São Tomé das Letras recebe relíquia de apóstolo padroeiro da cidade vinda direto da Itália; entenda
28 de maio de 2013, terça-feira Atualizado em 02/12/2025 22:44:44
São Tomé das Letras receberá, neste domingo (28), uma relíquia histórica e sagrada diretamente da Itália. A peça se trata de um pedaço do osso do apóstolo São Tomé que ficará na Igreja Matriz. Segundo a prefeitura, o município passa a ser a única cidade mineira a ter uma relíquia dessa magnitude.
Para comemorar a chegada da relíquia ´Ex Ossibus´, a cidade preparou uma programação de grande festa de acolhida que acontece até este domingo. O fragmento será recebido com toque de sinos e sobrevoará a cidade enquanto cai uma ´chuva´ de pétalas de rosas.
Uma carreata sairá da Fazenda do Bonelo em direção ao portal da cidade. Logo depois, a relíquia será levada em uma procissão até a Igreja Matriz. Muitos moradores de São Tomé das Letras devem participar da celebração com enfeites nas casas por onde a procissão deve passar. (Confira detalhes abaixo)
"Eis que está voltando o dono da cidade", manifestam.
Antes de entender como a peça chegará à cidade sul-mineira, é importante saber quem foi Tomé, um dos doze apóstolos escolhidos por Jesus Cristo. O Padre Edson Pereira Oliveira, de São Thomé das Letras, fala sobre cada ponto dessa história em um texto baseado em estudos bíblicos.
Conforme o documento, Tomé era judeu da Galileia e, como outros discípulos, acredita-se que também era pescador. No entanto, há fontes que dizem que era arquiteto e construtor de pontes.
Durante a caminhada de aproximadamente 3 anos ao lado do mestre, Tomé aprendeu e foi preparado para ser um dos futuros líderes da igreja.
Segundo a tradição, o apóstolo recebeu a missão de evangelizar. Ele fundou a primeira comunidade cristã na Babilônia e chegou a ser perseguido por líderes religiosos. Por fim, conquistou muitos seguidores e, assim, uma fervorosa comunidade cristã surgiu.
De acordo com registros, Tomé teria sido martirizado e morto pelo rei de Milapura, na atual Chennai, na Índia, onde fica o ´Monte São Tomé´ e a ´Catedral de São Tomé´, supostamente o local de sepultamento dele.
São Tomé esteve no Brasil? Em São Tomé das Letras?
O texto de Padre Edson ainda conta sobre uma lenda passada de geração em geração entre indígenas Guarani do Paraguai e do Brasil. Lenda essa que teria sido registrada por espanhóis e jesuítas no século XVI.
Segundo os relatos, muito antes dos europeus, "um homem alto, de barba branca e extraordinariamente sábio chamado Pai Sumé ou Pai Zumé [Padre Tomé] veio caminhando sobre o oceano para ensinar a arte da agricultura, semear milho e mandioca, além do uso da erva-mate".
O homem sábio teria falado sobre religião e deixado ensinamentos por onde passou. Após cumprir a missão entre os indígenas, ele teria voltado para o mar, deixando rastros dos passos nas rochas "em vários locais ao longo da costa e interior do continente sul-americano".
"Os primeiros jesuítas que chegaram ao Brasil estavam convencidos de que Tomé tivesse passado por aqui em sua viagem às Índias. Eles notaram esta lenda entre os ´índios´ que um grande mensageiro de Deus teria passado em tempos históricos, a quem chamavam de ´Sumé´".
Ainda conforme o texto de Padre Edson, os registros afirmam que algumas pegadas vistas são, em sua maioria, reais. No entanto, não há confirmações de que se tratavam de sinais do apóstolo e, sim, de um tipo de gravura ou pintura rupestre comum na América do Sul.
"No Brasil, tais pegadas ainda são encontradas, por exemplo, no estado do Piauí, em Domingos Mourão, Brasileira, Inhuma, Piripiri, Pimenteiras, Oeiras e outros locais. No Amazonas, encontra-se em São Gabriel da Cachoeira. No estado de Minas Gerais, em São Thomé das Letras (pinturas rupestres). Na Paraíba, em Ingá. No Pernambuco, em Altinho. E no Maranhão, em Carolina, entre outros", afirmam registros.
Relíquias de São Tomé
Seguindo o estudo, fontes antigas afirmam que São Tomé foi martirizado em Madras na Índia, onde foi construída sobre o seu túmulo uma suntuosa catedral-basílica.
"Mais tarde, no século XVI, quando os portugueses chegaram àquele país, descobriram a cripta onde esteve sepultado o corpo de São Tomé, bem como suas relíquias, um pouco de sangue coagulado e um pedaço de uma lança que o feriu de morte".
Ainda conforme o documento, há uma crença de que a maioria dos ossos de São Tomé foram levados da Índia a Edessa por um mercador no século IV. As relíquias teriam operado milagres nos dois locais.
Um príncipe italiano então teria comprado as relíquias de São Tomé. Peças essas que, em 1258, foram levadas para Ortona, na Itália, onde são encontradas até hoje.
Elas estão localizadas em um baú de ouro em um altar de mármore branco na Catedral-Basílica de São Tomé Apóstolo. Algumas delas foram levadas para o sacrário apostólico no Vaticano, na Roma.
E como a relíquia chegará a São Tomé das Letras?
Os estudos ainda apontam que no dia 3 de abril de 1730 um fragmento de relíquias de São Tomé, que ficavam no sacrário apostólico no Vaticano, foi doado para a Catedral de São Mateus, em Salerno, na região da Campania, na Itália.
Quase 300 anos depois, um fragmento desta relíquia da Itália foi doada à Paróquia São Tomé em São Tomé das Letras. A doação foi feita no dia 9 de fevereiro deste ano e a peça será recebida no dia 28 de maio com uma grande festividade. A peça ficará exposta na Igreja Matriz da cidade, junto da imagem do padroeiro.
A intermediação foi feita pelos padres Edson Oliveira, que hoje está à frente da igreja de Baependi, e Robson Leite, pároco da igreja local. Ambos entraram em contato com líderes religiosos em Roma e conseguiram o envio da relíquia destinada à Paróquia de São Tomé Apóstolo.
"A relíquia é uma das mais importantes devido o seu alto grau de raridade, uma vez que trata-se de um fragmento do osso de São Tomé Apóstolo".
Segundo Carla Gonzalez, chefe do departamento de Turismo, para um município turístico como São Tomé das Letras, é extremamente importante esse marco, uma vez que agora será possível abrir um novo leque pensando em turismo religioso e de peregrinação.
"As festividades para a recepção da relíquia foram preparadas com muita fé e carinho pelos componentes da Paróquia, com o apoio da Prefeitura Municipal e também da população", finalizou.
Entenda como será a acolhida
28 de maio – Chegada da Relíquia do Apóstolo São Tomé
12h – Toque dos Sinos, fogos e ângelus.14h – Sobrevoo com a relíquia pela cidade de São Tomé das Letras, jogando pétalas de rosas. A organização pede que moradores saiam de suas casas e acenem para os céus com um lencinho vermelho em mãos.15h – Carreata com a Relíquia de São Tomé saindo da Fazenda do Bonelo no Paredão em Direção ao Portal da cidade de São Tomé das Letras.16h – Chegada da relíquia de São Tomé no Portal da Cidade seguida de procissão até a Igreja Matriz. A organização também pede que moradores enfeitem as casas nas cores branco e vermelho, principalmente nas ruas por onde irá passar a procissão: Rua Evaristo Cardoso da Silva, Rua Virgílio Mastrogiovane, Rua Francisco Pinto de Souza, Rua Camilo Rios, Rua Gabriel Luís Alves, Rua José Cristiano Alves, Praça Barão de Alfenas.17h – Santa Missa na Praça Barão de Alfenas, primeira benção com a relíquia aos fiéis e a cidade de São Tomé das Letras e entronização da Relíquia e na Igreja Matriz de São Tomé apóstolo.
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]