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DEZ.
05
HOJE NA;HISTóRIA
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    5 de dezembro de 2025, sexta-feira
    Atualizado em 17/01/2026 03:37:27




Vasco Martins Serrão de MouraArtigoDiscussãoLerEditarVer históricoFerramentas(Redirecionado de Vasco Martins de Moura)Vasco Martins Serrão, chamado de de Moura,[1] foi o terceiro filho do frei Martim Rodriguez Freire, de Calatrava, e neto de D. Pedro Rodriguez. Com seu irmão mais velho Álvaro Rodriguez tomou a vila de Moura dos mouros, de acordo com o Conde Dom Pedro.[2]Ele participou da conquista do Algarve, e tomou por armas as do mesmo reino.[2]

Família
Ele se casou com Theresa Rodriguez,[2] (ou Thereza Pires[1] ou Tareja Pires[3]) criada da rainha D. Brites, esposa do rei Afonso III.[2] Theresa Rodriguez/Pires era filha de Pedro Salvadores de Góis,[1][2][3] senhor do Morgado de Góis,[1][2] e Maria Espada[2] (ou Maria Nunes de Esposade).[1]

Seus filhos foram:
- Ruy Vasques de Moura[1][3] morreu sem filhos[3][Nota 1]
- Gonçalo Vasques de Moura,[1][3] que foi o primeiro a adotar o sobrenome Moura, ele passou para o reino de Castela, e foi armado cavaleiro pelo rei Afonso XI de Castela. Ele se casou com Maria Anes, filha de João Anes de Brito e Magdalena da Costa.[2]
- Estevão Vasques [1] de Moura [3]
- João Vasques, sem filhos[1][3]
- Dona Mór Vasques, casada com Gil Fagundes[1][3]
- Sancha Vasques, casada com Lourenço Vasques da Fonseca[1][3]
- Urraca Vasques[1]

Notas e referênciasNotas O texto de Lavanha troca de posição Ruy e Gonçalo.João Anes de Brito ou João Eanes de Brito (1230 - 1295) foi um fidalgo e Cavaleiro medieval do Reino de Portugal, foi o tronco da família Brito[1][2]. Possivelmente, ele era descendente de Oeyro de Brito (também chamado Soeiro de Brito), e viveu durante os reinados de Sancho Capelo e Afonso III[3].Relações familiaresFoi casado em 1254 [2][1] com Madalena da Costa, filha de Gonçalo da Costa, de quem teve:[3]Afonso Eanes de Brito casado com Ousenda Pires de OliveiraMaria Eanes casada com Gonçalo Vasques de Moura.

Gonçalo Vasques de Moura foi um cavaleiro medieval do Reino de Portugal e o 4.º Alcaide-mor de Moura a que corresponde a uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo.Relações familiaresFoi filho de Gonçalo Vasques de Moura e de Marianes, irmã de Afonso Anes de Brito,[Nota 1] chamado Clérigo de Évora.[1] Casou com Inês Álvares, filha de Álvaro Gonçalves de Sequeira e de D. Beatriz Fernandes de Cambra, de quem teve:[1]Álvaro Gonçalves de Moura casado com Urraca Fernandes, alcaidessa de Azambuja.[1]Leonor Gonçalves, casada com Vasco Fernandes Coutinho.[1]

Vasco Fernandes Coutinho (Portugal, c. 1490 - Espírito Santo, Brasil, 1571) foi um fidalgo português. Foi o primeiro capitão-donatário da Capitania do Espírito Santo.BiografiaFilho de Jorge de Melo, o Lagio, e de sua mulher Branca Coutinho.Tendo se destacado nas conquistas portuguesas na África e na Ásia, recebeu o título de fidalgo com direito a brasão, tença e casa em Alenquer (Portugal).Foi agraciado por D. João III com a décima-primeira das quinze capitanias hereditárias nas terras do Brasil, tendo o seu foral sido passado ainda em 1534.Partiu de Lisboa em uma embarcação com cerca de 60 pessoas, a maioria degredados, entre os quais se incluíam dois fidalgos: D. Jorge de Meneses e D. Simão de Castelo Branco. Vasco Fernandes Coutinho lidou com circunstâncias extremamente difíceis, integrou-se com os povos nativos, tendo inclusive sido excomungado pela Igreja Católica por adquirir hábitos indígenas como "beber fumo" (fumar tabaco), lutou com índios extremamente bravos que já haviam assassinado alguns de seus compatriotas, e fundou as vilas do Espírito Santo (atual Vila Velha) e de Nossa Senhora da Vitória (atual Vitória, capital do Estado do Espírito Santo). Desenvolveu a agricultura de cana-de-açúcar e fomentou a construção de engenhos para a produção de açúcar.Poucos anos depois voltou ao reino em busca de ajuda e a procura de sócios dispostos a compartilhar do projeto de conquista do solo da América.Disputas entre os colonos e conflitos entre estes e os indígenas levaram-no a desistir do empreendimento.Foi avô do bandeirante Fradique Coutinho.O brasão de Vasco Fernandes Coutinho é utilizado como brasão da Universidade Federal do Espírito Santo.[1]Dados Genealógicos1º Casamento: Maria do Campo, filha de André do Campo e Maria de Azevedo. Tiveram como filhos:

- Jorge de Melo
- Martim Afonso de Melo
- Guiomar de Melo
- Maria ou Catarina ou Maria Catarina de Melo Coutinho

2º Casamento: Ana Vaz de Almada. Teve como filho:

- Vasco Fernandes Coutinho, casado com Luísa Grimaldi, segundo outros casado com Joana de Carvalho ou, segundo ainda outros, apenas amancebado com Antónia de Escobar.[2]



Wikipédia
Pela primeira vez
Afonso III de Portugal
1210-1279
Vasco Fernandes Coutinho Filho
f.1590
Vasco Fernandes Coutinho
1490-1561
Gonçalo Vasques de Moura
Afonso XI de Leão e Castela
Maria Anes
Vasco Martins de Moura
Afonso Eanes de Brito
Beatriz de Castela
Teresa Pires de Góis
Gonçalo Vasques de Moura, 4.º alcaide-mor de Moura
Leonor Gonçalves
João Anes de Brito
Alentejo/POR


EMERSON


05/12/2025
ANO:899
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]