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A ideia de Cidade: A fundação da vila de Sorocaba e seus primeiros desmembramentos no século XVIII, Itapeva, Itapetininga e Apiaí

    fevereiro de 2018, quinta-feira
    Atualizado em 24/10/2025 04:32:08
  
  
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Porém cumpriu a rigor, somente com alguns dos costumes coloniais quetranspassariam os séculos, a dedicação da capela a um orago, com construção domosteiro para uma Ordem Religiosa e a eleição da câmara de vereadores.Três anos depois, no dia 23 de fevereiro de 1664, a já conhecida carta dedoação do Patrimônio religioso à ordem Beneditina é publicada:Saibam quantos este público instrumento de escritura de doação virem queno ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil seiscentos esessenta e quatro aos vinte e três dias do mês de fevereiro do dito eram nestavila de São Paulo capitania de São Vicente partes do Brasil e neste mosteirodo Patriarca São Bento desta vila de São Paulo onde esse público tabeliãoadiante nomeado foi sendo chamado e sendo ali logo apareceram partes asaber de uma parte o Capitão Baltazar Fernandes e da outra o Padre FreiAnselmo da Anunciação procurador do mosteiro de São Bento da vila deSantana da vila de Parnaíba, e em nome de todos os mais religiosos do ditoconvento e pelo dito Capitão Baltazar Fernandes me foi dito a mim tabeliãoperante as testemunhas que presentes se achavam adiante nomeadas eassinadas que ele ora em virtude deste público instrumento dava e doavadeste dia para todo o sempre aos nomeados Padres do Patriarca São Bentodo mosteiro de Parnaíba a igreja de Nossa Senhora da Ponte com toda a suafábrica sita na paragem chamada Sorocaba com obrigação dele dito CapitãoBaltazar Fernandes lhe fabricar um dormitório com quatro celas suadespensa cozinha e refeitório e assim mais lhe dava e doava toda a suaterça28 que diretamente lhe couber por sua morte assim de bens móveis comode raiz peças do gentio da terra como de Guiné e outrossim disse ele ditoCapitão Baltazar Fernandes que para fabricar a dita igreja dava logo em suavida como de fato logo deu doze serviços de peças do gentio da terra e assimlhe dava logo um moço também do gentio da terra para serviço da sacristia eassim mais uma moça cozinheira para serviço dos ditos Padres e outrossimlhe dava doze vacas e um touro, mais um moinho uma vinha a qual vinha emoinho sucede e logra ele obrigante digo moinho e vinha sucederá e lograráele obrigante em sua vida e depois de falecido tomarão posse da dita vinha emoinho os ditos religiosos e assim mais lhe dava logo como de fato deu aosditos Padres para fazerem suas lavouras uma légua de terras que começaráde uma roça que é plantada de mandioca para sustento dos ditos Padres atésair aos campos onde está Bráz Esteves e de largura desde o rio deSorocaba até onde está dom Diogo do Rego Mendonça genro do ditoobrigante as quais coisas atrás nomeadas disse dava e doava ele ditoobrigante em sua vida aos ditos religiosos desde hoje para todo o sempre epor sua morte lhe dava toda sua terça como dito e com a obrigação de queos ditos Reverendos Padres do mosteiro de São Bento de Parnaíba lhe dirãodoze missas cada ano na dita igreja e uma mais no dia da festividade deNossa Senhora da Ponte as quais sobreditas missas serão obrigados os ditosReverendos Padres a lhe dizer deste dia para todo o sempre com adeclaração que as sobreditas coisas que ele em sua vida dava e doava comotudo o que lhe pertencia de sua terça serão anexos sempre à dita igreja edela não poderão tirar nem alheiar coisa alguma e outrossim declarou ele ditoCapitão Baltazar Fernandes que as ditas missas seriam ditas por eles e porseus herdeiros ascendentes e descendentes e os que após dele vierem asquais sobreditas coisas prometeu ele obrigante cumprir tão inteiramentecomo nestas se contém prometendo não ser nunca por si nem por seus herdeiros contra o teor desta escritura mas antes em tudo e por tudo dar efazer dar inteiro cumprimento dando-se por opoente a toda dúvida e embargoque a elas seja posto sob obrigação de sua pessoa e bens móveis e de raízque a esta obrigam e da mesma maneira se obrigavam por si e por seussucessores dar inteiro cumprimento à obrigação nesta declarada e aceito simdisseram e uns e outros e se nesta escritura faltassem algumas cláusulas ousolenidades em direito requeridas ou alegadas haviam aqui por postas edeclaradas como se de cada uma delas fizera declarada e distinta menção oque em ser testemunho da verdade assim o obrigaram mandaram ser feitaesta nesta nota donde mandaram dar os instados29 necessários quecumprissem sendo presentes por testemunhas Antônio Leite Ferreira, IsidórioPinto e João Ribeiro pessoas de mim tabelião reconhecidas que assinaramcomo o dito obrigante e como o Reverendo Padre Frei Anselmo procuradordo dito mosteiro eu André de Barros Miranda Tabelião do Público Judicial eNotas desta vila de São Paulo e seu termo o escrevi com declaração de quefoi feita esta escritura na era de mil seiscentos e sessenta e quatro anos //Baltazar Fernandes // Procurador Frei Anselmo da Anunciação // AntônioLeite Ferreira // João Ribeiro da Silva // Isidório Pinto (fim do documento)// euPedro Matia Sigar Tabelião do Público Judicial e Notas nesta cidade de SãoPaulo este instrumento do Livro de Notas a que me reporto em que oescreveu o dito tabelião André de Barros de Miranda a que tresladei e assineiem público e raso30 nesta sobredita cidade de São Paulo em os quatorze diasdo mês de fevereiro de mil setecentos e trinta e declaro que o dito livro épertencente ao Cartório do Tabelião Elzeário Dias de Matos que ao presenteserve. Em testamento da verdade: Pedro Matias Sigar. (Disponível em:Arquivo Histórico de Santana do Parnaíba – Casa do Anhanguera).O documento acima citado na íntegra tem poder jurídico, pois é registrado comoescritura de doação da igreja de Nossa Senhora da Ponte com toda a sua Fábrica(sendo que nesta data, 1664, a vila já havia sido fundada, no ano de 1661) à ordemBeneditina. O escrivão que o redigiu foi André de Barros Miranda e pertencia ao“Público Judicial e Notas da vila de São Paulo”. No dia 23 de fevereiro de 1664,estavam reunidos no mosteiro de São Bento, da vila de São Paulo, o padre FreiAnselmo da anunciação, procurador do mosteiro de São Bento da vila de Santana doParnaíba – representando a parte cessionária com os padres que tomariam posse danova igreja de Sorocaba – e o Capitão Baltazar Fernandes – representando a partecedente das novas terras desmembradas de Santana do Parnaíba e provedor donecessário à instalação do mosteiro na nova vila. Algumas testemunhaspresenciavam tal ritual e assinaram ao final do documento, são elas: Antônio LeiteFerreira, João Ribeiro da Silva e Isidório Pinto. Fica claro que a partir destedocumento, o Capitão Baltazar dava e doava deste dia para todo o sempre, aosPadres do mosteiro de São Bento de Santana do Parnaíba – representados por FreiAnselmo da Anunciação – a igreja de Nossa Senhora da Ponte, que já tinha tímidacapela edificada, situada em Sorocaba, com toda a sua fábrica. [Páginas 79 e 80]



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EMERSON


01/02/2018
ANO:225
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]