José de Barros Penteado de Itu SP 1739-1789 e descendentes . Era irmão de Antonio de Barros Penteado (o 5° avô de Tiffany)
29 de outubro de 2011, sábado Atualizado em 09/11/2025 20:14:14
•
•
atualizado 03.12.2022 por Tiffanyo 6° avô de Tiffany, o Capitão Fernão Paes de Barros foi morador em Parnaíba onde faleceu em 1755. Foi casado (1731) em S. Paulo com Angela Ribeiro Leite, falecida em 1749, (f.ª de Francisco Leite Ribeiro e de Maria de Cerqueira).
Silva Leme refere : "É tradição corrente entre seus descendentes que foi o capitão Fernão Paes fiador de um espanhol que, tentando desviar o rio Tietê, no lugar denominado Rasgão, abaixo da capela de Pirapora, perdeu todo o seu trabalho comprometendo ao mesmo tempo os haveres do seu fiador deixando-o em condições precárias de fortuna. Entretanto, seus filhos (José Antonio e Francisco de Barros Penteado, nota por Tiffany) : se dirigiram às minas e adquiriram grande cabedal em ouro" .
Seus filhos foram: 1) Maria de Cerqueira Paes que foi casada com o guarda-mor Calixto do Rego Souza e Mello2)Anna foi freira em Santa Theresa em S. Paulo com o nome de Anna Mathilde.3) Francisco de Barros Penteado foi moço de instrução e foi às minas com seus irmãos José de Barros e Antonio de Barros Penteado e ficou morando em Vila Boa de Goiás, onde casou-se e deixou f.ºs. Deste é bisneto do governador de Mato Grosso coronel Antonio Paes de Barros. segundo Silva Leme (genealogia paulistana).4)Custodia Celia de Cerqueira casou-se com o sargento-mor Francisco Ribeiro de Moraes Pedroso, de Sorocaba, viúvo de Maria do Belem, f.º do sargento-mor Ignacio de Almeida Lara e de Anna Pedroso de Cerqueira5) que segue Capitão José de Barros Penteado, natural de São Roque, foi às minas onde demorou-se três anos e por doente voltou a S. Paulo, trazendo boa soma de ouro com que comprou terras na vila de Itu onde se estabeleceu e casou-se em 1775 com Maria Dias Leite f.ª de José Gonçalves de Barros e da 1.ª mulher Maria Dias Leite.
Faleceu o capitão José de Barros Penteado em 1789 com testamento em Itu (óbitos de Itu) e teve (C. O. de S. Paulo) os 6 f.ºs.6) o 5° avô de Tiffany , o Capitão Antonio de Barros Penteado, f.º do capitão Fernão Paes foi às minas com seu irmão o capitão José de Barros n.º 5) supra e, na exploração da mina da Melgueira, conseguiu tirar em alguns anos uma arroba de ouro, com o que, voltando para S. Paulo, comprou terras em Itu onde ficou estabelecido. Casou-se em 1778 em Itu com Maria Paula Machado f.ª do capitão-mor Salvador Jorge Velho e de Genebra Maria Machado. Tit. Jorges Velhos. Faleceu o capitão Antonio de Barros em 1820 em Itu e teve 9 f. 7) Manoela Perpetua de Cerqueira Leite, casada e moradora na Meia Ponte; era já viúva em 1755 e em 1789 figurou como legatária no testamento de seu irmão José n.º 5.8) Potencia Leite estava casada com Bento Domingues Maciel.9) Ignacio de Barros Penteado, natural de S. Roque, f.º do § 2.º ficou residindo em Parnaíba e casou-se 1.º em 1768 (C. Ec. de S. Paulo) com Anna de Arruda (mais tarde Anna de Almeida Bueno) f.ª de Luiz Pedroso de Barros e de Escholastica Pedroso, Tit. Taques: 2.ª vez estava casado, quando faleceu, com Anna Xavier de Barros f.ª de Salvador Corrêa de Lemos Xavier e de Luzia Leme de Barros. Tit. Quadros. Faleceu Ignacio de Barros com testamento em 1783 em seu sítio em Parnaíba (Resid. de test. C. Ec. de S. Paulo) com f.ª única da 1.ª mulher10 ) Maria Rosa de Cerqueira e Camara, última f.ª do § 2.º casou-se em 1769 em S. Paulo com Manoel Affonso Guerra f.º de Francisco Rodrigues da Guerra e de Maria Nunes de Siqueira. 5) O Capitão José de Barros Penteado, nasceu em 1739 em São Roque. Segundo Silva Leme "foi às minas onde demorou-se três anos e por doente voltou a S. Paulo, trazendo boa soma de ouro com que comprou terras na vila de Itu onde se estabeleceu e casou-se em 1775 com Maria Dias Leite f.ª de José Gonçalves de Barros e da 1.ª mulher Maria Dias Leite. "Faleceu o capitão José de Barros Penteado em 14.6.1789 à 50 anos com testamento em Itu (óbitos de Itu) e teve (C. O. de S. Paulo) 6 filhos. Declarou no testamento 4 f.ºs. legítimos - José (filho), - Anna, - Maria e - Fernando. Os filhos Francisco e Ignacio muito provavelmente haviam falecido prima do pai. Refere Silva Leme que haviam falecidos em Goias.)Filhos do capitão José de Barros Penteado e Maria Dias Leite5-1 Capitão José de Barros Penteado II, nasceu em 1776 em Itu. mesmo nome do pai.Casou com Maria Francisca Martins de Almeida, natural de S. Paulo de quem se divorciou em 1805 !. (varios processos em Itu) uficialmente sem geraçâo com ela, mas parece que tive pelo meno uma filha. Segue mais informação embaixo com 2) *)Era um homem de posses e influência na Vila de Itu. Possuía bens tanto na vila como no sítio, neste último, em especial, possuía engenho que era herança de sua mãe Maria Dias. Foram arrolados os valores dos bens em móveis, animais, ferramentas, casas, objetos em prata, ouro, folhas, cobre estanho, e escravos. José de Barros Penteado II faleceu em 1830 em Itu.(fonte: seu testamento)5-2 Anna de Barros Leite, nascida em 1778 em Itu. Casou-se em 1790 em Itu com o tenente Francisco Galvão de França, f.º do sargento-mor, licenciado José Galvão de França e de Maria Xavier de Barros.Faleceu Anna em 1830.5-3 Maria de Barros Leite nasceu em 1781 em Itu, foi casada em 1794 em Itu com o tenente Joaquim Galvão de França f.º do sargento-mor, licenciado José Galvão de França e de Maria Xavier de Barros.5-4 Tenente Fernando Paes de Barros, Nasceu em 1783 Era ouvidor, cavaleiro da ordem de Cristo, proprietário de grandes fazendas de cultura em Itu e Capivari. Em seu palacete em Itu hospedou-se S. M. o Imperador Dom Pedro .Casou-se em 1807 em Itu com Maria Jorge de Almeida Barros f.ª de Alexandre Luiz de Almeida Pedroso e de Anna Jorge de Barros. Faleceu em 1851. Teve os 11 f.ºs. 5-5 Francisco Xavier de Barros Penteado (memo nome do tio paterno), faleceu em Goiás, antes do pai, porque não é mencionado no testamento.5-6 Ignacio de Barros Penteado faleceu em Goiás na companhia de seu irmão Francisco supra n.º 5.5-1 ) José de Barros Penteado filho 1776-1830Com o senhor Rubens, que muito provavelmente é um meu primo, e que pesquisa as orgens de Policena Soares de Barros, encontramos os seguintes informações : O senhor Rubens encontrou no Museu Republicano de Itu, cópia digitalizada do testamento de 2) José de Barros Penteado (II), onde ele descreve seus antepassados e os dados de sua irmã, além de outras informações gerais e determinações. José de Barros Penteado (II) que faleceu em 1830 em Itu SP, era o 1° filho do meu 5° tio-avó Jose de Barros Penteado, irmâo de Antonio de Barros Penteado, o "patriarca" do meu ramo Paes de Barros em Sao Paulo. José de Barros Penteado [era primo dos meus antepassados Bento e futuro barâo de Itu] e Francisco Xavier Paes de Barros], era um homem de posses e influência na Vila de Itu. Possuía bens tanto na vila como no sítio, neste último, em especial, possuía engenho que era herança de sua mãe Maria Dias. Foram arrolados os valores dos bens em móveis, animais, ferramentas, casas, objetos em prata, ouro, folhas, cobre estanho, e escravos.O senhor Rubens e eu encontramos tambem um texto de um mestrado na Unicamp do 2005 por Aline Antunes Zanatta, sobre a "elite" de Itu SP e alguns divorcios deles, nos anos de 1800. Basicamente este mestrado, mostra um divórcio da elite ituana, e mais precisamente do casamento de José de Barros Penteado (o filho) e Maria Francisca Martins de Almeida, nos anos de 1805. E neste episódio, onde existem acusações de ambos os lados do casal de traíção, aparece uma mulata - de nome Policena Soares de Barros, filha de Ursúla Soares de Barros.Esta Ursula Soares de Barros (nascida em Cotia, ca 1776, era filha de Tereza, escrava preta, e de pai icognito) , Ursula era escrava de José de Barros Penteado e muito provavelmente Policena erar filha de José de Barros Penteado com ela.Segundo o relato do trabalho de mestrado da Unicamp, quando do divórcio de José de Barros Penteado (2) e D. Maria Francisca Martins de Almeida, o motivo do divórcio seria a suposta tentativa de envenenamento de José de Barros com o suposto amante de D. Maria Francisa, conforme denúncia da escrava Úrsula. Por sua vez, a D. Maria Francisca acusava José de Barros de caso com a escrava, e que pelo menos uma das filhas da escrava seria na verdade filha de José de Barros, no caso Policena. No processo de divórcio (em 1805) consta que José de Barros teria dado liberdade á Ursula e Lino (Lino,: nos censos de Itu descrito mulato e esposo de Ursula, no processo de divorcio em 1805 ja libertou e fugido), para que não constassem mais como escravos. Efeitivamente no censo de Itu do 1805 eles não constam como escravos de Jose de Barros.Fato é que anos mais tarde deste processo de divórcio, e um ano antes da morte de José de Barros Penteado, ele deixou parte principal de seus bens para todos os filhos de Policena, e também deixou a Policena como sua inventariante. No próprio testamento, ele alega não ter descendentes. No testamento de José de Barros Penteado II em 1830, aparece como Juiz de Orphãos - Bento Paes de Barros (primo de Jose e tetra-avó de Tiffany)- que cuidou do processo durante anos, desde seu início.Policena Soares de Barros, nasceu em 06 de Maio 1800 e foi batizado o 11 de Maio. Ela casou-se em 1813 ainda muito jovem com cerca de 13/14 anos com o Alferes Francisco Antonio Romano, tendo como um dos padrinhos, o Tenente Joaquim Galvão de França (casado com Maria de Barros Leite, nr. 3 supra e irma de Jose de Barros Penteado filho) Os filhos deles tinham todos como padrinho o Capitão José de Barros Penteado (o filho), o que demonstra um certo carinho e acompanhamento da vida desta jovem, que ficou viúva em 1829 de seu primeiro marido, o alferes Francisco Antonio Romano. Ela casa-se em 1832 com Miguel Scheuermann, um alemão, imigrante da Bavaria. As pesquisas de Rubens sâo mais um peço do puzzle na historia dos meus antepassados: Este Francisco Antonio Romano eu jà havia encontrado em alguns artigos antigos dos jornais de 1824 onde referam que lutou com os três irmâos de Barros de Itu ( Bento, Antonio e Francisco Xavier) na Bernarda e foram presos e "convocados" para a corte do Rio de Janeiro, e depois voltam com festejos em Itu. São muito elogiados os irmâos de Barros e Francisco Romano em uma carta de Paula Souza, parente e cunhado dos irmãos de Barros.Em fim :Ursula Soares de Barros, mulata (varios censos de Itu), nascida em 1781, era filha de Tereza que era uma escrava de Luzia Leme de Campos, a qual era esposa de Francisco Soares de Barros de Sao Paulo e que tive fazenda em Cotia . No batismo de Ursula foi padrinho o Joao Soares de Barros. Este ultimo parece ser o filho de Francisco Soares de Barros e de Luzia Leme de Barros (ou de Campos) que nasceu em 1858 em Cotia.Ursula obtive o sobrenome desta familia Soares de Barros (tambem chamados Medela) da qual -dizem alguns pesquisadores- descende o Padre Diogo Antonio Feijó, outro personagem que foi ligado com a historia e "politicas" dos Paes de Barros, vindo de Itu SP. Ursula tive mais ou menos a mesma idade do nosso Jose de Barros Penteado, ( o filho ) . Policena foi batizada em 1800 em Itu,e era muito provavelmente uma filha ilegtima dele como acusa a esposa dele nas atas do divorcio. Como se pode ler no mestrado de Aline Antunes Zanatta, Ursula e Policena foram escravos da Maria Francisca Martins de Almeida, esposa de Jose de Barros Penteado. No processo de divorçio ela requera na meaçao das suas escravas Policena e Ursula e no mesmo assunto acusa Ursula ser a amante do seu esposo. Mas como se pode ler tambem, Policena era jà forra. Em alguns censos de Itu é registrada com propria casa e depois com seus filhos como agregados na casa de Jose de Barros Penteado !Mesmo interessante é que os registros sobre Ursula e Policena Soares de Barros descrevam as como donos de escravos e terras.[ nota por Tiffany: Se sabe muito pouco e é pouco pesquisada a historia dos escravos dos antepassados. Mas eles fazem parte da historia e da vida dos nossos antepassados. - E sem fazer polémica ou seguindo as varias tendençias e "politicas" sobre negros, indios e raçismo nos dias de hoje, achei historicamente muito interessante a descriçâo no censo de Itu do ano 1836 onde Policena, ( mulata, nascida em 1800, (filha da uma escrava preta, Ursula Soares de Barros) e seu 2ndo marido Miguel Scheuermann e os filhos, sâo registrados com descriçao das terras pertencente a eles e eles mesmos com escravos; e onde Policena é descrita como "branca". ]Filhos de Policena com Francisco Antonio Romano, que foram todos herdeiros de Jose de Barros Penteado, alguns talvez faleceram jovens.: Antonio Pereira de Barros(1816), Maria Soares (1819), Anna (1822) Francisco (1825), Major Joao Soares de Barros (1826 - 1887) João Soares de Barros , aparece como um dos fundadores de Lagoa Vermelha, no Rio Grande do Sul, motivado pelas tropeiros e seus movimentos no passado, este acabou fixando residência no Rio Grande do Sul,Jose (1828). Foi padrinho de todos estes filhos: Jose de Barros Penteado II, Filhos de Policena com Miguel Scheuermann: Antonio Miguel (1834) casou em 1859 em Sorocaba com Idalina de Araujo CastanhoRita Belisarda (1838),Gertrudes, Susanna, Theresa, UrsulinaPolicena Soares de Barros faleceu em 1870.(na dissertaçao de mestrado de Aline Antunes Zanatta pode-se ler que no processo de divorcio que Dona Maria Francisca Martins, a ex-mulher de Jose de Barros Penteado, cita outros dois filhos da escrava Ursula Soares de Barros de nome, Carolina e Euzebio - irmâos de Policena, e que estes tambem foram filhos ilegitimos de José de Barros Penteado com a escrava Ursula.- ai talvez outros descendentes de Jose de Barros Penteado)Fontes pesquisados: - dissertaçao de mestrado por Aline Antunes Zanatta, 2005- varios censos de Itu (no familysearch e casa Pinhal)- jornais da epoca- livros de batismo, casamento e obito (Itu, Cotia)- revista ASBRAP nr. 22, familia Medela (Soares de Barros)5-4 ) Tenente Fernando Paes de Barros, nascido em 1783, filho de Jose de Barros Penteado e de Maria Dias Leite.Nasceu em 1783, falecido em 1851. Era ouvidor, cavaleiro da ordem de Cristo, proprietário de fazendas de cultura em Itu e Capivari. - Adquirí terras em Capivari, mas nâo deixou a residencia em Itu SP, onde ele hospedou o imperador em 1846 e onde faleceu em 1851.Os seus filhos mudaram mais tarde para Capivari e Piracicaba.Refere o Prof. Luiz Gastao Paes de Barros Leães no seu livro que o ouvidor, residente em Itu :"explorou para subsistencia a fazenda Cruz proximo do Salto de Itu. Mais tarde em busca de terras virgens e mais produtivas, adquirí a sesmaria das Palmeiras no bairro de Capivari. Nâo deixou porém seu domicilio em Itu, situado no Largo de Matriz, esquina da Rua Direita. .....e .....Formaria nas terras de Capivari a sua fazenda em sociedade com um dos seus filhos, o José "Juca", que ali passaria a residir. "Casou-se em 1807 em Itu com Maria Jorge de Almeida Barros (f.ª de Alexandre Luiz de Almeida Pedroso e de Anna Jorge de Barros.) Faleceu em 1851. Teve 11 f.ºs. 5-4-1 Anna Miquelina Paes de Barros (nascida 1808) c/c em 1820 Jose Ferraz Arruda 5-4-2 José " Juca" Fernando de Almeida Barros (1811-1884) c/c em 1832 Anna Candida Corrêa Pacheco, que foi em sociedade com seu pai na fazenda em Capivari5-4-3 Maria Joaquina de Almeida Barros (1809.1886) c/c em 1823 Pedro Domingues Paes Leme5-4-4 Gertrudes Miquelina Paes de Barros (1814) c/c Antonio Diaz Ferraz Pacheco5-4-5 Fernando Paes de Barros Junior casado 1a vez com Antonia Leduina Ferraz e a 2a vez com Maria Xavier de Campos. 5-4-6 Francisco Fernando Paes de Barros (1824-1902) , c/c em 1842 Angela Guilhermina de Mesquita (este ultima descende do ramo de Antonio de Barros Penteado, o tio paterno de Francisco ). Francisco e Angela Guilhermina foram pais de: 5-4-6-1 Joaquim, (1845- 1901) que era deputado provincial em 1870/71 e juiz de paz em Barreto. Era casado com Maria Candida, filha do seu tio paterno 5-4-9 Bento, mais adiante.um filho deles (de Joaquim e Maria Candida) de nome Francisco (Foto embaixo) e nascido em 1868 casou com uma prima que tambem era descendente do ramo de Antonio de Barros Penteado, precisamente casou com Maria Paes de Barros, filha de Franicisca de Azevedo e do Dr. Raphael de Aguiar Barros o qual era neto paterno de Antonio de Barros Penteado, primo e cunhado do barão de Tatui. 5-4-6-2 Francisco (filho), nascido em 1856 e falecido em 1918, engenheiro civil, formado nos EUA casado com sua prima Alexandrina, tambem chamado Barros Junior ou o "pai de Salto".5-4-6-3 Fernando (1858 - 1925) tambem engenheiro civil e formado nos EUA, Era casado em 1880 tambem com uma prima do ramo de Antonio de Barros Penteado, precisamente com Maria Raphaela de Paula Souza, irmã do famoso Antonio Francisco de Paula Souza, ambos filhos do conselheiro Francisco de Paula Souza e de Maria Raphaela Paes de Barros., (este ultima era filha do 1° barão de Piracicaba, Antonio Paes de Barros). Maria Raphaela de Paula Souza e Fernando tiveram um palacete na Rua Florencio de Abreu em Sao Paulo, que ainda hoje existe. Era em frente do palacete do Barao de Tatui. (Leia mais sobre Antonio Francisco de Paula Souza aqui : Antonio Francisco de Paula Souza )5-4-7 Coronel Alexandre Luiz de Almeida Barros c/c Maria de Almeida Campos5-4-8 Izabel Leduina Paes de Barros c/c Antonio Galvao de Almeida5-4-9 Bento Paes de Barros, nascido em 1829 e falecido em 02.06.1890 com 61 anos em Rio de Janeiro onde estava para affares com seu filho Jose Bento.. Era casado em 1849 a 1a vez com sua sobrinha Maria Elisa de Almeida Barros, falecida em 1867. A 2a vez era casado com Maria do Amaral Andrade.Tive 14 filhos: 5-4-10 Antonia Eufrosina Paes de Barros c/c com Joao Baptista de Almeida Prado5-4-11 Coronel Joaquim Fernando Paes de Barros, nascido em 1835 foi 1.º casado com sua sobrinha Maria Fernandina, f.ª de seu irmão Fernando Paes de Barros (n.º 5-5) e da 1.ª mulher; 2.ª vez era casado com Clara Candida da Motta f.ª de Luiz Thomaz Nogueira da Motta, sem filhos com a 2a esposa. Terceira vez casou com Philomena Vaz de Mello. Ele faleceu em 1884 em Capivari.. Os filhos do Coronel com sua sobrinha e 1a esposa, Maria Fernandina: 5-4- 11-1 Antonia Fernandina,casado com Pedro Lourenço de Almeida Prado, f.º do tenente-coronel Lourenço de Almeida Prado e de sua 1.ª mulher Francisca Eufrozina Corrêa de Moraes.Sem geração.5-4-11-2 Maria Fernandina, casada com José de Almeida Prado f.º do capitão João de Almeida Prado, morador em Piracicaba em 1904, e de Carolina Ferraz do Amaral. Com geração.5-4- 11-3 Joaquim Fernando Paes de Barros Junior, nascido em 1860 que segue casou-se com Francisca Eugenia f.ª de Vicente de S.Paio Góes e de Gertrudes de Almeida Taques.5-4- 11-4 Fernando Eugenio Paes de Barros casou-se com Maria Emilia de Carvalho, f.ª de Antonio da Costa Carvalho. Com geração.5-4- 11-5 Anna Fernandina, solteira.5-4- 11-6 Francisca Fernandina casou-se com Vicente Lourenço de Almeida Prado, irmão de Pedro Lourenço do n.º 5-1 supra. Com geração 5-4- 11-7 Marcolina Fernandina, filhos com Philomena Vaz de Mello, terceira esposa :5-4- 11-8 Georgina Vaz de Barros.5-4-11-9 Gessia Vaz de Barros.5-4-11-10 Leonel Vaz de Barros (1891-1973)5-4- 11-11 Alexandre Paes de Barros.5-4-11-3 Joaquim Fernando Paes de Barros nasceu cerca em 1860 e foi casado com Francisca Eugenia, nascida em 1868, filha de Vicente de Sampaio Góes e de Gertrudes de Almeida Taques.Joaquim Fernando Paes de Barros, residente em Piracicaba, estudou em Europa, mas foi doente e voltu apos 2 anos.Em 1884 casou em Indaiatuba com Francisca Eugênia Sampaio (foto embaixo), nascida 25.12.1868 e falecido 1970 bem idosa ao 102 anos em Campinas. Como referem o jornal "Estadao" nas ediçiões em 1957 e 1967 ; Joaquim Fernando Paes de Barros tive varias fazendas e mudou algumas vezes : Tive entâo a fazenda Bom Retiro em Capivari e depois em Piracicaba a fazenda Boa Esperança, Em uma dessas fazendas em Piracicaba ou Capivari chegaram em 1902 bem 5 familias italianos (colonos) como consta no registro da hospedaria de imigrantes de Sao Paulo. Suponho que estas 2 fazendas foram vendidas porque a familia mudou para Porto Feliz, Bocaina e depois Campinas e Jau.Seria interessante saber mais sobre estas fazendas "Boa Esperança" em Piracicaba e as condições da vida de entâo dos donos e dos colonos italianos que em 1902 chegaram para a fazenda de "Joaquim Fernando Paes de Barros".Escreve o seu bisneto, o Prof. Luis Gastao - que ainda o conheçeu- em seu livro que Joaquim Fernando "moreu em Bocaina com seu filho - Joaquim Fernando JUNIOR - que ai lhe arranjou uma sinacura como coletor estaudal, trasferinde-se depois para Campinas. Sofreu de neurastenia. ........que um revés fê-lo depender dos seus filhos e que era um profundo pessimista e que soffreu de depressâo. "Isso poderia explicar porque a familia mudou muitas vezes de lugar e deixou ou vendeu as fazendas (descritas supra)."A casa em Campinas era dividida em 2 pedaços e que do outro lado viveu a sua esposa, Francisca Eugenia, uma mulher "extroverdida, vivaz e arguta e que adorava receber os parentes e conversar"(fonte : Exercicios de memorias, Gastão Paes de Barros Leães)Joaquim Fernando Paes de Barros faleceu em 1942 e Francisca Eugenia em 1970 em Campinas. Foram pais de 15 filhos:- Decio, - Gertrudes, - Jacyra, - Maria Zenaide, - Vicente, - Joaquim Fernando Paes de Barros Junior que segue, - Eugenia, - Paulo, - Sergio Targino, - Tito, - Maria do Carmo, - Fernando, - Synesio e mais uma filha do qual nâo sei o nome.Joaquim Fernando Paes de Barros JUNIOR , nascido em 28.0.1885 em Capivari, era casado com Anna Balbina de Almeida Prado (nascida 16.7.1888, filha de João de Almeida Prado junior (22.2.1847 em Porto Feliz - 24.3.1934 em Jau) e de Ana Gertrudes Ferraz (4.12.1852 em Piracicaba - 28.2.1928 em Bocaina). Faleceu em 1949 em Campinas.Descreve Gastâo Paes de Barros que seu avó - Joaquim Fernando junior- "nâo conseguiu formar-se em Direito, por as dificuldades em que viveram seus pais, jà que precisva trabalhar. Foi professor estadual. Mais tarde comprou terras em Bocaina - com a ajuda de sua tia Marcolina Fernanda- e que em 1912 començou plantar café. " Joaquim Fernando Paes de Barros junior e Anna Balbina de Almeida Prado tiveram 7 filhos:- 1) Joao Octavio (1911); -2) Maria Cecilia (1914) ; - 3) Sylvio (1917),; -4) Gastao (1920); 5) - Odila (1924); e -6) o "Dr. Quizinho" , o Joaquim Fernando Paes de Barros NETO nascido em 1911 e falecido em 1979. Ele era casado com Clara Ferraz de Magalhaes. Ver foto eembaixo.(de 2) Maria Cecilia (nascida em 1914) descende o advogado, professor Gastão Paes de Barros Leâes, nascido 1936), autor de varios livros e memorias sobre a familia Tem um Blog da familia de Almeida Prado em Jau com muita historia e fotografias antigas, entre eles tambem informaçoes dos membros Paes de Barros de este ramo. O blog convida-se a não copiar as fotos. Por favor, respeiteLink Foto com Francisca Eugênia Sampaio de 1947:Obrigada primo Pedro e primos em Jau pelas informações!eobrigada a Roberto Paes de Barros Cintra para informações e fotografias !Maria Paes de Barros(filha do Dr. Raphael de Aguiar Barros e de Francisca de Azevedo do ramo do 5° avô de Tiffany Antonio de Barros Penteado)e o marido, Francisco Fernando Paes de Barros (o neto).Este ultimo era filho de Joaquim Fernando Paes de Barros e de Maria Candida de Barros ( Joaquim e Maria Candida foram primos. Joaquim era filho de Francisco Fernando Paes de Barros -Nr. 5-4-6-1 supra- e Maria Candida filha do irmao de seu pai, o Bento )Maria e Francisco foram pais de Ramiro e Marcelo. Marcelo mais tarde casou com sua prima, Maria Vidigal. Maria de Barros Vidigal era filha do Dr. Ernesto Vidigal e Izabel de Barros, irmã de Maria supra e tambem filha de Rafael de Barros Aguiar e Francisca de Azevedo.Uma hiperligação entre os descendentes de Jose de Barros Penteado e os do seu irmão, meu 5° avõ, Antonio de Barros Penteado !Foto enivada-me por o primo Roberto Paes de Barros Cintra
\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\3392yf.txt ME|NCIONADOS• Registros mencionados (1): 29/10/2011 - Falecimento de José de Barros Penteado em Itú/SP EMERSON
Sobre o Brasilbook.com.br
Freqüentemente acreditamos piamente que pensamos com nossa própria cabeça, quando isso é praticamente impossível. As corrêntes culturais são tantas e o poder delas tão imenso, que você geralmente está repetindo alguma coisa que você ouviu, só que você não lembra onde ouviu, então você pensa que essa ideia é sua.
A famosa frase sobre Titanic, “Nem Deus pode afundar esse navio”, atribuída ao capitão do transatlântico, é amplamente conhecida e frequentemente associada ao tripulante e a história de criação, no entanto, muitos podem se surpreender ao saber que essa citação nunca existiu. Diversos historiadores e especialistas afirmam que essa declaração é apenas uma lenda que surgiu ao longo do tempo, carecendo de evidências concretas para comprová-la. [29787]
Existem inúmeras correntes de poder atuando sobre nós. O exercício de inteligência exige perfurar essa camada do poder para você entender quais os poderes que se exercem sobre você, e como você "deslizar" no meio deles.
Isso se torna difícil porque, apesar de disponível, as pessoas, em geral, não meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.
meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.Mas quando você pergunta "qual é a origem dessa ideia? De onde você tirou essa sua ideia?" Em 99% dos casos pessoas respondem justificando a ideia, argumentando em favor da ideia.Aí eu digo assim "mas eu não procurei, não perguntei o fundamento, não perguntei a razão, eu perguntei a origem." E a origem já as pessoas não sabem. E se você não sabe a origem das suas ideias, você não sabe qual o poder que se exerceu sobre você e colocou essas idéias dentro de você.
Então esse rastreamento, quase que biográfico dos seus pensamentos, se tornaum elemento fundamental da formação da consciência.
Desde 17 de agosto de 2017 o site BrasilBook se dedicado em registrar e organizar eventos históricos e informações relevantes referentes ao Brasil, apresentando-as de forma robusta, num formato leve, dinâmico, ampliando o panorama do Brasil ao longo do tempo.
Até o momento a base de dados possui 30.439 registros atualizados frequentemente, sendo um repositório confiável de fatos, datas, nomes, cidades e temas culturais e sociais, funcionando como um calendário histórico escolar ou de pesquisa.
Fernando Henrique Cardoso recupera a memória das mais influentes personalidades da história do país.
Uma das principais obras do barão chama-se "Efemérides Brasileiras". Foi publicada parcialmente em 1891 e mostra o serviço de um artesão. Ele colecionou os acontecimentos de cada dia da nossa história e enquanto viveu atualizou o manuscrito. Vejamos o que aconteceu no dia 8 de julho. Diz ele: 1. Em 1691 o padre Samuel Fritz, missionário da província castelhana dos Omáguas, regressa a sua missão, depois de uma detenção de 22 meses na cidade de Belém do Pará (ver 11 de setembro de 1689). 2. Em 1706 o rei de Portugal mandou fechar uma tipografia que funcionava no Recife. 3. Em 1785 nasceu o pai do Duque de Caxias. 4. Em 1827 um tenente repeliu um ataque argentino na Ilha de São Sebastião. 5. Em 1869 o general Portinho obriga os paraguaios a abandonar o Piraporaru e atravessa esse rio. 6. Em 1875 falece no Rio Grande do Sul o doutor Manuel Pereira da Silva Ubatuba, a quem se deve a preparação do extractum carnis, que se tornou um dos primeiros artigos de exportação daquela parte do Brasil.
Ainda bem que o barão estava morto em 2014 julho que a Alemanha fez seus 7 a 1 contra o Brasil.
Ou seja, “história” serve tanto para fatos reais quanto para narrativas inventadas, dependendo do contexto.
A famosa frase sobre Titanic, “Nem Deus pode afundar esse navio”, atribuída ao capitão do transatlântico, é amplamente conhecida e frequentemente associada ao tripulante e a história de criação.No entanto, muitos podem se surpreender ao saber que essa citação nunca existiu. Diversos historiadores e especialistas afirmam que essa declaração é apenas uma lenda que surgiu ao longo do tempo, carecendo de evidências concretas para comprová-la.Apesar de ser um elemento icônico da história do Titanic, não existem registros oficiais ou documentados de que alguém tenha proferido essa frase durante a viagem fatídica do navio.Essa afirmação não aparece nos relatos dos passageiros, nas transcrições das comunicações oficiais ou nos depoimentos dos sobreviventes.
Para entender a História é necessário entender a origem das idéias a impactaram. A influência, ou impacto, de uma ideia está mais relacionada a estrutura profunda em que a foi gerada, do que com seu sentido explícito. A estrutura geralmente está além das intenções do autor (...) As vezes tomando um caminho totalmente imprevisto pelo autor.O efeito das idéias, que geralmente é incontestável, não e a História. Basta uma pequena imprecisão na estrutura ou erro na ideia para alterar o resultado esperado. O impacto das idéias na História não acompanha a História registrada, aquela que é passada de um para outro”.Salomão Jovino da Silva O que nós entendemos por História não é o que aconteceu, mas é o que os historiadores selecionaram e deram a conhecer na forma de livros.
Aluf Alba, arquivista:...Porque o documento, ele começa a ser memória já no seu nascimento, e os documentos que chegam no Arquivo Nacional fazem parte de um processo, político e técnico de escolhas. O que vai virar arquivo histórico, na verdade é um processo político de escolhas, daquilo que vai constituir um acervo que vai ser perene e que vai representar, de alguma forma a História daquela empresa, daquele grupo social e também do Brasil, como é o caso do Arquivo Nacional.
A história do Brasil dá a idéia de uma casa edificada na areia. É só uma pessoa encostar-se na parede, por mais reforçada que pareça, e lá vem abaixo toda a grampiola."
titanic A história do Brasil dá a idéia de uma casa edificada na areia. É só uma pessoa encostar-se na parede, por mais reforçada que pareça, e lá vem abaixo toda a grampiola."
(...) Quem já foi ministro das relações exteriores como eu trabalha numa mesa sobre a qual a um pequeno busto do barão. É como se ele continuasse lá vigiando seus sucessores.Ele enfrentou as questões de fronteiras com habilidade de um advogado e a erudição de um historiador. Ele ganhava nas arbitragens porque de longe o Brasil levava a melhor documentação. Durante o litígio com a Argentina fez com que se localiza-se o mapa de 1749, que mostrava que a documentação adversária estava simplesmente errada.Esse caso foi arbitrado pelo presidente Cleveland dos Estados Unidos e Rio Branco preparou a defesa do Brasil morando em uma pensão em Nova York. Conforme registrou passou quatro anos sem qualquer ida ao teatro ou a divertimento.Vitorioso nas questões de fronteiras tornou-se um herói nacional. Poderia desembarcar entre um Rio, coisa que Nabuco provavelmente faria. O barão ouviu a sentença da arbitragem em Washington e quieto tomou o navio de volta para Liverpool. Preferia viver com seus livros e achava-se um desajeitado para a função de ministro.
"Minha decisão foi baseada nas melhores informações disponíveis. Se existe alguma culpa ou falha ligada a esta tentativa, ela é apenas minha."Confie em mim, que nunca enganei a ninguém e nunca soube desamar a quem uma vez amei.“O homem é o que conhece. E ninguém pode amar aquilo que não conhece. Uma cidade é tanto melhor quanto mais amada e conhecida por seus governantes e pelo povo.” Rafael Greca de Macedo, ex-prefeito de Curitiba
Edmund Way Tealeeditar Moralmente, é tão condenável não querer saber se uma coisa é verdade ou não, desde que ela nos dê prazer, quanto não querer saber como conseguimos o dinheiro, desde que ele esteja na nossa mão.