um homem que era vereador na época disse estar no carro e ter visto uma nave em formato triangular relativamente baixa, abaixo da rota de aviões. Ele observou o objeto por um tempo e deu um sinal de luz. Nesse momento, a nave se deslocou e foi pairar bem acima do carro dele", conta o ufólogo. [1]

Sou Funcionário Público, amante da natureza; meus pais eram funcionários do extinto CENEA (CENTRO NACIONAL DE ENGENHARIA AGRÍCOLA). Os anos em que percorri intensamente aquelas matas e Sítios Históricos foram de 1989 a 1995, ficando até 6 dias no sertão. FLONA IPANEMA é considerada, o "Berço da Siderurgia Nacional", com área total de proximadamente 5.069,73 hectares; sua floresta apresenta uma Bio-diversidade fantástica, com resultados que comprovam a condição ecotonal da FLONA Ipanema, localizada em região de Tensão Ecológica, com Matriz de floresta Semidecidual ( no domínio da Mata Atlântica), e exemplares de florestas Ombrófilas Densa e Mista, e de Cerrado. Aqui todos podem apreciar os Sítios Históricos e a Biodiversidade local como: Plantas medicinais, flores, frutos, animais e Expedições.RONALDO CESAR22 de outubro de 2011 13:55Olá, toda nossa região de Sorocaba tem ouro e outras preciosidades, no alto do morro existem outras lagoas(artificiais)represadas para enviar água para a vila de São João de Ipanema, a maior lagoa é a chamada pelos antigos de Pinheirinho, (tem fotos no blog), hoje a conhecemos como lagoa do "cobra", em homenagem à um dos administradores de Ipanema na década de 80 [Anivaldo Pedro Cobra], qual possuía estaleiro para jangada e pesca no local. Quanto a lagoa azul, não existe, é mito; contudo há a famosa lagoa dourada, conhecida em literaturas internacionais como "grande eldorado", existe documentos e mapas apontando para descoberta de ouro na lagoa dourada, dos quais possuo cópias, obs: a lagoa dourada hoje encontra-se seca; há outra versão para a lagoa dourada: "quando os militares do então Ministério da Guerra vieram para Ipanema, os moradores com medo de serem roubados e saqueados por eles, jogavam tudo que tinham de valor (jóias, pratarias, etc..) no fundo da dita lagoa, mas não tem documentos que comprovem; a História é feita de provas documentais, como as que eu tenho do ouro, é um livro raro de mineração de 1937 do Ministério da Agricultura, com mapas e a indicação exata da profundidade e quanto de tirou de ouro. Abraços (Ronaldo César, 30.01.2011)



\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\24552icones.txt



 Fontes (1)

 1° fonte/2015   

Ufólogo diz ter mantido contato por cartas com ETs que vivem na Terra
Data: 2015

Ainda na região, entre Araçoiaba da Serra e Iperó, existe o Morro de Ipanema, também famoso por supostas aparições de óvnis. Segundo Marco Aurélio, o local já foi inclusive palco de investigações militares. "Em 1972, a Aeronáutica ficou sabendo dos avistamentos e foi investigar. Até a Nasa já veio para cá, porque ali as tempestades com raios são terríveis. O morro tem uma concentração muito grande de magnetita, uma espécie de ímã com poder eletromagnético", afirma.




[24551] Ufólogo diz ter mantido contato por cartas com ETs que vivem na Terra
28/06/2015


EMERSON


01/01/1972
ANO:91
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]