O barroco nas esculturas do Museu de Arte Sacra de SantosGabriel Karaoglan Teixeira Coelho; Syntia AlvesContato: gabrielktc@gmail.comPalavras-chave: Arte Sacra; Arqueologia da Imagem; Barroco.O Museu de Arte Sacra de Santos faz parte da fundação da cidade, aprincípio como um edifício da ordem religiosa dos beneditinos, mas tambémcompondo a área urbana de uma das regiões portuárias mais antigas do país.Assim, acompanhar a ocupação do edifício, que atualmente guarda umimportante acervo religioso e artístico, é entender a composição de parte dahistória do país. Além de um importante sítio arqueológico, a documentação e oacervo presentes no Museu de Arte Sacra merecem ser estudados para oentendimento urbano, artístico e religioso. Assim, o presente projeto propõepesquisa bibliográfica e de campo que visa observar os estilos das esculturaspresentes no Museu de Arte Sacra de Santos a fim de entender como épossível reconstituir parte da história da cidade por meio da arte e da religião.O mosteiro de São Bento da cidade de Santos (SP) é atualmente umimportante ponto turístico como o Museu de Arte Sacra de Santos. Em suaorigem, o edifício fundado em 1529, foi ocupado por padres da ordembeneditina como o convento italiano Monte Cassino. Os monges Beneditinoschegaram à Península Ibérica por volta do século XI. Nesse período Portugalainda não era um reino independente e os mosteiros tinham com funçãodinamizar a sociedade. No século XVII a principal saída para outroscontinentes era a cidade de Santos. Este parece ser o motivo principal paraque Beneditinos construíssem uma moradia para monges que também serviriapara hospedar aqueles sacerdotes que apenas estavam na cidade depassagem. Assim nasce o mosteiro de São Bento que teve sua construçãoiniciada em 1650 tendo sido erguido em terreno que pertencia aos herdeiros domestre em metalurgia Bartolomeu Fernandes Mourão que aqui havia aportadoem 1530 junto com Martin Afonso de Souza. Além de servir de residência a (Página 12)
Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária colonial brasileira Séculos XVI - XVII Data: 01/01/2013 Créditos/Fonte: SCHUNK, Rafael Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária colonial brasileira Séculos XVI - XVII. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2013. (Coleção PROPG Digital - UNESP). ISBN 9788579834301 página 181 ID: 5979
1987
Hitler: propaganda da W/Brasil para a Folha de S. Paulo (1987)
Atualizado em 02/04/2025 00:10:21
É possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade. Como a "História" de
um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística.