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7 pistas indicadoras que a ‘Esfera de Buga’ é tecnologia não humana; veja vídeo - acessepolitica.com.br

    27 de maio de 2025, terça-feira
    Atualizado em 23/07/2025 19:43:09
  
  


Em uma recente onda de descobertas inovadoras, agora foi confirmado que as enigmáticas emissões de rádio da Esfera de Buga são reais, um desenvolvimento surpreendente que expande significativamente o escopo de sua possível função e origem.Essas emissões, detectadas usando um scanner de espectro calibrado, fornecem a indicação mais clara de que o objeto é mais do que um artefato passivo. Essa evidência emergente pode indicar que a Esfera de Buga está transmitindo dados ativamente, possivelmente como parte de um sistema de detecção, comunicação ou propulsão.

1. Emissões de rádio da Esfera de Buga detectadas: confirmação técnica

Durante uma investigação de acompanhamento sobre a estranha arquitetura de material da esfera, um dos principais pesquisadores confirmou que as emissões de radiofrequência foram medidas diretamente da Esfera de Buga sob condições controladas. Essas emissões de rádio da esfera foram detectadas usando um analisador de espectro portátil depois que todas as frequências ambientes foram descartadas de dispositivos próximos e ruído de fundo.

“Nós nos certificamos de eliminar todas as fontes de RF locais possíveis antes de confirmar que a própria Esfera de Buga estava emitindo ativamente um sinal.”-Pesquisador principal (transcrição traduzida)

A transmissão não é estática. Parece flutuar, sugerindo modulação ou comportamento de resposta, o que apóia teorias de que o objeto pode conter tecnologia avançada de sensoriamento ou comunicação embutida em sua estrutura.

2. Fibra óptica embutida dentro da Esfera de Buga

Análises anteriores confirmaram que as regiões internas de polímero preto da esfera são preenchidas com matrizes densas de fibras ópticas microscópicas. Acredita-se que essas fibras sejam sensores ambientais capazes de medir:

UmidadeTemperaturaPressão atmosféricaPossivelmente variações eletromagnéticasA detecção de emissões de rádio da Esfera de Buga fornece uma peça que faltava no quebra-cabeça. As fibras coletam dados e as frequências de rádio podem transmitir esses dados, transformando efetivamente a esfera em um farol de análise atmosférica autônomo ou sonda remota.

3. Onde o sinal de rádio se origina: pontos de foco estrutural

Acredita-se que as emissões de rádio da Esfera de Buga irradiem de regiões alinhadas com as redes de fibra óptica, particularmente ao redor da “costura” equatorial da esfera, que mostra empacotamento de fibra densa e alinhamento estrutural. Uma característica marcante é a uniformidade dos arranjos de fibras, sugerindo fabricação de precisão ou material cultivado biologicamente, nenhum dos quais pode ser explicado pelas atuais tecnologias terrestres conhecidas.

4. Considerações materiais e estabilidade do sinal

As emissões de rádio da Esfera de Buga demonstram consistência e picos de frequência de banda estreita que excluem ruído aleatório ou ressonância passiva. Juntamente com achados tomográficos anteriores revelando componentes internos metálicos e dielétricos, a transmissão é provavelmente intencional.

“Isso não é apenas descarga ou ressonância ambiental. Os dados parecem um sinal projetado, embora ainda não entendamos sua codificação.”– Analista de materiais

Além disso, a camada externa da esfera, possivelmente composta por um tipo de polímero híbrido de baquelite, parece conter uma estrutura composta em camadas que isola e direciona a propagação do sinal. Sob essa luz, a Esfera de Buga pode operar de forma semelhante a um transceptor de satélite furtivo, escondido à vista de todos.

5. Interação consciente, ou resposta automatizada?

Se as emissões de rádio da Esfera de Buga forem emparelhadas com a capacidade de resposta relatada da esfera às condições atmosféricas, pode-se hipotetizar alguma forma de ciclo de resposta inteligente, possivelmente ligado à programação de inteligência não humana (INH).

Isso apoia a crescente especulação de que a Esfera de Buga não é inerte. Em vez disso, pode ser:

Um nó sensor para monitorar o ambiente da TerraUm relê de comunicação para uma inteligência distanteUma construção híbrida de IA-biotecnologia reagindo às mudanças ambientaisQuando vistas ao lado das misteriosas explosões de magnetismo, mudanças de temperatura e anomalias de alinhamento direcional, as emissões de rádio implicam atividade do sistema em tempo real.

6. Como as emissões de rádio da esfera de Buga se ligam a descobertas anteriores

Esses novos dados de rádio fortalecem as evidências existentes apresentadas em:Varreduras tomográficas que revelaram estruturas internas e densidades inconsistentes com qualquer processo natural conhecidoHipóteses sobre a consciência que sugerem interação ou observação com seres vivosEspeculações sobre o controle a respeito da orientação, propulsão ou fonte de comando externa do objetoJuntos, esses achados retratam um dispositivo que está ativamente operacional, não antigo, não descartado, mas parte de um sistema desconhecido possivelmente ainda em uso.

7. Essas emissões de rádio poderiam fazer parte de uma rede maior?

Uma teoria emergente é que a Esfera de Buga pode não ser um dispositivo autônomo. Se está emitindo sinais, para onde eles estão indo? As possibilidades incluem:

Um satélite ou receptor orbitalOutros nós terrestres ocultosUma matriz de receptores subterrâneosAté mesmo uma âncora dimensional não local, se incluirmos teorias quânticas ou interdimensionaisA natureza das emissões de rádio da Esfera de Buga, especialmente se uma análise mais aprofundada revelar criptografia ou padronização, poderia redefinir como categorizamos esse objeto, não como uma relíquia encontrada, mas como um nó ativo em um sistema vivo.

Perguntas Frequentes (FAQ)

A Esfera de Buga ainda está emitindo frequências de rádio agora?Sim, a partir das varreduras mais recentes, ela ainda está emitindo frequências de rádio mensuráveis em condições de laboratório.

Em que faixa de frequência ela está emitindo?Varreduras preliminares sugerem uma emissão de banda estreita, possivelmente na faixa de baixa GHz, mas a análise espectral completa está em andamento.

Poderiam ser emissões residuais ou efeitos passivos?Não. As emissões foram verificadas após a eliminação do ruído de fundo e mostraram padrões de modulação intencionais.

Isso significa que a Esfera de Buga é extraterrestre?Isso fortalece o caso. Embora não seja uma prova definitiva de origem extraterrestre, a tecnologia dentro da esfera não é consistente com nenhuma produção humana industrial ou experimental conhecida.

Isso poderia interferir nos dispositivos humanos?Nenhuma interrupção foi observada até agora, mas mais testes estão em andamento.

Considerações Finais: Do Artefato ao Dispositivo AtivoA confirmação de que as emissões de rádio da Esfera de Buga são reais marca um ponto de virada em sua investigação. Não é mais suficiente tratá-la como um objeto misterioso; agora deve ser considerado um dispositivo tecnológico ativo, emitindo, detectando e possivelmente se comunicando de maneiras que desafiam a engenharia humana atual.

À medida que as varreduras mais profundas continuam e os esforços de decodificação de sinais progridem, podemos estar prestes a entender não apenas como a Esfera de Buga funciona, mas porque ela foi colocada aqui e quem a colocou.



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EMERSON


27/05/2025
ANO:853
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Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]