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autor:22/10/2023 13:59:16
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    20 de maio de 2023, sábado
    Atualizado em 24/10/2025 04:08:28
  
  
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PROJETO COMPARTILHARCoordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueirawww.projetocompartilhar.org SL. 4º, 542, Cap. 4, Maria de Lara casou em 1631 em S. Paulo com Lourenço Castanho Taques, natural de S. Paulo, f.º de Pedro Taques e de Anna Proença. SL. 4º, 231, Cap. 3, Lourenço Castanho Taques casou em 1631 em S. Paulo com Maria de Lara, f.ª de dom Diogo de Lara e de Magdalena Fernandes de Moraes, Tit. Laras. teve 1.1 a 1.10. Subsídios à Genealogia Paulistana (Bartyra Sette) Inventário de Maria de Lara (SAESP neste volume), Pedro Dias Leite (SAESP vol. 16º) Dentre os 10 filhos de Lourenço Castanho Taques, temos pelo seu inventário a época aproximada do nascimentos de:- Tomé de Lara, 1643- Antonio Pompeu de Almeida, 1648- José de Lara, 1655 LOURENÇO CASTANHO TAQUES, capitão (o velho)Inventário e Testamento SAESP vol. 18, fls. 67 a 151

Testamento: 1670

Inventário: 16 de março de 1671

Local: vila de São Paulo, nas casas de morada de Lourenço Castanho Taques o moço.Juiz dos Órfãos: Diogo FerreiraEscrivão dos Órfãos: João Viegas XortesAvaliadores: Domingos Machado e Diogo de Cubas e MendonçaDeclarante: Lourenço Castanho Taques o moço, filho do defunto. TESTAMENTO Em nome da Santíssima (...) Aos 20 de julho de 1670 eu Lourenço Castanho Taques ordenei este meu testamento da minha própria letra e sinal na forma seguinte.

Encomenda a alma.Peço e rogo a minha mulher Maria de Lara e a meu filho Lourenço Castanho queiram ser meus testamenteiros.Morrendo nesta vila meu corpo seja sepultado no convento de Nossa Senhora do Carmo na cova de meu pai, e morrendo fora desta vila será meu corpo enterrado no dito convento do Carmo e não havendo convento na Igreja matriz.Pedido de missas.Declaro que sou casado com Maria de Lara á face da igreja naturais desta vila de São Paulo, de que temos dez filhos entre machos e fêmeas os seguintes Lourenço Castanho // Padre Francisco de Almeida // Pedro Taques // Thomé de Lara // Diogo de Lara // Antonio Castanho // José // Anna de Proença // Branca de Almeida // Maria de Lara, herdeiros forçados.Declaro que casei três filhas Anna de Proença com Pedro Dias Leite já defunto e ora está casada com Manuel de Brito Nogueira // e Branca de Almeida com João Pires Rodrigues // e Maria de Lara com João de Toledo e a nenhum deles fiz escritura nem rol do que lhes havia de dar de dote e parti com os ditos o que pude e tinha.Peço a meus herdeiros e confio neles que por muito que suas irmãs levassem as não chamarão a colação pela limitação em que hoje estão.Deixo o remanescente da terçã a meus herdeiros.Declaro que tenho um livro rubricado pelos oficiais da Câmara de ver e ha de haver em que estão as pessoas que me são a dever de dinheiro de empréstimo e algum dado a ganhos.Assim mais tenho dois livros de avenças e dízimos que muitos moradores desta vila e das mais circunvizinhas me estão a dever suas avenças deles por em cheio e outros restos e outros me devem os dízimos que tomaram os quais estão todos extendidos por adições seus nomes com clareza dos gêneros que tomaram assim milho como feijão, algodão, trigo, ao que se dará inteiro credito por ser tudo na verdade.(...) hoje vinte do mês de julho de mil e seiscentos e setenta anos com as testemunhas abaixo assinadas as quais pedi assinassem. Lourenço Castanho Taques - André Rodrigues Saraiva - Sebastião de Proença - Hilario Domingues - João Viegas Xorte - João Dias Diniz - Diego de Cubas y Mendoça - Antonio Ribeiro Bayão.

Aprovação: 5 de março de 1671 e pelo Capitão Lourenço Castanho Taques o velho foi entregue para aprovação.

Cumpra-se 5 de março de 1671 - Albernás

Cumpra-se 5 de março de 1671 - Francisco Cordeiro de Lemos

Codicilo de ultima vontadeEm nome da Santíssima (...).Saibam quantos este codicilo virem como eu Lourenço Castanho Taques, (...).Peço a meu filho Lourenço Castanho Taques seja meu testamenteiro.Meu corpo será sepultado aonde o dito meu testamenteiro ordenar visto a sepultura que tenho no convento de Nossa Senhora do Carmo estar fresca com o corpo de sua mãe que Deus tem.Declaro que por morte de minha mulher Maria de Lara fiz partilhas com meus filhos da parte que lhes coube por digo, da dita sua mãe como consta das adições do meu livro rubricado, e das quitações que me deram.Declaro que a meus filhos maiores a saber Lourenço Castanho Taques Pedro Taques de Almeida, Diogo de Lara e ao padre Francisco de Almeida lhes dei de mais das suas legitimas para se aproveitar, o que se achar nas suas folhas de partilhas e o que de mais em si tem tornarão a partir com os mais herdeiros.Declaro que emprestei a Gabriel de Lara 64$000 réis os quais entregou ao padre Francisco de Moraes para por sua via os mandar a Lisboa para certo mister, e por não ter efeito me pediu os aceitasse lá os quais aceitei, e o Reverendo Padre Reitor Lourenço Cardoso me tem dado a essa conta 39$000 réis dos quais fica a dever de resto o dito Reverendo Reitor, e o Colégio 25$000 réis.Declaro que deixo a minha filha Branca de Almeida uma moça do gentio da terra por nome Joanna.Mando que os meus herdeiros se hajam como irmãos com toda a paz e união como filhos de benção (...).(...) o qual assinei hoje 4-2-671 anos - Lourenço Castanho Taques - Francisco Nunes de Siqueira.

Aprovação de Codicilo: 5 de fevereiro de 1671

Cumpra-se 5 de março de 1671

Recibos pios a partir de 6 de março de 1671.

fls. 82: recebi de Lourenço Castanho Taques a esmola de seis missas que a senhora Maria de Lara deixou a sua neta Maria Leite e seis novilhas, e como marido da dita Maria Leite passei esta quitação.- Antonio Pedroso de Barros. Citados para as partilhas:- João Piares Rodrigues, respondeu que nada queria das partilhas;-João de Toledo e sua mulher Maria de Lara, e responderam que nada queriam das partilhas, porem que no particular da terça que seus irmãos e cunhados lhe dariam o que lhes pertencesse;e isto foi o que todos me deram em resposta sem embargo (...). Título dos filhos:- Anna de Proença, casada segunda vez com Manuel de Brito Nogueira;- Branca de Almeida, casada com João Pires Rodrigues;- o Reverendo padre Francisco de Almeida;- Lourenço Castanho Taques, casado;- Thomé de Lara, de idade de 27 anos;- Diogo de Lara, casado;- Antonio Pompeu de Almeida, de 22 anos.- José de Lara, de 15 anos;- Maria de Lara, casada com João de Toledo.

Avaliações

Dividas que se deve a esta fazenda, as que constam pelo livro apontado no testamento (entre elas):

- Paula Moreira, mulher que ficou de João Ribeiro de Proença 21$260 réis.
- Antonio de Oliveira, morador em Jundiaí, filho de Maria Cordeiro 4$000 réis.
- Pedro Ramos, morador em Sorocaba, filho de Balthazar Fernandes 1$540 réis.
- Balthazar Fernandes, morador em Sorocaba 12$540 réis.
- dona Euphemia da Costa, dona viúva 10$900 réis.

Dividas que constam no livro de avenças como dele se verá(ente elas)- Francisco Babosa de Santo Amaro, ou seus herdeiros 10$000 réis.- João Martins Bonilha ou seus herdeiros 2$200 réis. Dividas que deve esta fazenda. Procurador aos órfãos: Luiz de Barros Freire. Monte liquido para partir por sete herdeiros 1:170$110 coube a cada um 167$301 réis.

Aos 17 de março de 1671 Lourenço Castanho Taques tutor de seus irmãos órfãos Thomé de Lara, Antonio de Almeida, José de Lara.



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EMERSON


20/05/2023
ANO:542
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]