Soldados invadem a redação do Estado sob a falsa acusação de uma conspiração armada. Armas são colocadas no forro do prédio pela própria polícia para forjar provas. O jornal é acusado de armazenar metralhadoras para derrubar o governo. Francisco Mesquita é preso e levado para o Rio de Janeiro onde fica por 40 dias. Nada provado contra ele, é solto. Entretanto, ficou impedido de reassumir suas funções no jornal, que passou a ser gerido pela ditadura.Getúlio Vargas percebeu que melhor que fechar o jornal, era confiscá-lo e colocá-lo a serviço de sua propaganda. O nome indicado pelo regime para comandar o jornal durante a intervenção foi do jornalista Abner Mourão. [4118]