6 de janeiro de 2026, terça-feira Atualizado em 15/01/2026 23:32:16
Fontes (10)
Faz pouco mais de 2 anos que o Facebook exibe publicações que afirmam a Terra ter sido soterrada por lama
Olavo de Carvalho (1947-2022)
A maioria das pessoas que perguntamos "qual é a origem dessa sua ideia? De onde você tirou essa sua ideia?", respondem justificando a ideia, argumentando em favor da ideia, mas, você não procura, não pergunta o fundamento, não pergunta a razão, e sim a origem. E a origem já as pessoas não sabem. E se você não sabe a origem das suas ideias, você não sabe qual o poder que se exerceu sobre você e colocou essas idéias dentro de você.
Existem inúmeras correntes de poder atuando sobre nós. O exercício de inteligência exige perfurar essa camada do poder para você entender quais os poderes que se exercem sobre você, e como você "deslizar" no meio deles.
Isso se torna difícil porque, apesar de disponível, as pessoas, em geral, não meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.
Poucos sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.[24727] [29787]
Fonte da informação
They are watching us está em New York City. Edmund Way Teale01/01/1001899-1980
"Moralmente, é tão condenável não querer saber se uma coisa é verdade ou não, desde que ela nos dê prazer, quanto não querer saber como conseguimos o dinheiro, desde que ele esteja na nossa mão."
O Feed do Facebook é a tela inicial com uma lista contínua de publicações (fotos, vídeos, status, links) de amigos, Páginas e Grupos que você segue, organizada por um algoritmo para mostrar o que é mais relevante, mas com uma aba dedicada (Feeds) para ver apenas o conteúdo mais recente em ordem cronológica. Recentemente, o Facebook lançou um feed "Amigos" para focar exclusivamente nas atualizações de amigos, sem sugestões. O que você encontra no Feed:Atualizações de amigos: Posts, fotos, vídeos, links.Publicações de Páginas e Grupos: Conteúdo de fontes que você segue.Atividade de aplicativos e curtidas: O que seus amigos estão curtindo ou usando.Conteúdo Sugerido: Posts de outras pessoas ou Páginas que o algoritmo acha que você vai gostar. Como controlar seu Feed:Feed (Padrão): A tela principal, com conteúdo relevante e misturado.Feeds (Aba): Uma aba separada para ver publicações em ordem cronológica (mais recente primeiro), de amigos, Favoritos, Páginas e Grupos.Amigos (Feed): Uma nova aba que mostra apenas o conteúdo de amigos, removendo sugestões. Dicas para usar o Feed:Para posts recentes: Toque na aba "Feeds" no menu para ver tudo em ordem cronológica.Para focar em amigos: Use o novo feed "Amigos" ou marque pessoas e Páginas como "Favoritos" para vê-los com mais frequência.Para conteúdo duradouro: O Feed é para posts mais permanentes, enquanto os Stories são para atualizações rápidas do dia a dia. 6 de janeiro às 17:06 Nova Iorque, Estados Unidos da América
A CATEDRAL ENTERRADA VIVA
"Ela não foi construída no subsolo. Foi enterrada. O nível do solo não corresponde, as portas se abrem para o nada e as janelas começam abaixo da superfície. Os registros mostram um único evento que cobriu a cidade… posteriormente renomeado como “desenvolvimento urbano”. Sob a superfície, um padrão perturbador surge: edifícios monumentais enterrados até a metade, como se o mundo tivesse sido reiniciado à força. Isso não é erosão. Isso não é progresso. É apagamento. Quando você conecta os pontos, o silêncio faz sentido. Não se tratava de reconstruir cidades, mas sim de enterrar uma civilização anterior. A catedral sobreviveu… mas o solo foi reescrito."
#HiddenHistory #Tartaria #GreatReset #
FLAT OUT TRUTH@TheFlatEartherr
VERDADE ABSOLUTA @TheFlatEartherr
"Nossas cidades foram encontradas, não construídas. Desenterradas da lama ao longo de muitos anos, seus habitantes originais há muito desaparecidos e, até recentemente, esquecidos."
Traduzir post3:59 AM · 14 de set de 202460,3 mil Visualizações
Visão geral criada por IA
A imagem é uma fotografia manipulada digitalmente, ou uma imagem gerada por IA, que apresenta uma igreja de aparência grandiosa e antiga situada em uma grande cratera ou buraco artificial.A cena é surreal e não representa um local real.A justaposição de uma arquitetura elaborada e o terreno acidentado e escavado cria um efeito visual dramático.A imagem provavelmente foi criada com ferramentas de edição de imagem ou geradores de arte de IA para fins artísticos ou conceituais.O estilo da fotografia em sépia sugere uma estética vintage, embora o conteúdo seja moderno.
Existem inúmeras correntes de poder atuando sobre nós. O exercício de inteligência exige perfurar essa camada do poder para você entender quais os poderes que se exercem sobre você, e como você "deslizar" no meio deles.
Isso se torna difícil porque, apesar de disponível, as pessoas, em geral, não meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.
Poucos sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.Mas quando você pergunta "qual é a origem dessa ideia? De onde você tirou essa sua ideia?"
Maioria das pessoas respondem justificando a ideia, argumentando em favor da ideia, mas, você não procura, não pergunta o fundamento, não pergunta a razão, e sim a origem. E a origem já as pessoas não sabem. E se você não sabe a origem das suas ideias, você não sabe qual o poder que se exerceu sobre você e colocou essas idéias dentro de
Em 23/5/1822 - Começam as obras da primeira ferrovia do mundoA primeira ferrovia do mundo foi construída na Inglaterra, entre as cidades inglesas de Stockton e Darlington, possuindo em torno de 60 quilômetros de extensão e inaugurada em setembro de 1825.Ela foi desenvolvida para ligar minas de carvão e para transportar passageiros. Os trens atingiam uma velocidade de cerca de 45 km/h. O mentor deste invento foi George Stephenson, que dedicou anos de sua vida à realização do projeto.George Stephenson nasceu 9 de junho de 1781, na Inglaterra. Em 1812, se formou em engenharia e consagrou-se ao ser o verdadeiro criador da tração a vapor em estrada de ferro.
Célebre frase de Titanic representa arrogânciaA famosa frase de Titanic, “Nem Deus pode afundar esse navio” atribuída como lenda ao capitão, representa a arrogância humana em acreditar na invulnerabilidade de suas criações.O Titanic foi concebido e construído em uma época de grandes avanços tecnológicos, na qual a sociedade se via no auge de suas realizações. A confiança depositada no navio era tão imensa que se acreditava ser impossível que algo tão grandioso e moderno pudesse ser destruído.No entanto, o naufrágio do Titanic se tornou um marco histórico e uma poderosa lição de humildade. O desastre demonstrou que até mesmo as maiores e mais impressionantes criações humanas estão sujeitas a falhas e podem enfrentar um destino trágico.Foi uma dolorosa e inesperada revelação de que a arrogância e a confiança excessiva podem cegar-nos para os perigos iminentes.SímboloO Titanic se tornou um símbolo da fragilidade humana frente à natureza implacável e imprevisível.A tragédia despertou a consciência coletiva para a necessidade de humildade diante do poder dos elementos naturais. Além disso, reforça a importância de considerar cuidadosamente a segurança em todas as áreas da vida.A história do Titanic também desafia a ideia de que o progresso tecnológico é sinônimo de perfeição e invencibilidade. Por mais avançado que fosse o navio na época, sua construção e projeto apresentaram falhas que contribuíram para sua trágica perda.Isso nos lembra que mesmo as inovações mais impressionantes devem ser acompanhadas por uma busca constante pela segurança e pela compreensão de que nenhum empreendimento humano está totalmente livre de riscos.Em última análise, o naufrágio do Titanic serve como uma poderosa lembrança de que a soberba e a arrogância podem ter consequências devastadoras.É uma advertência para que nunca subestimemos a natureza e a vulnerabilidade das nossas próprias criações.O Titanic nos ensinou que a humildade e a busca contínua pela segurança são essenciais para garantir a durabilidade e a sobrevivência de qualquer empreendimento humano, independentemente de quão grandioso e inovador possa parecer.
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]