29 de novembro de 2025, sábado Atualizado em 21/01/2026 20:50:12
PROJETO COMPARTILHARCoordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueirawww.projetocompartilhar.org SL. 2º, 456, 4-1 Mestre de campo Pedro Dias Paes Leme (batizado em 1705 na Igreja de N. Senhora da Apresentação do Recôncavo, fidalgo da Casa Real, comendador da ordem de Cristo, guarda-mor geral das Minas Gerais, tirou brasão de armas em 1750 que é o mesmo dos Lemes), e foi C.c. Francisca Joaquina d´Horta Forjaz Pereira de Macedo, natural de Portugal, f.a do Capitão-mor Roque de Macedo Pereira de Sampaio, natural do Porto, fidalgo da Casa Real, e Berarda Vitória d´Horta Forjaz, natural de Setubal. Tit. Hortas. Teve naturais do Rio de Janeiro: 5-1 a 5-6. PEDRO DIAS PAES LEMEJustificação Vol 27, fls 219Data: 28-8-1741Local: Cidade do Rio de Janeiro.Tipo de documento: Processo de justificação de nobreza e pureza de sangueTranslado de autos. Nota (Regina Moraes Junqueira): neste tipo de processo, entre a habilitação do justificante, oitivas, transcrições de processos anteriores, comprovação da ligação entre o interessado e os contemplados pelos papéis mais antigos, são gerados inúmeros termos cartoriais e burocráticos que não cabe aqui transcrever.Resumimos apenas informações pessoais sobre os envolvidos.
ABERTURA
Diz Pedro Dias Paes Leme, fidalgo da casa de Sua Magestade, seu guarda mor geral das minas (etc...) maior dos filhos varões do capitão-mor, administrador e guarda mor geral das minas Garcia Rodrigues Paes (etc...) e sua mulher Dona Maria Pinheiro da Fonseca.
- Neto paterno do Governador Fernão Dias Paes e Dona Maria Garcia e pela mesma linha e varonia - Bisneto de Pedro Dias Leme - 3º neto de Fernão Dias Paes - 4º neto de Pedro Leme
Neto materno de João Rodrigues da Fonseca e Dona Antonia Pinheiro RaposoOs quais todos se trataram sempre à nobreza. Nascido e batizado na Freguesia de N. Sra da Apresentação de IrajáLv 3º, Freguesia de Irajá, fls 101v – 22-9-1705, na Igreja de N. Sra da Penha, Fr. Cristóvão de Cristo monge de S. Bento batizou Pedro, filho do Guarda Mor Gracia Rodrigues Paes e Maria Pinheiro, por padrinhos Cristóvão Lopes Leitão e D. Jacinta, mulher de Manoel Pinheiro de Cerqueira. Pede traslados de instrumentos passados a favor de seu avô o Governador Fernão Dias Paes e da abonação de nobreza de seu 4º avô Pedro Leme. Traslado de um pedido igual feito pelo Padre João Leite da Silva, sacerdote do hábito de São Pedro, morador na vila de São Paulo, no qual as pessoas abaixo testemunharam que o Padre era irmão de Fernão Dias Paes, já defunto, filhos de Pedro Dias Leme e Maria Leite, netos paternos de Fernão Dias Paes e de Lucrécia Leme e pela materna de Pascoal Leite e Izabel do Prado, limpos de geração sem sangue judeu, mouro ou outra má casta, e porquanto seus principais troncos procederam desta vila de São Vicente, pede a Vossa Mercê lhe mande perguntar as testemunhas que apresentar.Despacho: pergunte-se as testemunhas. São Vicente 28 de agosto de 1681. // Francisco Callaça. Inquirição das Testemunhas, Vila de São Vicente - 6-9-1681Juiz Ordinário: Capitão Francisco CallaçaTabelião: Antonio Madeira (sic) SalvadoresCapitão mor Cipriano Tavares, 60 anos (SL. 2º, 552, 2-1)Capitão Constantino Coelho Leite, 60 anos (SL. 2º, 304, 3-1)Pascoal Leite de Medeiros, 80 anosDiogo Peneda Tinouco, 87anos (Comparar com: S.L. 2º, 443, 2-1 e SL. 8º, 85, 2-1, Maria Rodrigues c2c Antônio Temudo, que foi assassinado no sertão, f.o do Capitão Manuel Temudo, natural de Portugal e de Maria Pedroso, esta f.a de Diogo Penedo e de Simôa Fernandes, por esta, neta de Suzana Dias que era f.a bastarda de Fernando Dias Paes Leme).João Gonçalves Meira, 81 anosDuarte Furtado, 90 anosJoão Rodrigues de Moura, 64 anosfls. 234: Reconhecimento - Antonio Pinto Pereira tabelião publico do judicial, e notas nesta vila de Santos, certifico eu em como reconheço a letra do instrumento atras, e sinais ao pé dele juntamente ser tudo letra e sinais proprio do tabelião Antonio Madureira Salvadores e do Capitão Francisco Callaça. Traslado de sentença de abonação e fidalguia de Pedro Leme,Passada por D. Sebastião, a qual sentença estava no Cartório de Antonio Madeira (sic) Salvadores, datada de 2-10-1564Pedro LemeFilho legitimo de Antão Leme natural da cidade do Funchal da Ilha da Madeira o qual Antão Leme, é irmão maior de Aleixo Leme e Pedro Leme os quais são “fidalgos dos meus livros”. Outrossim são irmãos de Antonia Leme c.c. Pedro Affonso de Aguiar, de Dona Leonor Leme mulher de André de Aguiar, os quais outrossim são fidalgos, primos do Capitão da Ilha da Madeira.Os quais Lemes são parentes próximos de D. Diniz de Almeida contador mor de D. Diogo de Almeida, armador mor de Dom Deiogo de Cabelleira (sic) filho de D. Henrique de Souza e de Tristão Gomes da Mina, e de Nunes Fernandes, vereador do Mestrado de São Thiago, e dos filhos do Craveiro, pela mãe deles ser sobrinha dos ditos Lemes e pai dele suplicante, e tios, os quais são tidos havidos, e conhecidos em os reinos de Portugal por fidalgos (...). Traslado de justificação feita por Garcia Rodrigues Paes –2-12-1681 Testemunharam sobre sua filiação, nobreza, pureza de sangue, etc..:Data: 2-12-1681Local: vila de São PauloJuiz Ordinario: Diogo BuenoTabelião: Mathias Machado · Capitão Pedro da Rocha Pimentel, 58 anos (SL. 1º, 515, 1-1,)· Manoel Soeiro Ramires, 78 anos (S.L. 7º, 178, Cap. 4º)· Antonio Bueno, 66 anos ( ? SL. 8º, 261, 2-8)· Diogo Ferreira, 57 anos (S.L. 1º, 10, 4-9;)· Gaspar Cubas Ferreira, 70 anos (? SL. 9, 49, Cap. 3,)· Antonio Ribeiro Bayão, 52 anos (SL. 8º, 259, 1-9)· Roque Furtado Simões, 61 anos (SL. 8º, 460, cap. 4,)· Manoel Rodrigues de Arzão, 55 (SL 4º, 316, Cap 2º) · Capitão Pedro Taques de Almeida, 41 anos (SL. 4º, 257, 1-3)· Capitão Antonio de Siqueira e Mendonça, 70 anos Termo de conclusão: São Paulo 9-12-1681 // Diogo Bueno. Justificação feita pelo doutor Pedro Dias Paes LemeData: 29-8-1741Local: Cidade do Rio de JaneiroOuvidor Geral:? Dr. João Alves SimõesEscrivão: Domingos Rodrigues Tavora. Filiação e ascendência de Pedro Dias Paes Leme (1741, RJ) Testemunhas:· Dr. João de Castilho de Souza Botafogo, 43 anos, advogado nos auditórios desta cidade;· Dr. Simão Pereira de Sá, 40 anos, advogado nos auditórios desta cidade;· Manoel Alves da Fonseca, Capitão da Fortaleza de Virgalhão, 65 anos· Boaventura Dias Lopes, 30 anos· João Pinto de Tavora, alferes da companhia de que foi Capitão Manoel Alves da Fonseca, 26 anos Sentença: Rio 30-8-1741Conclusão: 31-8-1741
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]