A narrativa da jovem que foi morta por um rapaz e sua viagem aos abismos retoma motivos religiosos e literários tradicionais; em especial, as jornadas ao mundo inferior, que jáhaviam assumido formas literárias há muito tempo.A segunda parte do livro (At Tm 82-158) é localizadana corte do rei Misdeu e apresenta uma composição maisintegrada. Ela é interrompida apenas pelo Hino da Pérola(At Tm 108-113) e está ligada à primeira parte pela presençade Sifor, o chefe do exército do rei Misdeu. A tensão dramática desta parte do livro se intensifica na medida em que amensagem anunciada pelo apóstolo é aceita pelas esposasde Carísio e Misdeu, Migdônia e Tércia, duas mulheres daclasse alta, resultando na ruptura do casamento e dos costumes sociais, para a consternação de seus maridos poderosos.A esposa de Misdeu, seu filho, sua nora e o chefe do exércitotornam-se leais e obedientes ao apóstolo estrangeiro, e nãomais ao rei. Tomé é encarcerado, mas não está confinadopela autoridade terrestre. Essa tensão é resolvida somentecom o martírio do apóstolo (At Tm 159-171).Além do relato do martírio de Tomé, os treze Atos quecompõem o livro são os seguintes:Primeiro Ato (1-16): Tomé, destinado a pregar na Índia,nega-se a cumprir a sua missão. Jesus se manifesta a ele e ovende ao mercador Abão, enviado pelo rei da Índia, Gundafor.A caminho da Índia, Abão e Tomé chegam a uma cidade ondeera celebrado o casamento da filha do rei. Após a pregação deTomé, o noivo e a noiva decidem viver em castidade.Segundo Ato (17-29): Ao chegar à Índia, o rei Gundaforpede a Tomé para construir um palácio. Tomé distribui o dinheiro que o rei lhe dera para a construção do palácio aospobres e necessitados. O rei, ao saber disso e crendo-se enganado, planeja a morte de Tomé. Gad, irmão do rei, morre ecomprova que o rei tinha um palácio no céu, construído pelo apóstolo. Gad volta à terra e pede para comprar o paláciodo seu irmão. Gad e Gundafor se convertem, são batizados eparticipam da Eucaristia.Terceiro Ato (30-38): Tomé encontra o corpo de um jovem morto por uma serpente. A serpente conta a Tomé quese apaixonara por uma mulher bonita, que era beijada pelojovem e tinha relações sexuais com ele. A serpente mata o jovem, mas Tomé a obriga a sugar o veneno do corpo do jovemfalecido. O jovem ressuscita e a serpente explode.Quarto Ato (39-41): Enquanto Tomé ia pelo caminho,um jumentinho se aproxima dele e diz: “Fui agora enviadopara que possas descansar, assentando-se sobre mim”. Aochegar à entrada da cidade, o apóstolo desce do jumentinho,e este morre.Quinto Ato (42-50): Um demônio morava numa mulhere não queria deixá-la. Contra a vontade da mulher, o demônio abusava sexualmente dela com frequência. A mulherpede socorro ao apóstolo, que a liberta do demônio e lhe administra o batismo e a Eucaristia.Sexto Ato (51-61): Um rapaz mata uma jovem, mas, aoparticipar da Eucaristia, tem as suas mãos paralisadas. O rapazconta ao apóstolo que matara a jovem porque ela não queriacompartilhar com ele a vida de castidade que ele anunciava.Tomé o repreende, cura e faz com que ele ressuscite a jovem.A jovem ressuscitada conta o que viu nos abismos.Sétimo Ato (62-67): Tomé anunciava o Evangelho naÍndia, e Sifor, o chefe do exército do rei Misdeu, se aproxima de Tomé e lhe suplica que cure sua esposa e filha, poisambas eram atormentadas por demônios. O apóstolo acompanha o chefe do exército.Oitavo Ato (68-81): A caminho da cidade, os animais docarro de Sifor ficam cansados. Tomé pede a Sifor que chame [p. 7, 8]
quatro asnos selvagens de um grupo que pastava no campoe os atrela ao carro. Ao chegarem à cidade, o apóstolo manda um dos asnos selvagens discutir com os demônios queatormentavam as mulheres. Após o debate do asno selvagem com os demônios, Tomé cura as mulheres e despede osasnos selvagens.Nono Ato (82-118): Migdônia, a esposa de Carísio, parente do rei Misdeu, ouve a pregação de Tomé e se convertea uma vida de santidade. Ela se nega a ter relações sexuaiscom seu esposo, provocando a sua ira. Carísio se queixa aorei, Tomé é preso, mas Migdônia não recua da sua decisão.Na prisão, Tomé canta o Hino da Pérola.Décimo Ato (119-133): Tomé deixa a prisão para batizarMigdônia. Rito batismal e celebração da Eucaristia. Debate de Carísio e Misdeu com Migdônia e Tomé. O rei pede aTomé que convença Migdônia a voltar para o seu marido.Décimo primeiro Ato (134-138): Misdeu recorre à sua esposa Tércia para convencer Migdônia a voltar para o seu marido. Tércia ouve a pregação do apóstolo, convertendo-se também à castidade, com a consequente desolação do seu marido.Décimo segundo Ato (139-149): Antes do julgamento,Vazan, filho do rei, quer libertar o apóstolo, preso e submetido ao julgamento. Na companhia da família de Sifor, ele ouvea pregação de Tomé. Vazan se converte, e Tomé é condenado.Décimo terceiro Ato (150-158): Na prisão, Vazan diz aTomé que era casado, mas era um casamento de total castidade com sua esposa Mnesara. Novos milagres ocorrem, asportas da prisão são abertas, Tomé e seus amigos vão à casade Vazan, e Mnesara é curada milagrosamente. Celebraçãoda Eucaristia após o batismo de Vazan, Mnesara e Tércia.Relato do martírio (159-171): Judas Tomé retorna paraa prisão. Os guardas se queixam ao rei do perigo de manter [p. 9] no céu (At Tm 20). Ele intervém no casamento da princesa eimpede que o jovem casal consume a sua união. O rei, indignado, o expulsa da cidade, porque ele frustra a consumaçãodo casamento da sua filha (At Tm 16). A sua mensagem de ascetismo é aceita pelas esposas de Carísio e Misdeu, Migdôniae Tércia, duas mulheres da classe alta, resultando na rupturado casamento e dos costumes sociais, para a consternação deseus maridos poderosos. A esposa de Misdeu, seu filho, suanora e o chefe do exército tornam-se leais e obedientes aoapóstolo estrangeiro. Carísio e Misdeu, os maridos rejeitados,perseguem as mulheres convertidas, cujo amor por Tomé epelo Deus que ele anuncia subverte a ordem social e dá lugara uma nova “família”.Tomé fala com ousadia e adverte os reis e suas famíliassobre a natureza fugaz de seu poder: “Glorias-te em riquezas,escravos, roupas, luxo e uniões impuras, mas eu me glorio napobreza, no amor à sabedoria, na humildade, no jejum e oração, na comunhão com o Espírito Santo e na conversa commeus irmãos que são dignos de Deus” (At Tm 139). A autoridade do rei e de seus deuses é substituída pela autoridade doapóstolo e do seu Deus. Sua simplicidade e ascetismo contrastam com a complexidade e decadência do rei e da sua família.A narrativa aponta dois grupos opostos de relações sociais: orei e sua corte, o apóstolo e a comunidade cristã. A hierarquiados governantes terrenos que negam Cristo é subvertida, e suacegueira contrasta com a percepção até mesmo dos animais decarga, que reconhecem o senhorio de Cristo (At Tm 39; 74).Liturgia em Atos de ToméDa ruptura provocada pela conversão das pessoas, surge a criação de novas comunidades, cujos membros orampela revelação de mistérios divinos. Juntos, eles cantam ecompartilham refeições que antecipam o banquete celestial.
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]