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    12 de agosto de 2025, terça-feira
    Atualizado em 24/10/2025 03:12:17
  
  
  


Persoonlijke gegevens Catarina de Candia Zij is geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Zij is overleden in het jaar 1677.Een kind van Gaspar de Candia en Maria CoelhoDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 1 september 2020.Gezin van Catarina de CandiaZij is getrouwd met Constantino de Saavedra.Zij zijn getrouwd

Kind(eren):
- Paulo de Saavedra ????-1690
- Manoel Moreira
- Maria de Saavedra
- Vitória de Candia de Saavedra
- Isabel Moreira de Candia
- Inácia de Saavedra
- Bento de Saavedra
- Manoel de Cristo Saavedra
- Teodósio Saavedra

Antonio Bicudo (1580-1650)DetailsDirecte familieBronnenContextPersoonlijke gegevens Antonio Bicudo Bronnen 1, 2, 3Hij is geboren in het jaar 1580 in São Paulo, São Paulo, Brasil.Bron 4(LifeSketch) : Descendente de judeu sefardita português.ANTONIO BICUDO "Filho" nasceu em São Paulo, SP, por volta de 1580 e faleceu em Santana do Paranaíba em 04/12/1650. Foi sucessor de seu pai na fazenda de Carapicuiba. Fez entradas no sertão onde conquistou muitos.Hij is overleden op 4 december 1650 in Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil, hij was toen 70 jaar oud.Een kind van Antonio Bicudo en Isabel RodriguesDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 27 november 2024.Gezin van Antonio BicudoHij is getrouwd met Maria de Brito.Zij zijn getrouwd rond 1608 te Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil.Bron 4Kind(eren):

- Margarida Bicudo de Brito 1596-1680
- Francisco Bicudo de Brito ????-1654
- João Bicudo de Brito 1607-1653
- Isabel Bicudo de Brito ± 1612-1667
- Antonio Bicudo de Brito ± 1614-1666
- Bernardo Bicudo ± 1620-1653
- Maria Bicudo de Brito
- Fernando Bicudo de Brito ????-1688
- Mariana Bicudo de Brito ± 1633-????
- Domingos Bicudo de Brito
- Jerônima Bicudo de Mendonça

Notities over Antonio BicudoDentre os muitos sesmeiros estabelecidos em Guaratinguetá e regiões vizinhas poderão ser referidos os seguintes: 1-ANTÕNIO BICUDO, C.c. Maria de Brito, recebeu uma sesmaria no rio Paraíba, antes de 1650, na paragem de "Curupahitiba", com uma légua de testada por légua e meia de sertão. Faleceu em Santana de Parnaíba antes de tomar posse da sesmaria (INV. E TEST., XV, 45). Seus filhos vieram para Taubaté e Guaratinguetá e efetuaram a divisão da sesmariaCom geração em Tit. Bicudos Cap. 1.º 1.ºFoi sucessor de seu pai na fazenda de Carapicuiba. Fez entradas no sertão onde conquistou muitos índios gentios que, depois de instruídos nos dogmas do catolicismo, lhe prestaram serviços no caráter de administrados, já na cultura de sua fazenda, já na exploração das faisqueiras de ouro da serra do Jaraguá e ribeirão de Santa .Fé----Antonio Bicudo MPNascimento: circa 1581Sao Paulo, São Paulo, BrazilAdministrado por:Nádia Moller Costa da SilvaSon of Antonio Bicudo Carneiro e Isabel RodriguesMarido de NN e Maria de Brito-----------------------HERDEIROS1. João Bicudo de Brito casado com Ana Ribeiro2. Antonio Bicudo de Brito casado com Maria Leme3. Francisco Bicudo casado com Tomásia Ribeiro4. Domingos Bicudo casado com Francisca Leme5. Fernão Bicudo de Brito6. Jeronima de Mendonça7. Mariana Bicudo8. Izabel Bicudo, viúva9. Margarida Bicudo casada com Braz Esteves10. Maria Bicudo de Brito casada com Antonio Pedroso de Alvarenga------------------------MARIANA BICUDO DE BRITO, n. por 1633 em São Paulo, SP, fª de Antônio Bicudo, fal. com test.º e inv.º em 04-DEZ-1650 em Santana de Parnaíba, SP (DAESP, INV. E TEST., vol. 15, fls. 25), e de s/m. Maria de Brito; n.p. de Antônio Bicudo, da Ilha de São Miguel, Açores, Portugal, e de Isabel Rodrigues, de São Paulo; n.m. de Domingos Pires e Isabel de Brito.-----------------------LifeSketchDescendente de judeu sefardita português.ANTONIO BICUDO "Filho" nasceu em São Paulo, SP, por volta de 1580 e faleceu em Santana do Paranaíba em 04/12/1650. Foi sucessor de seu pai na fazenda de Carapicuiba. Fez entradas no sertão onde conquistou muitos índios gentios que, depois de instruídos nos dogmas do catolicismo, lhe prestaram serviços no caráter de administrados, já na cultura de sua fazenda, já na exploração das faisqueiras de ouro da serra do Jaraguá e ribeirão de Santa Fé.ANTONIO BICUDO "Filho" Foi casado com Maria de Brito, (filha de Diogo Pires e de Izabel de Brito). Desse casamento tiveram 10 filhos:1 - Margarida Bicudo de Brito(que casou com Cap. Braz Esteves Leme)2 - Izabel Bicudo de Brito(que casou com Sebastião Fernandes Camacho)3 - Maria Bicudo de Brito(que casou com Antonio Pedroso de Alvarenga)4 - João Bicudo de Brito(que casou com Anna Ribeira)5 - Antonio Bicudo de Brito(que casou 1.ª vez com Maria Leme de Alvarenga e casou 2.ª vez com Vicencia da Costa)6 - Francisco Bicudo de Brito(que casou com Thomazia Ribeiro de Alvarenga)7 - Domingos Bicudo de Brito(que casou com Francisca Leme de Alvarenga)8 - Marianna Bicudo(que casou com Henrique Tavares)9 - Jeronima Bicudo de Mendonça(que casou com o Cap. Raphael de Sousa)10 - Fernando Bicudo de Brito(que casou com Luzia Leme de Alvarenga)Fonte: Genealogia Paulistana - Luiz Gonzaga da Silva Leme (Vol VI) - Pág. 296 a 443 - Tit. Bicudos-----------------------------------------------------------------------Do testamento dele:"Declaro que sou casado com Maria de Brito em face de igreja ha quarenla annos pouco mais ou menos de que tivemos dez filhos cinco machos e cinco fêmeas - a saber Margarida Bicudo casada com Braz Esteves e a dotei conforme minha possibilidade e Maria de Brito casada com Antonio Pedroso de Alvarenga tambem lhe dei seu dote conforme minha possibilidade - e João Bicudo de Brito casado com Anna Ribeiro - e Antonio Bicudo de Brito casado com Maria Leme de Alvarenga - Francisco Bicudo casado com Thomazia Ribeiro Domingos Bicudo casado com Francisca Leme; solteira Marianna de Brito — Jeronyma de Mendonça Furtado - Fernão Bicudo todos estes de legitimo matrimonio herdeiros de minha fazenda.Declaro mais que tenho um filho natural por nome Bernardo Bicudo e seus irmãos o tratem como irmão .Declaro que sou filho de Antonio Bicudo natural da Ilha de São Miguel e de Izabel Rodrigues natural desta terra ."Fonte: Transcrição do Testamento e Inventário de Antonio Bicudo, casado com Maria de Brito. Documento publicado em 1921 pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo, vol. 15, págs. 25 a 48.https://ia601507.us.archive.org/30/items/inventarios-e-testamentos-vol-01-a-31/15%20Invent%C3%A1rios_e_testamentos%20vol%2015.pdfhttps://www.familysearch.org/tree/person/details/L13K-51P---------------------------LifeSketchAntonio Bicudo Carneiro foi da governança da terra, ouvidor da comarca e capitania pelos anos de 1585; foi quem mandou levantar pelourinho na vila de S. Paulo no dito ano de 1585. Foi casado com Izabel Rodrigues, natural de S. Paulo, segundo se vê do testamento de seu f.° Antonio Bicudo em 1650 em que declara sua filiação. Teve 6 f.°s, como se vê do requerimento feito aos oficiais da câmara de S. Paulo pedindo em 1598 chãos para fazer casas. São:1-1 Antonio Bicudo 1.º1-2 Domingos Nunes Bicudo 2.°1-3 Maria Bicudo 3.°1-4 Martha de Mendonça 4.°1-5 Jeronima de Mendonça 5.°1-6 Guiomar Bicudo 6.°Fonte:Genealogia PaulistanaLuiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919)Vol VI - Pág. 296 a 339Acrescentado em 16/11/2021 - GKP-----------------------------------------------------------------------Antonio Bicudo nasceu provavelmente entre 1540 e 1555 na Ilha de São Miguel, Açores, Portugal.Foi também referenciado sob o nome Antonio Bicudo Carneiro por Pedro Taques na obra Nobiliarquia Paulistana (NP), e por Luiz Gonzaga da Silva Leme na Genealogia Paulistana (GP), a qual tomou como base a própria Nobiliarquia.Na seção de Recordações pode-se observar sua assinatura como Antonio Bicudo.Antes de 1570, Antonio Bicudo foi tabelião em Santos, como verificaram os lineagistas P. Taques e Frei Gaspar. Depois de 1573, residiu em São Paulo, com fazenda da banda de Pinheiros, em Carapicuíba.Antonio Bicudo exerceu diversos cargos públicos em São Paulo, conforme consta nas atas da Câmara de São Paulo. Foi vereador em 1575 e 1581, almotacel em 1576, e juiz ordinário em 1577, 1579 e 1584. Em 1580 era ouvidor eclesiástico e de 1584 em diante foi ouvidor da capitania. Em 1585, mandou levantar o pelourinho da vila de São Paulo. Assina várias atas da Câmara sob o nome de Antonio Bicudo.Em 1587, segundo Américo de Moura (Revista do IHGSP, vol. 47), ocorre a última referência a presença de Antonio Bicudo em São Paulo, quando multou vereadores do ano anterior por não terem levantado o pelourinho, sendo a multa relevada pela câmara ("Actas", I, 309, 310). Depois disso não aparecem mais referências a sua pessoa em São Paulo.Em 1598, declarando-o "ausente", sua mulher pediu chãos para si, com as filhas solteiras e com os filhos menores que tinha ("Reg.", VII, 50; "Cartas de Datas", 98).Antonio Bicudo teria sido também bandeirante e sertanista. Segundo Francisco de Assis Carvalho Franco (Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do Brasil), Antonio Bicudo participou, em 1593, das entradas de Afonso Sardinha ao sertão do Jeticai, em 1602, na entrada de Nicolau Barreto ao Guairá e, em 1628, na grande entrada com Antonio Raposo Tavares para o mesmo destino.[NOTA 1: Estas entradas bandeirantes podem explicar o fato da esposa de Antonio Bicudo, ter pedido chão em 1598, declarando-o como "ausente". Contudo, em virtude da idade avançada de Antonio Bicudo, pode-se questionar a real participação na entrada de 1628, que poderia ser atribuída ao filho homônimo]._______________Extrato da Genealogia Paulistana, por Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Vol VI - Pág. 296 a 339, Título Bicudos(Parte 1)Pág. 296Segundo escreveu Pedro Taques, os Bicudos vieram da ilha de S. Miguel para a capitania de S. Paulo no tempo de seu povoamento.Pág. 297Eram dois irmãos Antonio Bicudo e Vicente Bicudo (1), os quais em 1610 requereram à câmara de S. Paulo pedindo 300 braças de terra em quadra, partindo pelo rio Carapicuiba; e neste requerimento declararam que havia muitos anos que habitavam esta terra, onde sempre ajudaram com suas pessoas e armas ao bem público, achando-se nas guerras que contra os portugueses moviam os bárbaros gentios que infestavam a terra; e que eram casados e tinham filhos (Arq. da Câmara de S. Paulo, caderno de registros, Maio de 1607).Dividimos este título em dois capítulos:Cap. 1.° Antonio Bicudo CarneiroCap. 2.° Vicente Bicudo(1) Foram pessoas de qualificada nobreza pelos seus antepassados deste apelido na ilha de S. Miguel, como se lê nos Nobiliários das famílias nobres e ilustres das ilhas dos Açores.Cap. 1.°Antonio Bicudo Carneirofoi da governança da terra, ouvidor da comarca e capitania pelos anos de 1585; foi quem mandou levantar pelourinho na vila de S. Paulo no dito ano de 1585. Foi casado com Izabel Rodrigues, natural de S. Paulo segundo se vê no testamento de seu filho Antonio Bicudo de 1650 em que declara sua filiação.[NOTA 2: Apesar do que P. Taques afirma, foi o filho homônimo, não ele, que, em 1610, pediu terras em Carapicuíba em companhia do irmão Vicente. Tal fato se confirma na leitura das atas da Câmara de São Paulo, que apresentam o filho Antonio Bicudo em São Paulo, atuando como almotacel em 1611, juiz em 1619, sendo ainda citado ao longos das atas de 1624, 1629 e 1637. Sua assinatura consta das atas][NOTA 3: Vicente Bicudo aparece nas atas da câmara de São Paulo em 1608 como candidato não eleito a vereador e em 1612 aparece já atuando como vereador, ou seja, contemporâneo de Antônio Bicudo, filho].

Diogo Pires Bron 1Hij is geboren rond 1570 in Mairiporã, São Paulo, Brasil.Bron 2(Alt. Death) op 1 januari 1650 in São Paulo, São Paulo, Brasil.Bron 2Hij is overleden op 1 januari 1650 in São Paulo, São Paulo, Brasil.Bron 2Een kind van Salvador Pires en Beatriz de BritoDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 29 juli 2025.Gezin van Diogo PiresHij is getrouwd met Isabel de Brito.Zij zijn getrouwd.Kind(eren):Salvador Pires Isabel de Brito ± 1608-< 1640 Margarida de Brito ± 1610-1675Maria de Brito ± 1590-1648 Manoel Pires de Brito ????-1677 Maria de Brito ????-< 1675 Beatriz Pires Francisco Pires de Brito ????-< 1675 Notities over Diogo PiresCap 2o

Diogo Pires, Cc Isabel de Brito, e foi morador em suas culturas em Juquerí (Mairiporã) Faleceu em 1650 e teve os 7 fls :

1-1 Francisco Pires de Brito 1o
1-2 Salvador Pires 2o
1-3 Manoel Pires de Brito 3o
1-4 Maria de Brito 4o
1-5 Margarida de Brito 5o
1-6 Beatriz Pires 6o
1-7 Maria de Brito 7o

Maria Anes Maciel
(± 1490-1540) Details Directe familie Bronnen Context Persoonlijke gegevens Maria Anes Maciel Zij is geboren rond 1490 in Darque, Viana Do Castelo, Portugal. Zij is overleden in het jaar 1540 in São Vicente, São Paulo, Brasil.Bron 1 Een kind van Bartolomeu Gonçalves Maciel en Simoa Pires de Faria Deze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 13 maart 2025. Gezin van Maria Anes Maciel Zij is getrouwd met João Pires. Zij zijn getrouwd. Kind(eren): Brites Fernandes Maciel ± 1505-????

João Pires (Darque)
Hij is geboren rond 1469 in Darque, Viana Do Castelo, Portugal.Hij is overleden in het jaar 1556 in São Vicente, São Paulo, Brasil.Bron 1Een kind van Jorge Pires en Antonia de FigueiredoDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 5 augustus 2025.Gezin van João Pires (Darque)Hij is getrouwd met Maria Anes Maciel.Zij zijn getrouwdKind(eren):
- Brites Fernandes Maciel ± 1505-????

Notities over João Pires (Darque)LifeSketch
Natural do Porto (Portugal). Cavaleiro-Fidalgo. Transferiu-se para o Brasil, com seu filho, na companhia de Martim Afonso de Sousa, em 1531. Povoador de Santo André (SP), de que foi o primeiro Juiz Ordinário e Almotacel, em 1555. Uma carta de Duarte da Costa ao Rei de Portugal, de 3 de abril de 1553, informa que João Pires propunha refazer por sua conta o caminho de 5 a 6 léguas que ligava São Vicente aos Campos de Piratininga, caso lhe fosse perdoado o crime de ter matado um escravo índio com golpes de açoite (Cf. ALBUQUERQUE, Pedro Wilson Carrano. Lysâneas Maciel e seus antepassados. Usina de Letras, www.usinadeletras.com.br).

Transcrevemos de Pedro Taques, sobre a origem da família Pires em S. Paulo, o seguinte:

"Grande variedade encontramos sobre a origem dos Pires da capitania de S. Paulo. Segundo umas memórias de pais a filhos, foi progenitor desta família Salvador Pires, que de Portugal trouxera dois filhos: Salvador Pires e Manoel Pires; porém, o exame e lição dos cartórios nos levaram a descobrir a verdade sobre o assumpto, que é a seguinte: entre os nobres povoadores da vila de S. Vicente, que a esta ilha chegaram com o fundador dela o fidalgo Martim Affonso de Sousa em princípios do ano 1531, vieram João Pires, chamado — o Gago — natural do Porto e seu primo Jorge Pires que era cavaleiro fidalgo (naquele tempo era este foro o melhor) cujo alvará veio ao nosso poder para o lermos. Este João Pires trouxe consigo da cidade do Porto o filho Salvador Pires, casado com Maria Rodrigues também natural do Porto, pais desconhecidos (não era filha de Garcia Rodrigues). De S. Vicente passaram a Santo André da Borda do Campo João Pires o Gago e seu filho Salvador Pires com sua mulher Maria Rodrigues, e ficaram nessa povoação que foi aclamada vila em 1553 em nome do donatário da capitania Martim Affonso de Sousa, sendo o dito João Pires o Gago o 1.º juiz ordinário desta vila. (Cam. de S. Paulo cad. 1.º, tit. 1553 da vila de Santo André). Maria Rodrigues era já falecida em 1579, porque em 1580 foi passada a seu marido (SAlvador PIres, de qiuem foi a 1ª esposa, depois casou-se +duas vezes) quitação de haver cumprido com as disposições testamenteiras da defunta sua mulher pelo prelado administrador, sendo escrivão da câmara eclesiástica e visita Francisco de Torres."

Fonte: Genealogia Paulistana, Tit. Pires, Vol II - Pág. 03 a 47, Luiz Gonzaga da Silva Leme. (retificado por Américo de Moura RIHGSP #47 Helvécio de Castro Coelho Revista ASBRAP #16 pg. 99)
Nota: Primeiro juiz ordinario da vila de santo Andre recem fundada em 1553 - Genealogia paulistana vol II pag 3
Caminho do Padre Anchieta
...E que um João Pires, o Gago de alcunha, morador na dita capitania, sendo acusado pela justiça, perante o dito ouvidor geral, por se dizer que matara um escravo seu do gentio desta terra com açoites, cometeu o dito ouvidor que queria fazer o dito caminho à sua custa, e por lugar por onde se bem pudesse caminhar e a contentamento dos ditos moradores, contanto que se não procedesse contra ele pelo dito caso. Pareceu bem ao dito ouvidor, por razão da obra ser custosa.

In "Anchieta, o apóstolo do Brasil" – Pe. Hélio Abranches Viotti, S. J. – Edições Loyola – 2ª edição 1980 – página 66.Consta na página 320 do livro "Archivo Heraldico-Genealogico" de Visconde de Sanches de Baena (Lisboa, 1872) a informação de um João Pires como fidalgo. Nesse livro não consta outro João Pires, podendo imaginar que seja o mesmo pois recebeu a chancelaria do rei em 1530 e teria partido para o Brasil no ano seguinte. O texto na integra é o seguinte:"1257. JOÃO PIRES DOS RIOS , cavalleiro fidalgo da casa real, commendador da ordemde Christo.Carta pela qual el-rei D. João III lhe concede o seguinte brazão de seus antecessores :--Escudo de campo de oiro, com duas faxas ondadas de azul picadas de prata, e umabordadura de prata com cinco cabeças de serpes verdes , cortadas em vermelho e armadas com as linguas saidas ; elmo de prata aberto guarnecido de oiro , paquife de oiro ,azul e verde, e por timbre uma cabeça de serpe ; com todas as honras e privilegios de fidalgo por descender da geração e linhagem dos Rios das Asturias. — Dada em Lisboa a 14 de julho de 1530. Reg. na Chanc . de D. João III , liv. LII, fl. 170 v."Transcrevemos de Pedro Taques, sobre a origem da família Pires em S. Paulo, o seguinte:"Grande variedade encontramos sobre a origem dos Pires da capitania de S. Paulo. Segundo umas memórias de pais a filhos, foi progenitor desta família Salvador Pires, que de Portugal trouxera dois filhos: Salvador Pires e Manoel Pires; porém, o exame e lição dos cartórios nos levaram a descobrir a verdade sobre o assumpto, que é a seguinte: entre os nobres povoadores da vila de S. Vicente, que a esta ilha chegaram com o fundador dela o fidalgo Martim Affonso de Sousa em princípios do ano 1531, vieram João Pires, chamado — o Gago — natural do Porto e seu primo Jorge Pires que era cavaleiro fidalgo (naquele tempo era este foro o melhor) cujo alvará veio ao nosso poder para o lermos.Fonte: http://origem.biz/ver_cadastro1.asp?id=251



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EMERSON


12/08/2025
ANO:853
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]