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Organizando a História

Séculos



Maria Vicentina de Paula do Amaral Dick
*“Tietê ontem e hoje: preservação ou mudança toponímica e a legislação do ato de nomear. Uma proposta de Lei”. Tese apresentada por Ideli Raimundo di Tizzio à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Doutor em Semiótica e Lingüística Geral. Orientadora: Profa. Dra. Maria Vicentina de Paula do Amaral Dick
2008, terça-feira ver ano



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 Mencionados (10)

\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\27037curiosidade.txt

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MENCOIONADOS
1º registro
1693, quinta-feira

O mais antigo registro conhecido do local é de 1693 e refere-se a uma fazenda de António Cardoso Pimentel que originou o povoado
2º registro
1718, sábado

Porto
Em 1718, devido à descoberta de ouro em Mato Grosso e Goiás, as monções partiam da freguesia de Nossa Senhora Mãe dos Homens de Araritaguaba (atual Porto Feliz).
3º registro
1748, segunda-feira

Mapa de Jean Baptiste Bourguignon d´Anville (1697–1782)
Em 1748, o nome Tietê foi pela primeira vez registrado cartograficamente no mapa D´Anville, com referência apenas ao trecho situado entre a nascente do rio e o salto de Itu. Predominou, desde esta época, para a região, a denominação de “Tietê”, “grande rio”, com relação aos demais rios da localidade.
4º registro
1751, sexta-feira

Como já dissemos, o número de cachoeiras era muito variável. O Conde de Azambuja, em 1751, diz que o Tietê “é o mais cheio de cachoeiras e das peores”, com o fundo do rio “quase todo de pedra, algumas pra fora onde roçam as canoas (itaupaba)”
Precisar o acidente, assim como a sua localização, era fundamental para a sua segura transposição. No relato feito pelo Conde Azambuja, em 1751, há uma descrição do Tietê, os tipos de acidentes mais comuns neste rio e como eram conhecidos:

É este primeiro rio a que chamam Tietê o mais cheio de cachoeiras e das piores, é o fundo deste rio quase todo de pedra, sentada por igual, mas com pouco fundo; em algumas partes roçam neles as canoas lhe dão o nome de itaupaba; quando, porém, o fun (...)
5º registro
1769, domingo

Teotônio José Juzarte, que escreveu seu diário de navegação
Nos relatos de monçoeiros, verificamos que a maior preocupação era em relação à indicação de perigos e sua localização. A expedição comandada por Juzarte era composta de 36 embarcações e mais de 700 homens, mulheres, jovens e crianças e animais para o povoamento de Iguatemi.

O elevado número de integrantes deve-se ao fato de muitos morrerem antes de chegar ao destino, em decorrência de enfermidades, ataques de índios ou de espanhóis. Nenhum destes problemas, contudo, detém tanto a ate (...)
6º registro
3 de out. de 1774, segunda-feira

José Custódio de Sá e Faria parte da ponte Pinheiros
7º registro
1794, quarta-feira

Demonstração Geographica do curso do rio Tietê desde a cidade de São Paulo, até a confluencia que forma com o rio Ygatemy, e a direção deste até as suas origens
8º registro
1875, sexta-feira

Carta da Parte Conhecida da Província de S. Paulo; Robert Hirnschrot
9º registro
1930, quarta-feira

Plínio Ayrosa (1930: 267), em um parecer para o Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo
10º registro
1923, segunda-feira

Pedro Taques e seu tempo


Demonstação topográfica do curso do rio Tietê desde a cidade de São Paulo até a confluência que forma com o rio Paraná e desta até a barra do rio Iguatemi
1794
09/04/2026 01:29:31
  



LUCIA01/01/2008
ANO:85
  


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