Nos primeiros anos do século 17, o governador já tinha voltado para a Corte e os Sardinha haviam partido para outras empreitadas. Com a ausência dos empreendedores, os moradores começaram a procurar outros locais para se estabelecerem.
Parte dos metalúrgicos voltou para São Paulo. Outra parcela continuou mantendo a fábrica, que produziu até 1615. Um terceiro grupo mudou-se para "uma região melhor, às margens do Rio Sorocaba, conhecida então como Itavuvu, cerca de 12 quilômetros a leste do Araçoiaba", conta Salazar em seu livro O "Esconderijo do Sol", uma das principais referências literárias sobre o assunto.
O povoado do Itavuvu foi reconhecido em 1611 como vila. Ali também a coroa portuguesa autorizou a instalação de um pelourinho e batizou a localidade como Vila São Felipe.
As ruínas dos fornos dos Sardinha foram descobertas em 1977. Já os vestígios da vila operária de Monte Serrat não foram encontrados.
EMERSON
ANO:59
1 de janeiro de 2026, sexta-feira
.
*“Ruínas Paulistas”. Renata Sunega, Marcos Tognon e Marcelo Gaudio Augusto
1 de janeiro de 2026, sexta-feira
.
.
Jornalista Salazar foi sepultado ontem. jornalcruzeiro.com.br
1 de janeiro de 2026, sexta-feira
.
Falece o jornalista e historiador José Monteiro Salazar
1 de janeiro de 2026, sexta-feira
(4)
Ruínas podem alterar a história de Sorocaba. Giuliano Bonamim (Jornal Cruzeiro do Sul)
14 de junho de 2026, domingo
A Pirâmide inca do morro do Araçoiaba - manoaexpedicoes