“Jesus Guerrilheiro”, por Arthur Virmond de Lacerda
Atualizado em 13/02/2025 06:42:31
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Tudo em relação ao Jesus histórico ou "histórico" é duvidoso e incerto. Não há "evidências" de sua existência; as pistas da existência de Jesus em historiadores; os indícios em Flávio Josefo e outros são falsificados; não há provas da existência dele fora dos evangelhos, que não são documentos biográficos, conquanto se lhes possa averiguar vestígios de narrativa concernente a pessoa real. Se existiu e se foi crucificado, provavelmente não foi pregado nos pulsos, coisa que se não fazia; provavelmente não morreu na cruz, como demonstra Kersten, em seus livros, aliás publicados no Brasil (com boas traduções, antigas de já 30 anos). (Note que a tradução indevida de "evidences" como evidências modifica o sentido dos textos traduzidos literalmente do inglês, pois "evidence" não é evidência, mas pista, indício, sinal; evidência em português é adjetivo, não substantivo.) As pistas existentes mostram Jesus como zelota, partidário da violência armada, integrante de bando armado, que foi condenado por crime contra o povo romano. O Jesus amoroso, se existiu, era budista; o Jesus mais plausível era guerrilheiro; com o passar do tempo, apagou-se a figura do guerrilheiro e manteve-se a do budista que,, por sua vez, mui provavelmente é imaginária. Sugiro-vos leitura atenta de: Zelota, de Reza Aslan; Buda Jesus, de Jesus viveu na India, de H. Kersten; El galileo armado, de José Torrents.
1987
Hitler: propaganda da W/Brasil para a Folha de S. Paulo (1987)
Atualizado em 02/04/2025 00:10:21
É possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade. Como a "História" de
um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística.