Dentre as centenas de imagens que tenho enviado ao ChatGPT, está foi a única que violou diretrizes e não pode ser processada. Perguntei se poderia cria-la removendo ou adequando o conteúdo da imagem. E a resposta foi a mesma. AEm 1954, com o tricentenário de Sorocaba, o quadro com a fundação da cidade, do suíço Ettore Marangoni (1907-1992), inundou as capas de meus cadernos escolares, e Balthazar Fernandes da tela foi reproduzido em estátua de bronze ante a qual eu passava todos os dias Perguntei o que exatamente violava e qual seria a diretriz. Para minha surpresa, foi a nudez de alguns dos 380 nativos carijós, as pobres criaturas, nas palavras de Luís Castanho de Almeida (1904-1981), em sua "História de Sorocaba" (1969):"Provavelmente, passava por estar imediações o habitat da grande tribo dos carijós, que se estendia desde o Itanhaen até o Guairá e Rio Grande do Sul. Pobres criaturas, foram os primeiros escravos e em povoação tão grande que, até o século XVIII, se chamavam carijós os escravizados da raça vermelha de um modo geral. Esses escravizados é que foram os fundadores humildes de Sorocaba, ficando nas fazendas e sesmarias da redondeza, socando as primeiras taipas, aumentando a população entre si e, aqui também, servindo a sensualidade de brancos e mamelucos." [28282]O cão mais antigo do Brasil vivia em acampamentos humanos no Rio Grande do Sul, há cerca de 1500 anos. [5492] e a primeira citação da banana no Brasil ocorreu em 1555, na obra de André Thevet (1516-1592), Les singularitez de la France Antarctique, publicada na França em 1557 [33018].4 - os bandeirantes não eram os três mosqueteiros, eles não se vestiam com aquelas roupas, que aparecem nesses quadros do Museu do Ipiranga. Domingos Jorge Velho. Raposo Tavares. Anhanguera. Amador Bueno. Não. Na vida real, eles andavam de pés descalços, com roupas quase esfarrapadas, falavam praticamente só tupi. [25090]É fácil ao leitor concluir que os bandeirantes não eram bons em cavalgaduras.consultando antigos inventários paulistas, as únicas referências que encontrou anteriores a 1733 foram as relativas a duas mulas e um macho pertencentes a Francisco Pedroso Xavier, e o burro castiço de Antônia de Oliveira Falcão (1575-1632). (26) E Otoniel Mota diz que só em 1745 é que se vai encontrar "pela primeira vez nos anais do Conselho" referência a bêstas muares proibindo a entrada na cidade espoldrejando-as. [25030]Santa Ana padroeia de sorocabaHernani Hernâni Donato (1922-2012): “Essa saída de Portugal ao mundo, a série de descobrimentos, posseamento e agarramento as terras conquistadas, tinham um fundo religioso mais do que um fundo imperial". [24641]É por demais conhecido o fato de que toda a empresa marítima portuguesa foi expressa pelos contemporâneos em linguagem religiosa e, mais ainda, missionaria. Os contemporâneos nos dão a impressão de que, para eles, o maior acontecimento depois da criação do mundo, excetuando-se a encarnação e morte de Jesus Cristo, foi a descoberta das índias. [24750]É portanto, extremamente necessário entender o motivo da vila "criada" a pedido de Balthazar Fernandes em 1661 chamava "Nossa Senhora da Ponte", por que a primeira capela construída por ele estava sob invocação de Santa Ana e por que até 1925 a padroeira de Sorocaba era Nossa Senhora da Visitação?autr:Luís Castanho de Almeida“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”A capela de Nossa Senhora ou igreja é a mesma dedicada a Santa Ana e popularmente chamada de São Bento, e a doação dela aos Padres de São Bento postulava a construção das celas junto a mesma. Até agora o convento nunca foi reconstruído e a linha da sua fachada é a mesma da igreja. [9049]Esta andou em obras muito tempo, mas as paredes, a madeira, a estrutura, tudo leva a crer que o arcabouço se conservou. provável que o sobrinho do Fundador, mesmo por uma questão , de amor ao sangue, tivesse dito a primeira missa na capela de Nossa Senhora da Ponte de Sorocaba, "da paragem de Sorocaba". Ano exato, 1654.Cremos ter sido a 21 de novembro, dia de Nossa Senhora da Apresentação, que foi o dia da festa da Padroeira até 1925. [344, 345, 346]Com o fundador veio a imagem de Nossa Senhora da Ponte, que é alta, mas de roca ou vestir, isto é, cabeça e pescoço, duas mãos e o Menino Jesus em peças separadas, fáceis de transportar, armar e revestir, o vestido cobrindo o lugar onde seriam os pés. Os títulos e invocações marianas são centenas, acaso milhares. Poucos tem origem num mistério litúrgico ou num fato da vida de Nossa Senhora.O que paira acima das hipóteses é a interpretação mística já desenvolvida por frei Agostinho de Jesus cerca de 1709; Nossa Senhora é a ponte que liga o céu e a terra. Penso que a escolha do dia 21 de novembro para a festa litúrgica é por analogia com a Nossa Senhora da Escada, que festeja nesse dia.[344]1967Revista do Instituto Histórico e Geográfico de S. Paulo: “Nossos Bandeirantes - Baltazar Fernandes” (1967) Luiz Castanho de AlmeidaJá antes a 20 de abril de 1660, reunidos no Apotribú, casa de Bezarano, o padre Francisco Fernandes e o presidente do Mosteiro beneditino de Parnaiba, frei Tom6éde Jesus. Baltazar Fernandes entregou à Ordem de São Bento a capela já construida de Nossa Serihora da Ponte e um grande patrimônio em terras e comeqo de gado e dois escravos.A igreja de São Bento em linhas essenciais é a mesma ainda existente. Fez-se mais tarde o convento. Os monges adotaram Santana como padroeira. Para Nossa Senhora da Ponte construiu Baltazar ainda outra igreja, depois matriz, hoje catedral.É um título notavel e único no Brasil e em Portugal. Por ser de cor evidentemente local, trata-se uma ponte do rio Sorocaba, onde se fez a igreja a que trouxeram uma imagem de Nossa Senhora. Esta imagem podia ser a Nossa Senhora de Montesserrate, orago do Ipanema, ou outra do próprio Balthazar e é provavel que já se chamasse Nossa Senhora da Ponte antes da mudança do pelourinho para o atual lugar, pois o Itavuvu é à beira-rio e tinha provavelmente a primeira ponte.Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant´Ana em 26 de Julho, e o Papa Leão XIII26 de jul. de 1584, quinta-feira ver anoSanta Ana 1º fonte - 1977Eduardo Hoornaert; História da Igreja no Brasil, 1977. Eduardo HoornaertNo Brasil, associa-se Sant´Ana à figura da matrona branca dos engenhos, “que passou a ser considerada guardiã e transmissora da religião”. Para Eduardo Hoornaert, em História da Igreja no Brasil, “Sant´Anna é o símbolo da Casa-Grande ensinando o catecismo ao pessoal da senzala”. [24750]Padroeira dos moedeirosNo Brasil, os empregados que trabalham na produção de cédulas, moedas e outros produtos fabricados na Casa da Moeda do Brasil têm em Sant´Ana sua padroeira.A devoção a Sant´Ana obedece a uma tradição vinda de Portugal, onde os moedeiros de Lisboa administravam a Confraria de Sant´Ana da Sé. Era comum, naquela época, cada corporação administrar a Confraria de seu padroeiro.Os moedeiros e oficiais da Casa da Moeda desde os primeiros tempos da sua existência colocaram-se sob a proteção de Sant´Ana, celebrando anualmente, até os dias de hoje, o seu dia.[9]Padroeira dos avós e invocada por mulheres que buscam engravidar, Sant’Ana é venerada pela sua influência na educação de Nossa Senhora e Jesus. Sua festa, celebrada em 26 de julho, é também o “Dia dos Avós,” um tributo à importância desse papel. Santa Ana, avó de Jesus, continua a ser uma fonte de conforto e confiança para aqueles que buscam sua intercessão. [33020]O Proto-Evangelho de Tiago, também conhecido como Evangelho de Tiago e Evangelho da Infância de Tiago, é um evangelho apócrifo escrito provavelmente em 150. Esse título surgiu em fins do século XVI quando foi publicado, pois até então era chamado apenas de Livro de Tiago.Muitos estudiosos consideram o seu texto muito remoto, anterior mesmo aos Evangelhos Canónicos ou até a base deles. A época e seu verdadeiro autor são desconhecidos. Embora tenha sido atribuído a Tiago Maior, filho de Zebedeu, alguns estudiosos refutam essa teoria, uma vez que o autor demonstra relativo desconhecimento do judaísmo. Os Pais da Igreja, Orígenes, Clemente, Pedro de Alexandria, São Justino e São Epifânio citam este evangelho com muita frequência.A vida de MariaO texto conta a história da vida de Maria, filha de um homem rico chamado Joaquim, casado há muitos anos com Ana. O casal era infeliz por não conseguir ter filhos - fato percebido pela cultura judaica como um castigo de Deus. Joaquim decidiu então jejuar no deserto por 40 dias e 40 noites, pedindo a intervenção divina. Pouco depois, um anjo apareceu a Ana e disse-lhe: "Conceberás e darás à luz, e de tua prole se falará em todo o mundo."Ana dedicou a menina a Deus. Construiu um santuário no quarto de Maria e, quando a menina completou três anos de idade, entregou-a ao Templo de Jerusalém. Ali, os sacerdotes sentaram a menina no terceiro degrau do altar e ela dançou.Maria viveu no templo e Deus escolheu-lhe o noivo. Um anjo visitou Zacarias, o sumo sacerdote, e pediu-lhe que reunisse os descendentes de David em condições de se casarem. Cada um deveria trazer um ramo e colocar sobre o altar, pois Deus faria florir o ramo daquele que seria o noivo de Maria. O sinal de Deus foi uma pomba que descansou sobre o ramo de José, que tentou recusar, afirmando: "Tenho filhos e sou velho, enquanto ela é uma menina. Não quero ser sujeito a zombaria por parte dos filhos de Israel."aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do rei Herodes Antipas, no sexto mês do ano 26 d.C. Foi levado para a fortaleza de Maquero, onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. Herodes prendeu João por causa das críticas que este fazia ao seu relacionamento com Herodias, a esposa de seu meio-irmão Filipe. João condenava abertamente o casamento de Herodes com Herodias, que era considerado ilícito de acordo com as leis judaicas, já que Herodias ainda era esposa de Filipe, enquanto Filipe estava vivo. Herodias, ressentida com as acusações de João, procurava uma maneira de silenciá-lo definitivamente. João Batista foi aprisionado em Maqueronte, uma das fortalezas de Herodes localizada em Pereia, a leste do Mar Morto. Durante seu tempo na prisão, João continuou a influenciar seus discípulos e até mesmo enviou alguns deles para perguntar a Jesus se Ele era "aquele que haveria de vir" ou se deveriam esperar outro (Mateus 11:2-3; Lucas 7:18-19). Esse questionamento é interpretado por alguns como um reflexo da expectativa messiânica da época e das dúvidas que surgiram durante o encarceramento de João.Durante a celebração do aniversário de Herodes, Salomé, filha de Herodias, dançou diante de Herodes e seus convidados, agradando tanto o tetrarca que ele prometeu a conceder qualquer pedido, "até metade do meu reino" (Marcos 6:22-23; Mateus 14:6-7). Instigada por sua mãe, Salomé pediu a cabeça de João Batista em um prato. Embora Herodes tenha ficado perturbado com o pedido, ele não quis recusar publicamente devido ao juramento que havia feito na presença de seus convidados. Assim, ele ordenou que João fosse decapitado na prisão. Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.
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