'10 - -01/01/2011 Wildcard SSL Certificates
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
Registros (156)Cidades (0)Pessoas (0)Temas (0)

autor:30/12/2023 22:45:19
A educação protestante na cidade de Sorocaba entre o fim do Império e o início da República. Por Ivanilson Bezerra da Silva

    2011
    Atualizado em 27/10/2025 03:27:02
  
  
Fontes (0)


Transcrição0:00olá meus amigos salve maria imaculada0:05gente vocês conhecem a história do0:08antônio canivete0:11vocês conhecem a história dele antônio0:15canivete era o inglês ruivo que era um pirata da camarilha do bandido thomascain disse0:25a camarilha do pirata thomas karl0:27índices sempre ficava na costa brasileira pilhando navios, aliás o que mais a inglaterra fez a sua0:36história foi pilhar navios de católicos0:40sejam eles portugueses e espanhóis0:45enfim o que mais eles fizeram e thomas0:49craven disse ficava rondando as0:52cercanias do brasil ficava andando0:58alguns locais do império de portugal e1:02francis drake fez o mesmo1:05lá nos escaninhos da espanha ele ficava1:09esperando a frota de navios espanhóis1:12saírem até ibéria para interceptá los e1:16roubá los afundar matar o espanhol enfim1:20é matar ou inclusive muitos missionários1:24católicos as ordem foi algo terrível é a1:28pirataria feita pelos ingleses foi algo1:32devastador e no meio dessas batalhas do1:38thomas cain disse o antonio canivete que1:42era empregado dele foi capturado e1:46levado como escravo ao então governador1:49do rio martinho correia de sá1:53a família de sá é sempre foi poderosa1:57teve salvador correia de sá2:01quero um nobre militar é estácio de sá2:04que foi um militar português que foi o2:08grande fundador de são sebastião do rio2:10de janeiro2:10quero é que expulsou o tamoio usado na2:14região da água na barra é que venceu os2:18índios várias vezes é os índios que não2:21tinham aliança com os portugueses tinham2:23aliança com os franceses é que ambos2:27eram sobrinhos e mendes a que era2:30administrador no brasil mas eu to2:34canivete uma vez ele fugiu para angola é2:40foi capturado e angola2:44pegaram ele botar um navio e mandar nele2:47novamente para são sebastião do rio de2:49janeiro e entregaram a martim de sá é2:52que sortudo e e de uma expedição certa vez que ele estava junto com 14 portugueses3:05a expedição saiu de são sebastião do rio3:08de janeiro rumo ao oeste é do brasil3:13na expedição de reconhecimento é aquelas3:16grandes expedições que você teve no3:20começo é aí no meio dessa expedição eles3:24encontraram índios tamoios que eram3:27muito bravos é estalou estavam em guerra3:30com os portugueses em um momento muito3:33complicado e aí os vídeos eles jantaram3:38os 14 portugueses e deixar o antonio3:42calle verde vivo é canivete se identificou como francês, ele sabia dos livros e se identificou3:51como francês é desse cão para os índios3:54que ele era francês e daí o o os3:58tamanhos eles tinham aliança com os4:01franceses com de notes os protestantes é4:05contra os portugueses é os portugueses4:07tinham alianças com os tupis inclusive4:10catarina de paraguaçu costurou muitas4:14alianças entre os portugueses e os4:17índios4:19e o cacique indígena ela dos tamoios4:23falou o seguinte para o canivete e falou4:26olha seus amigos franceses os tratavam4:30muito bem nós tínhamos comércio com eles4:33nós tocávamos algumas coisas aí é algo4:38contrabando a gente fazia com eles4:41alguns negócios e tal e os portugueses o4:46caso eles são nossos rivais é e por uma4:50questão de honra nós vamos com tempo ser4:53vivo porque veja bem os franceses4:56beneficiaram pare pará os holandeses5:00também tinha uma aliança com alguns5:02índios também é enfim sei que o cacique5:08tinha uma dívida lá com o francês acabou5:10de ensino canivete conviver5:13o milho deles manteu de leasing é feito dia apareceu um velho índio é bastante triste e disse é o canivete o seguinte olha bons tempos que seus amigos5:29franceses faziam comércio colours hoje não temos uma faca, não temos uma machadinha um temos nenhuma tranquei5:41iria que não temos nada aí canivete para5:46ganhar moral lá com os índios, falou que5:50poderia levar os índios a uma terra que5:54podia mostrando de fartura e que não faltaria nada ele disse lá pro velho6:01velho toda assim contente foi lá contou6:04para um cacique pois contarão para o6:06outro para a gm e os rios todos iludidos6:10com aquele me cinismo todo foram lá e6:14ficaram todos animados achando que6:16canivete os levaria até os navios6:18franceses6:20ele prometeu levar é aos seus amigos né6:25e conterrâneos bem entre aspas porque6:28ele era inglês chelsea6:31e chamar os caciques e outras tribos6:34também amigos dos tamoios e tal é ele6:38confirmou isso para todos os mandantes6:41indígenas é e canivete foi lícito pelos6:47vídeos com um grande profeta né fizeram6:50uma grande festa fizeram uma festa para6:54ele oferecer mulheres a ele tudo é e7:00olhe se o homem vai nos levar7:02é para os franceses e os franceses vamos7:05proteger ua aquela coisa e tal é e7:13conheci um lar também é levar ao eles7:19para os franceses que não são sócios e7:21olha esse homem quer um coitado como7:27escravo várias vezes que não era francês7:30e inglês é um pirata conseguiu engatar7:34no sítio e falando primeiro que era7:37francês depois falam que levaria ele7:40escolhe esse local e chefiadas é por7:43esse e caraíbas ruído era uma barba7:48ruiva é muito grande7:51os índios todo são mais de 40 mil índios7:54foram na cola dele cheia cacique para7:58todo mundo e foram andando pelo interior8:01e pela interiorização brasil é e foi um8:06saiu e sabe aonde lá em santa catarina8:10onde estavam os portugueses8:14todos eles foram capturados e canivete8:20foi pega o mandato de volta lá pra ir8:23pro martim de sá uma história muito8:29engraçada8:29[Risadas]8:32por fim canivete conseguiu escapar mais8:35uma vez dessa vez conseguiu voltar pra8:38ir lá pega ele escreveu suas memórias8:41esta história faz parte do sul8:44memória conclusão nunca confie o pirata8:49inglês também exibe uma ruiva aí é que8:56se apresenta como francês aí ó não é pra9:03confiar nos ingleses não gente não pega9:05confiar olhar de uma forma ou de outra9:10resta então já falava do seu país é de9:13uma forma ou de outra é eles vão dar um9:16jeito pessoal é mais forte do9:22observatório católica se inscreva faça9:25parte dessa família siga me no twitter é9:27o barbeiro católica o instagram o9:29observatório católico deixa seu lic e9:34até breve



\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\29619icones.txt


EMERSON


01/01/2011
ANO:156
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]