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    9 de junho de 2025, segunda-feira
    Atualizado em 24/10/2025 02:55:25
  
  


PROJETO COMPARTILHARCoordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueirawww.projetocompartilhar.org

SL. 4º, 505, 1-5 João Paes Rodrigues, foi 1.º casado com Anna Maria Rodrigues Garcia, 2.ª vez com Messia Ferreira.

Teve da 1.ª mulher os 2 f.ºs:

2-1 Garcia Rodrigues Paes Betim

2-2 João Paes Rodrigues,

Da 2.ª mulher teve João Paes Rodrigues a f.ª única:

2-3 Sebastiana Ribeira, casada em 1700 em S. Paulo com o Capitão Pedro Fernandes de Avellar.

Subsídios à Genealogia Paulistana (Regina Junqueira) Faleceu Ana Maria Rodrigues em 1682, e neste ano sua mãe ainda era viva.

Deixou legado para uma órfã pobre que foi recebido por uma Izabel da Costa, viúva, em nome de sua filha órfã. Esta Izabel era mãe também de João Gonçalves.

Faleceu João Paes Rodrigues em 1693, casado em segundas com Messia Ferreira da Tavora. Teve João, da segunda mulher a filha única:-Ana Ribeiro (citada na GP como Sebastiana), nascida por 1685.

JOÃO PAES RODRIGUES

Inventário e Testamento(anexo o de Anna Maria Rodrigues-1684) SAESP, Inv e Test , vol 23, fls 403 a 444Data: 6 de abril de 1695.

Local: vila de São Paulo, na morada da viúvaJuiz Ordinário e dos órfãos: Paulo da Fonseca BuenoEscrivão: Diogo Gonçalves Moreira.Avaliadores:.Manuel Cardoso de Azevedo e Silvestre Gomes MadureiraDeclarante: a viúva. Assinou por ela seu irmão Francisco de Camargo Pimentel, a seu rogo. Autuação do testamento do defunto João Paes Rodrigues apresentado por seu filho e testamenteiro João Paes Rodrigues.São Paulo, 10-10-1695 anos. Título dos herdeiros do primeiro matrimonio:1- João Pires (sic), de maior2- Garcia Rodrigues, casado. Título dos herdeiros do segundo matrimonio:3- Anna Ribeiro, de 12 anos. TESTAMENTO Em nome da Santíssima (...)Aos seis de novembro de 1693, eu João Paes Rodrigues, faço este meu testamento.Encomenda a alma.Rogo ao Capitão João de Camargo Pimentel, e a meu filho João Paes Rodrigues e ao sargento mor Jose de Camargo Pimentel queiram ser meus testamenteiros.Meu corpo será sepultado na capela de Santa Teresa de quem sou irmão terceiro.Pedido de missas.Declaro que fui casado a primeira vez com Anna Maria Rodrigues de quem tive dois filhos a saber João Paes Rodrigues e Garcia Rodrigues Paes; fui casado segunda vez com Messia Ferreira de quem tenho uma filha por nome Anna Ribeiro os quais filhos assim da primeira como da segunda mulher são meus universais herdeiros.Declaro que tenho em meu serviço um bastardo por nome Sebastião Paes o qual nunca foi obrigado e na mesma conformidade o deixo por forro, e livre sem algum gênero de obrigação, e se casou com uma negra de minha administração por sua livre vontade.Declaro que meus filhos João Paes Rodrigues e Garcia Rodrigues Paes não estão inteirados do que lhe cabe de sua legitima por parte de sua mãe.Declara dividas.Depois de cumpridos meus legados deixo o restante de minha terça a minha filha Anna Ribeiro.Roguei a João Paes de Mendonça que este escrevesse por mim em que me assino feito nesta vila de são Paulo aos seis de novembro de 1693. João Paes Rodrigues - João Paes de Mendonça.Aprovação: 7-11-1693, testemunhas: Antonio Nunes de Siqueira - Fernão de Aguirre - Gaspar Martins - Manuel das Neves - Jose Pardo moradores nesta dita vila. Cumpra-se São Paulo 10 de novembro de 693. CunhaCumpra-se como nele se contem. São Paulo 10 de novembro de 693 anos.- Camargo. Codicilo - Aos 7-11-1693 Codicillo que faz João Paes.Declara mais algumas dividas. Recibos de missas, acompanhamentos (a partir de 10-11-693 anos). Dizemos herdeiros que não há nada para avaliar, segue-se somente o lançamento de gente forra. Procurador da viuva: Francisco de CamargoProcurador da órfã: sargento mor José de Camargo.

ANNA MARIA RODRIGUES

Inventário e Testamento SAESP, Inv e Test , vol 23, fls 425 a 444Data: 2 de fevereiro de 1684.

Local: vila de São Paulo, nas casas do viúvo João Paes RodriguesJuiz Ordinário e dos órfãos: Salvador Cardoso de AlmeidaEscrivão: Diogo Gonçalves.Avaliadores:.Mathias da Costa e Jeronymo PedrosoDeclarante: o viúvo Título dos filhos:- João Paes Rodrigues, de 18 anos- Garcia Rodrigues, de 17 anosTodos pouco mais ou menos. TESTAMENTO Em nome de Deus. Amem.Aos 12-12-1682 faço este meu testamento.Encomenda a alma.Rogo a meu irmão Garcia Rodrigues queira ser meu testamenteiro.Meu corpo Será sepultado na igreja do seráfico São Francisco.Deixo por esmola a mais desamparada órfã que se achar um vestido de chamalote com sua capa do mesmo, já usado;Declaro que sou casada com João Paes Rodrigues e temos dois filhos a saber João e Garcia, os quais são meus legítimos herdeiros.Pagas dividas e legados deixo o remanescente de minha terça a meu filho João que se ordene de clérigo e não tomando este estado clerical repartirão a dita terça com seu irmão Garcia.Também tenho uma rapariga por nome Ventura a qual é filha de uma bastarda de minha mãe esta bastarda Ventura se criou em minha casa como filha minha própria, e como compete a minha mãe, e a mim a criação quando minha mãe a queira tirar peço que dê outra rapariga por ela para serviço de meus filhos querendo quando não parece ao menos que me devem a criação, nesta verba da rapariga não mando nada tudo deixo na disposição das justiças de Sua Alteza.Roguei ao Licenciado Pedro Teixeira de Távora que este por mim assinasse em os dois do mes de dezembro de 1682. Assino a rogo da testadora Anna Maria Rodrigues e como testemunha. Pedro Teixeira de Tavora - Ambrosio da Pena Jauffrei - Pedro Taques de Almeida ´Pedro Jacome Vieira o moço - Joachim Gonçalves Meira - João da Sylva - João Thomaz.Aprovação: aos 12-12-1682.Cumpra-se como nele se contem São Paulo 18-12-1682 Godoy.Cumpra-se como nele se contem São Paulo 18-12-1682. Recibos de missas (a partir de 20-12-1682), acompanhamentos, etc.... fls. 434 - confessou Izabel da Costa dona viuva receber como curadora de sua filha órfã um vestido de chamalote preto usado com sua capilha de seda de João Paes Rodrigues testamenteiro da defunta sua mulher Anna Maria Rodrigues por haver deixado na verba de seu testamento, e por ser verdade assinou por ela seu filho João Gonçalves. fls. 434 Rol do que posso dar a minha filha são os seguintes:Discrimina vestidos, jóias, casas, moveis, dinheiro, etc... eTerras para lavrar a saber cem braças em Juquiri donde moro, e quinhentas braças nas cabeceiras - Garcia Rodrigues Velho. Avaliações, deve-se a esta fazenda, gente da terra. Procurador ad lidem dos órfãos: o capitão Garcia Rodrigues.



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EMERSON


09/06/2025
ANO:853
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]