Wildcard SSL Certificates
Organizando a História

Séculos



4260942608
Distância entre Sorocaba e Botucatu
17 de abr. de 2024, quarta-feira ver ano



 Imagens (2)
 Mencionados (1)
 Fontes (20)

\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\4298curiosidade.txt

É por demais conhecido o fato de que o Caminho de São Tomé passava por Sorocaba/SP. 1 de set. de 1940, domingoLuís Castanho de Almeida (1904-1981); “Sorocaba e os castelhanos”, Aluísio de Almeida, codinome de Luís Castanho de Almeida (1904-1981). Jornal Diário de Notícias, página 13

O mapa atribuído a Ruy Diaz de Guzman (1559-1629), autor da "Argentina", O mapa de Gusman encerra um erro grave que é uma verdade que desfigurou. Quanto mais podemos adiantar-nos no emaranhado das fontes, afirmamo-nos na certeza de que as expedições do ciclo do Guairá passaram por Sorocaba (então Ypanema e São Felipe), num caminho terrestre que era o mesmo antigo de São Tomé, dos nativos, e que os primeiros sorocabanos organizaram bandeiras que partiam por terra procurar o Paranapanema.Uma vista rápida sobre esse mapa nos mostrará as reduções do Guairá em frente a Sorocaba. E o rio Sorocaba incrivelmente afluente do Paranapanema! E, pior, da margem esquerda.O fazedor da carta geográfica interrogou viajantes, estes disseram: De São Felipe chega-se ao Paraná, pelo Paranapanema. [24848]

Tomé foi o apóstolo que duvidou de Cristo, ele é conhecido pela Igreja como "O Incrédulo". Por duvidas dar chagas de Jesus, Tomé foi enviado aos lugares mais distantes da Terra. Ao voltar à Índia, foi martirizado, transpassado por uma lança, na atual Chennai, em 3 de julho de 72.3 de jul. do ano 72

Manuel da Nóbrega (1517-1570)

"Os nativos acolheram bem os europeus, Nóbrega fica surpreso. Mais ainda quando percebe que esses mesmos nativos procuravam a casa de culto e de catequese como se aquilo fosse um hábito antigo."

Os nativos levam Nóbrega até um local sagrado. Alí haviam marcas de pegadas nas pedras, as quais apontavam os nativos e dizem "Zumé", Pay Zumé. O padre logo escreve uma carta ao seu superior em Coimbra informando a grande notícia: São Tomé esteve no Brasil!

Cartas das Terras do Brasil:

"Eles dizem que São Tomé, a quem chamam de Zamé, passou por aqui. E isto ficou dito pelos seus antepassados. E que suas pegadas estão marcadas, próximas de um rio, das quais eu mesmo fui ver, para maior certeza da verdade e vi, com meus próprios olhos quatro pegadas, bem marcadas com seus dedos." [23702]

17º São Tomé esteve no Brasil!

Eis o que em 1613 o padre José Cataldino escrevia a este respeito ao provincial padre Diogo de Torres:

"Muitas coisas me tinham dito desde o princípio estes nativos, acerca do glorioso apóstolo São Thomé, que eles chamam pay Zumé, e não as tenho escritas antes, para melhor me certificar e averiguar a verdade. Dizem pois os nativos anciãos, e os caciques principais, que tem por certíssimo, por tradição derivada de pais a filhos que o glorioso apóstolo São Thomé veio á suas terras do lado do mar do Brasil, e que atravessando o rio de Tibaxiva (onde eles e seus antepassados moravam) então povoadíssimo de nativos, foi passando por seus campos ao rio Haybay, e que dai foi ao rio Piquirí, donde não sabem aonde foi. Nas cabeceiras deste rio, dizem os nativos, se acham pisadas do glorioso santo impressas em uma penha, e o caminho pelo qual atravessou estes campos está ainda aberto, sem se ter nunca fechado, nem ter crescido nunca a erva, apesar de estar no meio do campo onde não trilham os nativos, e asseguram que as penhas por onde vem este caminho estão abertas, deixando no meio um caminho igual ao mesmo chão, afirmam terem-o eles mesmos vistos." [Páginas 269 e 270 do pdf]Na década de setenta do século XVI, a grande epopéia da gesta portuguesa na Índia, “Os Lusíadas”, de Camões, daria alento a esse mito, que já possuía grande voga, então:Em 1781, Santa Rita Durão, em sua epopéia Caramuru, ainda testemunhava a sobrevivência do mito no Brasil no final do século XVIII. Nos passos seguintes, o índio Gupeva fala a Diogo Álvares Correia acerca de um profeta que anunciara aos aborígines o Evangelho (“outra lei”), que eles não aceitaram:

Outra lei depois desta é fama antiga, Que observada já foi das nossas gentes, Mas ignoramos hoje a que ela obriga, Porque os nossos maiores, pouco crentes, Achando-a de seus vícios inimiga, Recusaram guardá-la, mal contentes: Mas da memória o tempo não acaba Que pregara Sumé, santo emboaba.

Homem foi de semblante reverendo, Branco de cor e, como tu, barbado, Que desde donde o sol nos vem nascendo, De um filho de Tupã vinha mandado: A pé, sem se afundar (caso estupendo!) Por esse vasto mar tinha chegado; E na santa doutrina que ensinava, Ao caminho dos céus todos chamava.


(Canto 3, LXXX-LXXXI) Assim, Sumé inseria a todos os índios no plano salvífico de Deus, na história da salvação da humanidade.

A vinda do Apóstolo São Thomé á estas partes da América, e principalmente ao Brasil e ás regiões do Paraguay, está baseada em tais fundamentos, que d´ela não se pode duvidar. Faltam monumentos antigos que testifiquem a vinda de São Thomé, e por tanto a tornem perfeitamente certa, mas é inegável que a tradição constante e uniforme de diversas nações do novo mundo, os sinais e vestígios, e o nome de São Thomé conhecido desde tempo imemorial por elas, fazem probabilíssima sua vinda a estas regiões. Muitos autores, e entre eles o padre Pedro Lozano, traram difusamente deste ponto. Desde que chegaram os jesuítas ás províncias de Guayrá, Paraná-pané e Tibaxiva, ouviram os gentios falar de São Thomé, ao qual davam o nome de pai Zumé, e dele narravam coisas prodigiosas, e o tinham em conta de varão maravilhoso, cuja memória o tempo no decurso de tantos séculos não pode fazer esquecer. fonte - 1977Eduardo Hoornaert; História da Igreja no Brasil, 1977. Eduardo HoornaertÉ por demais conhecido o fato de que toda a empresa marítima portuguesa foi expressa pelos contemporâneos em linguagem religiosa e, mais ainda, missionária. Os contemporâneos (página 23) nos dão a impressão de que, para eles, o maior acontecimento depois da criação do mundo, excetuando-se a encarnação e morte de Jesus Cristo, foi a descoberta das índias.

Sol

Hernani Donato: “Essa saída de Portugal ao mundo, a série de descobrimentos, posseamento e agarramento as terras conquistadas, tinham um fundo religioso mais do que um fundo imperial".



O Rei de Portugal ordenou a Vasco da Gama encontrar o sepulcro do apóstolo.




1º fonte - 10 de abr. de 1549, domingo
Manuel da Nóbrega (1517-1570); Carta de Manoel da Nóbrega

O primeiro relato que dá conta dele em terras brasileiras é o do jesuíta português Manuel da Nóbrega, que, em meados do século XVI, falou da sua presença aqui em recuadas eras:

“Dizem eles que S. Tomé, a quem eles chamam Zomé, passou por aqui, e isto lhes ficou por dito de seus antepassados e que suas pisadas estão sinaladas junto de um rio; as quais eu fui ver por mais certeza da verdade e vi com os próprios olhos quatro pisadas mui sinaladas com seus dedos, as quais algumas vezes cobre o rio quando enche; dizem também que, quando deixou estas pisadas, ia fugindo dos índios, que o queriam flechar, e chegando ali se lhe abrira o rio e passara por meio dele a outra parte sem se molhar, e dali foi para a Índia.

Para Nóbrega, assim, antes de pregar na Índia, São Tomé passou pelo Brasil e, como Moisés, atravessou a pés enxutos o mar até o Oriente.

Prosseguindo, ele nos conta que São Tomé, como Jesus, voltaria um dia:

Assim mesmo contam que, quando o queriam flechar os índios, as flechas se tornavam para eles, e os matos lhe faziam caminho por onde passasse: outros contam isso como por escárnio. Dizem também que lhes prometeu que havia de tornar outra vez a vê-los (...). [p. 10]

Finalmente, ele nos sugere que São Tomé assumiria certos atributos dados pelos índios a um herói civilizador de sua mitologia, chamado Sumé:

Dele contam que lhes dera os alimentos que ainda hoje usam, que são raízes e ervas e com isso vivem bem; não obstante, dizem mal de seu companheiro, e não sei por quê, senão que, como soube, as flechas que contra ele atiravam voltavam sobre si e os matavam.”

(in Leite, S., Cartas dos Primeiros Jesuítas do Brasil)

As mesmas marcas de pés nas pedras que já haviam sido referidas em Meliapor foram vistas também no Brasil por Manuel da Nóbrega. Como vemos, certos motivos edênicos de nossa colonização são arquetípicos. Por outro lado, um personagem mítico indígena, Sumé, foi identificado ao apóstolo São Tomé.

Contribuiria para isso a semelhança sonora entre os nomes Sumé e Tomé.

2º fonte - 15 de mar. de 1856, sábado
Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878); “Sumé: Lenda mito-religiosa americana. Recolhida em outras era por um índio moranduçara, agora traduzida e dada luz com algumas notas por um paulista de Sorocaba”

Periódico Universal “A Abelha” Página 11-16Ambidit brumi……Jerem cap. 31.

I.

Posteros! Não duvideis do que ides ler.Porque estas linhas só verão a luz, quando aera a justiça reinar na terra do cruzeiro, ehaja n’ella quem entenda e quem creia as pa-lavras proferidas em nome do Senhor.

Então a verdade triumphará e radiará como a luz do sol. Por que o sol é a imagem da verdade, como o trovão é o echo de Tupã (Divindade ou cousa semelhante para os indios Tupis) terrivel e omnipotente.

E a mesma verdade, terá um dia adeptos inspirados, que bendirão ao Senhor, entoando cantos e canticos ao seu apostolo.

II.

N’aquelle tempo achando-me no cimo da serra entre nevoeiros, o céo ribombava medonho.

E ouvi uma voz que dizia: "Levanta-te!Que és o escolhido para contar aos vindourosos prodigios que passarás á presença.

Por que a sciencia prefere desposar-secom os pobres e modestos, que tem a conscien-cia pura e sã.

E Jehovah te infundirá o conhecimento da lingua dos profetas, para que leias o que está escripto, e para que possas escrever."


E em sobresalto e alvoroço apenas me occorreu responder: "A minha alma se engrandece, e o meu espirito se alegra de servir a Deus meu creador! Gloria ao Senhor nas alturas, e paz na terra entre os homensque o adorão."

III.

E no dia immediato eu me vi transportadoá foiz do maximo rio (Amazonas).

E á meio lado estava um rolo com o textodas Escripturas Santas.

Porém ahi as aguas crescião e cresciãoE eu começava a sentir como um pezadello. E via que a mente se me offuscava, e que eu nada mais sabia de Sumé.Por fim ouvi uma voz que dizia: "Contenta-te de seres moranduçara do que sabes, que é quanto tens de transmittir á prosteridade. Sumé irá para outras terras; por que aos surdos não é possivel fazer que oução as palavras do Senhor."

E uma lingua de fogo se vio no mais alto cimo do morro de Biraçoyaba, que parecia como a chamma de um vulcão.

E o monte se derretia em lavas de ferro.

E ahi se formava uma especia de cratera ou algar (1) cujas cinzas quentes, depois se apagavão com as aguas de uma lagoa (Lagoa dourada, onde o povo do Ipanema, ainda não ha muito, julgava que apparecião phantasmas, que guardavão thesouros escondidos).

E ouvi a mesma voz de antes dizer-me:

"Ali esconderás o legado que deveis deixar ás gerações vindouras, para que os homens tenhão mais uma prova da misericordia divina, que é de toda a eternidade, e durará até o dia de juizo." — Amen.

F. A. V.

(1) O valle das Furnas.(2)

3º fonte - 1863
Revista trimensal do Instituto Histórico, Geográphico e Etnográphico Brasileiro; Revista trimensal do Instituto Histórico, Geográphico e Etnográphico Brasileiro, tomo XXVI



4º fonte - 1898
Instituto histórico e geográfico de São Paulo; Revista do Instituto histórico e geográfico de São Paulo. Volume III



5º fonte - 1922
Afonso d´Escragnolle Taunay (1876-1958); Afonso d´Escragnolle Taunay: o “Na Era das Bandeiras”

3 fonte - 01/01/1922Afonso d´Escragnolle TaunayAfonso d´Escragnolle Taunay: o “Na Era das Bandeiras”Dezoito vezes teve de atravessar o Tietê nesta jornada. Tal percurso fazia-o para atingir um ponto onde a navegação do grande rio começasse a ser mais franca. Afinal, chegou a este porto, a que deu o nome de Nossa Senhora de Atocha, e onde se demorou um mez a construir "embarcaciones de paios grandisimos". De onde teria o capitão-general encetado esta viagem Tietê a baixo? É difícil dizer. Provavelmente, para além do Salto de Itú.Fabricou três, das quaes a que destinava para si excavada num madeiro gigantesco, provavelmente pluri-secular peroba, com uma circumferencia de oito braças (I7m,60). De tal madeiro fez uma barca longa de setenta e cinco palmos, dezeseis metros e meio, com seis palmos de bocca (lm,32). Nela vínhamos, diz elle, "sinquenta yndios que remavan y mi persona y criados".

6º fonte - 1940
Francisco de Assis Carvalho Franco (1886-1953); Bandeiras e Bandeirantes de São Paulo



7º fonte - 1 de set. de 1940, domingo
Luís Castanho de Almeida (1904-1981); “Sorocaba e os castelhanos”, Aluísio de Almeida, codinome de Luís Castanho de Almeida (1904-1981). Jornal Diário de Notícias, página 13



8º fonte - 1950
Alfred Métraux (1902-1963); A Religião dos Tupinambás

Os indios (escreve o padre Nobréga) dizem "que S. Tomé, a quem eles chamam Zomé, passou por aqui, e isto lhes ficou por dito de seus passados e que suas pisadas estão sinaladas junto de um rio; as quais eu fui ver por mais certeza da verdade e vi, com os próprios olhos, quatro pisadas mui sinaladas com seus dedos, as quais algumas vezes cobre o rio quando enche; dizem também que quando deixou estas pisadas ia fugindo dos indios, que o queriam frechar, e chegando ali se lhe abrira o rio e passara por meio dele · a outra parte sem se molhar, e dali foi para a India. Assim mesmo contam que, quando o queriam frecharos índios, as frechas se tornavam para eles, e os .matos lhe faziam caminho por onde passasse: outros contam isto como por escarneo. Dizem também que lhes prometeu que havia de tornar outra vez a vê-los".

9º fonte - 1957
Washington Luís Pereira de Sousa (1869-1957); “Na capitania de São Vicente”. Washington Luís (1869-1957), 11° presidente do Brasil

Em S. Vicente, a 22 de junho de 1628, alegando possuir as licenças necessárias do Governo de Espanha para passar por terra ao Paraguai, D. Luís requereu ao ouvidor da capitania, então Amador Bueno, que com grandes penas, fossem publicados editais para que nenhuma pessoa, de qualquer qualidade que fosse, o acompanhasse nessa sua viagem, a não ser aquelas que o capitão-mor de S. Vicente designasse, no que foi atendido (Idem, vol. 1º, pág. 172) por despacho no mesmo dia.

O Capitão-Mor, naquela época, Álvaro Luís do Vale, designou o Capitão Manuel Preto para que, apenas com seis índios sem nenhuma pessoa branca, acompanhasse D. Luís Céspedes, pelos rios abaixo, voltando imediatamente a S. Paulo, sem ir ao sertão nem trazer outros índios (Idem, pág. 176).

Ainda obteve esse governador, no mesmo dia 22 de junho de 1628, atestado dos padres jesuítas João de Almeida e José da Costa superiores das aldeias de Escada, de Conceição (Guarulhos?) e S. Miguel, e também do Padre Salvador da Silva, superior da casa de Santo Inácio na vila de S. Paulo, declarando que ele não levava consigo nada mais que seus criados e roupas de seu serviço. Tudo isso confirmado pelos tabeliães e escrivães de Santos e de S. Paulo (Anais do Museu Paulista, vol. 1º, págs. 178 e 179).

10º fonte - 21 de dez. de 1964, segunda-feira
Luís Castanho de Almeida (1904-1981); “Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”



11º fonte - 1997
José Monteiro Salazar (1927-2013); Araçoiaba & Ipanema

15º registro •••23 de maio de 1599, domingoD. Francisco parte de São Paulo para as minas de Bacaetava, Vuturuna e Jaraguá, na Serra de Biraçoiaba onde passa 6 mesesEnfim, partiu D. Francisco para as minas de Araçoiaba. Imagine-se uma viagem que hoje em dia pode ser feita de carro em uma hora e meia e que, naquele tempo, durava em média, segundo cronistas antigos, cerca de 18 dias! Mas a grande e brilhante comitiva, pois só de soldados havia trezentos e mais "gente de marcação da Armada que trouxe dito Senhor"

12º fonte - 2014
Sérgio Coelho de Oliveira; “Baltazar Fernandes: Culpado ou Inocente?”. Sérgio Coelho de Oliveira, jornalista e historiador



13º fonte - 2016
Fernando Antônio Novais; “Portugal e Brasil: Antigo sistema colonial”; Fernando Novais; Curso de pós-graduação Geografia; youtube.com/watch?v=JsAXNoumgS8

No cotidiano, a igreja sempre teve um problema com a catequese dos nativos, era a justificativa para a colonização. Quando o Papa Alexandre VI dividiu o mundo a ser descoberto, entre Portugal e Espanha, a justificativa era descobrir o "gentio", catequiza-los e expandir a cristandade. Não tratava-se apenas da expansão do capitalismo.

A descoberta do gentio foi a coisa mais notável na Europa da época. Na realidade do mundo, levado em conta, estava dividido em três: os cristãos, os infiéis (muçulmanos) e os judeus. De forma geral, aos infiéis, é a guerra, os judeus são aqueles que que não aceitaram o último de seus Messias, de seus profetas. Estes assumiam tarefas que eram proibidas aos cristãos,como cobras juros, o comércio do dinheiro. O que causava ainda mais preconceito.

Quando há a descoberta da América, foi uma loucura, pois os nativos não eram judeus, cristãos ou muçulmanos. E estavam nus, portanto só poderiam estar descobrindo o "gentio" no Paraíso, por isso andavam nus. Este é o tema de um dos mais belos livros de história do Brasil: “Visão do Paraíso - Os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil”. Sérgio Buarque de Holanda. Enquanto todos procuravam os motivos econômicos...

Isso pode ser visto na carta de Pero Vaz de Caminha. São doze páginas, fantásticas, nas quais ele volta sete vezes a palavra nudez: "Estavam nus! Não cobriam as suas vergonhas!"

14º fonte - 2 de fev. de 2016, terça-feira
Universidade de São Paulo; Hdhd

Conclusão O mito de São Tomé no Brasil durou três séculos e foi importante em todo o Império Português e mesmo fora dele, tendo penetrado no período colonial até nos confins do Paraguai, da Argentina e do Peru. É sabido como ele ainda vive nas tradições de certos guaranis da América do Sul. O mito de São Tomé garantia a universalidade, a catolicidade da doutrina cristã, que a descoberta de novos continentes poderia pôr em questão. Referindo o passado indígena à história da salvação da humanidade, a percepção do mundo índio se tornaria coerente, a verdade bíblica estaria a salvo do relativismo geográfico, estaria garantida a universalidade da revelação e os esquemas de compreensão do homem e do mundo, fundados na Bíblia, não seriam subvertidos. Re

15º fonte - 2018
“Affonso de Taunay e as duas versões do mapa de D. Luis de Céspedes Xeria”

Affonso d’Escragnolle Taunay em 1917 com ambos originais seiscentistas remanescentes, aferindo-se a fidelidade dessa cópia com um dos originais. Analisamos ainda as representações cartográficas dos povoamentos representados no mapa, que em 1938 suscitaram discussões públicas entre Taunay e Benedito Carneiro Bastos Barreto, o Belmonte, concluindo que todos são símbolos cartográficos ou ícones padronizados em vez de representações baseadas na aparência dos edifícios tal como eram quando foram visitados por Céspedes Xeria na primeira metade do século XVII. Durante este processo distinguimos dois momentos do historiador Taunay: o primeiro revela sua preocupação com a fidelidade ao copiar documentos, e o segundo, a plasticidade de interpretação na análise e utilização desses documentos.

16º fonte - 2018
Articulando escalas: Cartografia e conhecimento geográfico da bacia platina (1515-1628), 2018. Tiago Bonato, Universidade Federal do Paraná



17º fonte - 17 de jul. de 2018, terça-feira
Hernâni Donato (1922-2012); Expedição Peabiru - Pay Zumé



18º fonte - 14 de set. de 2018, sexta-feira
Jorge Ubirajara Proença; “Os Cavaleiros Templários e o caminho de Peabiru” (14.09.2018) Professor Jorge Ubirajara Proença

"Mesmo antes do Descobrimento, o caminho de Peabiru já era chamado de Caminho de São Tomé".foi esse projeto foi desenvolvido com várias pessoas, até que um membro da Ordem dos Cavaleiros da Cruz, que é Martim Afonso de Souza aportaa em Cananeia. Tudo dentro do projeto.

ele vinha para achar aquilo que era conhecido na Europa como o Caminho do Peabiru. Este caminho atravessava o continente americano de Cananéia até Cusco, no Peru, e passava nas minas, no centro do continente. Isso já se sabia na Europa, porque o continente americano já era visitado, já se sabia que existia um oceano do outro lado.

e é sobre essa chegada de martim afonso5:41de souza e e um encontro de desta deste projecto e este personagem com Martim Afonso de Souza, com outra personagem fantástica na nossa história que há uma medida dos livros escolares que a figura do bacharel em degredado que aqui ele dominava toda esta região de cananéa, comerciava o mundo inteiro, uma pessoa de cultura superior, hoje sabemos. E Martim Afonso de Souza teve que fazer um acordo com este homem.

A morte de Pero Lobo, que foi o primeiro a primeira "bandeira" foi realizada no Peabiru, e a primeira guerra entre europeus neste território foi justamente por causa desta morte. Martim Afonso, enraivecido, quis aprisionar o Bacharel. Este, não só matou os oficiais de justiça, como arrasou a primeira cidade por ele, Martim Afonso. O que obrigou Martim Afonso a recuar para Santos. Determinando a mudança geopolítica, a extinção do sistema de Capitanias hereditárias, obrigou o acordo com a, recém formada, Companhia de Jesus, para fundarem São Paulo, e fornecerem a mão-de-obra necessária para a penetração ser feita a partir dali. Atrasando em muitos anos o projeto português em achar minas.

19º fonte - 2020
Jorge Pimentel Cintra; “José Custódio de Sá e Faria e o mapa de sua viagem ao Iguatemi”, Jorge Pimentel Cintra e Rafael Henrique de Oliveira



20º fonte - 1 de jan. de 2026, quinta-feira
Eevita



Distância entre Sorocaba e Botucatu
17/04/2024
18/02/2026 01:01:10
Google Maps
  
0


Mapa de Pierre Du Val (1619-1683)
1657
15/04/2026 17:28:43
  
0



LUCIA17/04/2024
ANO:865
  


Procurar