Novamente na rua mais importante da cidade, antigamente denominada "rua da ponte" Estamos na transição da década de 50 para os anos 60. Nem se imaginaria, nesse momento, a pujança que hoje conhecemos. A rua sempre teve os maiores comércios e os moradores mais ilustres da comunidade: O coronel João Rosa, sua esposa Escholástica, sempre afável, seu filho Cherubim e filhas, o comendador João Francisco Parada, sua primeira esposa Maria Amélia, sua segunda esposa Maria da Assumpção, seu filho Juvenal e outras filhas, Lúcio Cepellos cunhado do coronel Rosa, esposa e filhos, Benedito Vitorino Dias, José Maria de Araújo Leite, Saladino de Araújo Leite, Quinzinho Maleiro e dona Chiquinha. A casa paroquial também lá estava e nela residia o cônego José Rodrigues de Oliveira. Recebeu dois nomes, duas homenagens aos dois de maior destaque no período imperial, da instalação da Câmara Municipal, 1857, até a proclamação da república. Em 1881 foi o Cônego Rodrigues, do pátio da matriz até o quartel, armazém Parada. Daí, 1888, até a ponte do largo da casa de Câmara e cadeia de Comendador Parada.