Mr. Editor, I was canoe´ing down the River of Iguape in this Consular district; it is called ridiculously enough the Ribeira or rivulet, when calling on the excellent Vigario (Vicar) of Xiririca, M. J. Gabriel da Silva Cardoso, and looking over his Livro do Tombo (Parish Register), I was struck by the name of a place, in the Tupi or Lingua Geral "Vutupoca", translated Morro que rebenta - Hill that explodes. On the other side of the River, bearing South-West from the Vicarage rose the Morro, clothed with trees Cap-ù-pié, an isolated gradual cone, with a distinctly volcanic outline. Its North-Eastern face is, I was told, a perpendicular rock.
The fearful rains of January 1866 prevented my ascending the Exploding Hill. But the result of many local enquiries was that as lately as fifteen years ago flame has been seen rising from the hill and the phenomenon was accompanied by rumblings or explosions which extended across the River to the opposite range of Bananal Pequeno.
You will, I hope, hear from me again. Should this report of a dormant volcano in Southern Brazil be confirmed by absolute exploration, the discovery will be of no little value in a geographical point of view. And these lines may perhaps - should I be unable to carry out my project - induce another and a better man to undertake the task. It is not, you will remember, half a century ago when the Scientific of Europe declared that no volcanic formations, and certainly no volcanoes, could be found in this magnificent Empire.I am, Sir,Your obedient Servant,RICHARD F. BURTON.F. R. G. S.Hotel Millon, Santos, Brazil.
Eu descia de canoa o Rio Iguape, nesta jurisdição consular — rio que, de forma até ridícula, é chamado de *Ribeira* (ou riacho) —, quando, ao visitar o excelente vigário de Xiririca, o Sr. J. Gabriel da Silva Cardoso, e examinar seu Livro do Tombo (registro paroquial), chamou-me a atenção o nome de um lugar: "Vutupoca", termo em tupi ou Língua Geral traduzido como "Morro que rebenta". Do outro lado do rio, em direção sudoeste a partir da casa paroquial, erguia-se o morro — coberto de vegetação (*capu-pié*), um cone isolado de inclinação suave e contorno nitidamente vulcânico. Sua face nordeste, segundo me informaram, é um paredão rochoso perpendicular.
As chuvas temíveis de janeiro de 1866 impediram-me de subir o Morro Explosivo. No entanto, o resultado de muitas indagações locais foi que, há apenas quinze anos, viram-se chamas erguendo-se do morro, e o fenômeno veio acompanhado de estrondos ou explosões que se propagaram pelo rio até a serra oposta, em Bananal Pequeno.
Espero que volte a ter notícias minhas. Caso este relato sobre um vulcão adormecido no sul do Brasil venha a ser confirmado por uma exploração minuciosa, a descoberta será de grande valor sob o ponto de vista geográfico. E estas linhas poderão, talvez — caso eu não consiga levar meu projeto adiante —, levar outra pessoa, mais capaz, a empreender a tarefa. Lembre-se de que não faz nem meio século que a comunidade científica europeia declarou que não se encontrariam formações vulcânicas — e muito menos vulcões — neste magnífico Império.[p. 2]
1º fonte - 3 de abr. de 1945, terça-feira
Vulcão - Jornal da Manhã/RJ
ANO:108
Cassius Marcellus Clay Jr. 1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.