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Carijós, cães, bananas, cavalos e a avó de Jesus Cristo
18 de mai. de 2024, sábado ver ano



 Imagens (3)
 Fontes (17)

\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\4366curiosidade.txt

Dentre as centenas de imagens que tenho enviado ao ChatGPT, está foi a única que violou diretrizes e não pode ser processada. Perguntei se poderia cria-la removendo ou adequando o conteúdo da imagem. E a resposta foi a mesma. A

Em 1954, com o tricentenário de Sorocaba, o quadro com a fundação da cidade, do suíço Ettore Marangoni (1907-1992), inundou as capas de meus cadernos escolares, e Balthazar Fernandes da tela foi reproduzido em estátua de bronze ante a qual eu passava todos os dias

Perguntei o que exatamente violava e qual seria a diretriz. Para minha surpresa, foi a nudez de alguns dos 380 nativos carijós, as pobres criaturas, nas palavras de Luís Castanho de Almeida (1904-1981), em sua "História de Sorocaba" (1969):

"Provavelmente, passava por estar imediações o habitat da grande tribo dos carijós, que se estendia desde o Itanhaen até o Guairá e Rio Grande do Sul. Pobres criaturas, foram os primeiros escravos e em povoação tão grande que, até o século XVIII, se chamavam carijós os escravizados da raça vermelha de um modo geral. Esses escravizados é que foram os fundadores humildes de Sorocaba, ficando nas fazendas e sesmarias da redondeza, socando as primeiras taipas, aumentando a população entre si e, aqui também, servindo a sensualidade de brancos e mamelucos." [28282]

O cão mais antigo do Brasil vivia em acampamentos humanos no Rio Grande do Sul, há cerca de 1500 anos. [5492] e a primeira citação da banana no Brasil ocorreu em 1555, na obra de André Thevet (1516-1592), Les singularitez de la France Antarctique, publicada na França em 1557 [33018].

4 - os bandeirantes não eram os três mosqueteiros, eles não se vestiam com aquelas roupas, que aparecem nesses quadros do Museu do Ipiranga. Domingos Jorge Velho. Raposo Tavares. Anhanguera. Amador Bueno. Não. Na vida real, eles andavam de pés descalços, com roupas quase esfarrapadas, falavam praticamente só tupi. [25090]

É fácil ao leitor concluir que os bandeirantes não eram bons em cavalgaduras.

consultando antigos inventários paulistas, as únicas referências que encontrou anteriores a 1733 foram as relativas a duas mulas e um macho pertencentes a Francisco Pedroso Xavier, e o burro castiço de Antônia de Oliveira Falcão (1575-1632). (26) E Otoniel Mota diz que só em 1745 é que se vai encontrar "pela primeira vez nos anais do Conselho" referência a bêstas muares proibindo a entrada na cidade espoldrejando-as. [25030]

Santa Ana padroeia de sorocaba

Hernani Hernâni Donato (1922-2012): “Essa saída de Portugal ao mundo, a série de descobrimentos, posseamento e agarramento as terras conquistadas, tinham um fundo religioso mais do que um fundo imperial". [24641]

É por demais conhecido o fato de que toda a empresa marítima portuguesa foi expressa pelos contemporâneos em linguagem religiosa e, mais ainda, missionaria. Os contemporâneos nos dão a impressão de que, para eles, o maior acontecimento depois da criação do mundo, excetuando-se a encarnação e morte de Jesus Cristo, foi a descoberta das índias. [24750]

É portanto, extremamente necessário entender o motivo da vila "criada" a pedido de Balthazar Fernandes em 1661 chamava "Nossa Senhora da Ponte", por que a primeira capela construída por ele estava sob invocação de Santa Ana e por que até 1925 a padroeira de Sorocaba era Nossa Senhora da Visitação?

autr:Luís Castanho de Almeida“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”

A capela de Nossa Senhora ou igreja é a mesma dedicada a Santa Ana e popularmente chamada de São Bento, e a doação dela aos Padres de São Bento postulava a construção das celas junto a mesma. Até agora o convento nunca foi reconstruído e a linha da sua fachada é a mesma da igreja. [9049]Esta andou em obras muito tempo, mas as paredes, a madeira, a estrutura, tudo leva a crer que o arcabouço se conservou.

provável que o sobrinho do Fundador, mesmo por uma questão , de amor ao sangue, tivesse dito a primeira missa na capela de Nossa Senhora da Ponte de Sorocaba, "da paragem de Sorocaba". Ano exato, 1654.

Cremos ter sido a 21 de novembro, dia de Nossa Senhora da Apresentação, que foi o dia da festa da Padroeira até 1925. [344, 345, 346]

Com o fundador veio a imagem de Nossa Senhora da Ponte, que é alta, mas de roca ou vestir, isto é, cabeça e pescoço, duas mãos e o Menino Jesus em peças separadas, fáceis de transportar, armar e revestir, o vestido cobrindo o lugar onde seriam os pés. Os títulos e invocações marianas são centenas, acaso milhares. Poucos tem origem num mistério litúrgico ou num fato da vida de Nossa Senhora.

O que paira acima das hipóteses é a interpretação mística já desenvolvida por frei Agostinho de Jesus cerca de 1709; Nossa Senhora é a ponte que liga o céu e a terra. Penso que a escolha do dia 21 de novembro para a festa litúrgica é por analogia com a Nossa Senhora da Escada, que festeja nesse dia.
[344]

1967Revista do Instituto Histórico e Geográfico de S. Paulo: “Nossos Bandeirantes - Baltazar Fernandes” (1967) Luiz Castanho de Almeida

Já antes a 20 de abril de 1660, reunidos no Apotribú, casa de Bezarano, o padre Francisco Fernandes e o presidente do Mosteiro beneditino de Parnaiba, frei Tom6éde Jesus. Baltazar Fernandes entregou à Ordem de São Bento a capela já construida de Nossa Serihora da Ponte e um grande patrimônio em terras e comeqo de gado e dois escravos.

A igreja de São Bento em linhas essenciais é a mesma ainda existente. Fez-se mais tarde o convento. Os monges adotaram Santana como padroeira. Para Nossa Senhora da Ponte construiu Baltazar ainda outra igreja, depois matriz, hoje catedral.

É um título notavel e único no Brasil e em Portugal. Por ser de cor evidentemente local, trata-se uma ponte do rio Sorocaba, onde se fez a igreja a que trouxeram uma imagem de Nossa Senhora. Esta imagem podia ser a Nossa Senhora de Montesserrate, orago do Ipanema, ou outra do próprio Balthazar e é provavel que já se chamasse Nossa Senhora da Ponte antes da mudança do pelourinho para o atual lugar, pois o Itavuvu é à beira-rio e tinha provavelmente a primeira ponte.




Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant´Ana em 26 de Julho, e o Papa Leão XIII26 de jul. de 1584, quinta-feira ver ano

Santa Ana

1º fonte - 1977Eduardo Hoornaert; História da Igreja no Brasil, 1977. Eduardo Hoornaert

No Brasil, associa-se Sant´Ana à figura da matrona branca dos engenhos, “que passou a ser considerada guardiã e transmissora da religião”. Para Eduardo Hoornaert, em História da Igreja no Brasil, “Sant´Anna é o símbolo da Casa-Grande ensinando o catecismo ao pessoal da senzala”. [24750]

Padroeira dos moedeiros

No Brasil, os empregados que trabalham na produção de cédulas, moedas e outros produtos fabricados na Casa da Moeda do Brasil têm em Sant´Ana sua padroeira.A devoção a Sant´Ana obedece a uma tradição vinda de Portugal, onde os moedeiros de Lisboa administravam a Confraria de Sant´Ana da Sé. Era comum, naquela época, cada corporação administrar a Confraria de seu padroeiro.Os moedeiros e oficiais da Casa da Moeda desde os primeiros tempos da sua existência colocaram-se sob a proteção de Sant´Ana, celebrando anualmente, até os dias de hoje, o seu dia.[9]

Padroeira dos avós e invocada por mulheres que buscam engravidar, Sant’Ana é venerada pela sua influência na educação de Nossa Senhora e Jesus. Sua festa, celebrada em 26 de julho, é também o “Dia dos Avós,” um tributo à importância desse papel. Santa Ana, avó de Jesus, continua a ser uma fonte de conforto e confiança para aqueles que buscam sua intercessão. [33020]

O Proto-Evangelho de Tiago, também conhecido como Evangelho de Tiago e Evangelho da Infância de Tiago, é um evangelho apócrifo escrito provavelmente em 150. Esse título surgiu em fins do século XVI quando foi publicado, pois até então era chamado apenas de Livro de Tiago.

Muitos estudiosos consideram o seu texto muito remoto, anterior mesmo aos Evangelhos Canónicos ou até a base deles. A época e seu verdadeiro autor são desconhecidos. Embora tenha sido atribuído a Tiago Maior, filho de Zebedeu, alguns estudiosos refutam essa teoria, uma vez que o autor demonstra relativo desconhecimento do judaísmo. Os Pais da Igreja, Orígenes, Clemente, Pedro de Alexandria, São Justino e São Epifânio citam este evangelho com muita frequência.

A vida de Maria

O texto conta a história da vida de Maria, filha de um homem rico chamado Joaquim, casado há muitos anos com Ana. O casal era infeliz por não conseguir ter filhos - fato percebido pela cultura judaica como um castigo de Deus. Joaquim decidiu então jejuar no deserto por 40 dias e 40 noites, pedindo a intervenção divina. Pouco depois, um anjo apareceu a Ana e disse-lhe: "Conceberás e darás à luz, e de tua prole se falará em todo o mundo."

Ana dedicou a menina a Deus. Construiu um santuário no quarto de Maria e, quando a menina completou três anos de idade, entregou-a ao Templo de Jerusalém. Ali, os sacerdotes sentaram a menina no terceiro degrau do altar e ela dançou.

Maria viveu no templo e Deus escolheu-lhe o noivo. Um anjo visitou Zacarias, o sumo sacerdote, e pediu-lhe que reunisse os descendentes de David em condições de se casarem. Cada um deveria trazer um ramo e colocar sobre o altar, pois Deus faria florir o ramo daquele que seria o noivo de Maria. O sinal de Deus foi uma pomba que descansou sobre o ramo de José, que tentou recusar, afirmando: "Tenho filhos e sou velho, enquanto ela é uma menina. Não quero ser sujeito a zombaria por parte dos filhos de Israel."

aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do rei Herodes Antipas, no sexto mês do ano 26 d.C. Foi levado para a fortaleza de Maquero, onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. Herodes prendeu João por causa das críticas que este fazia ao seu relacionamento com Herodias, a esposa de seu meio-irmão Filipe. João condenava abertamente o casamento de Herodes com Herodias, que era considerado ilícito de acordo com as leis judaicas, já que Herodias ainda era esposa de Filipe, enquanto Filipe estava vivo. Herodias, ressentida com as acusações de João, procurava uma maneira de silenciá-lo definitivamente. João Batista foi aprisionado em Maqueronte, uma das fortalezas de Herodes localizada em Pereia, a leste do Mar Morto. Durante seu tempo na prisão, João continuou a influenciar seus discípulos e até mesmo enviou alguns deles para perguntar a Jesus se Ele era "aquele que haveria de vir" ou se deveriam esperar outro (Mateus 11:2-3; Lucas 7:18-19). Esse questionamento é interpretado por alguns como um reflexo da expectativa messiânica da época e das dúvidas que surgiram durante o encarceramento de João.Durante a celebração do aniversário de Herodes, Salomé, filha de Herodias, dançou diante de Herodes e seus convidados, agradando tanto o tetrarca que ele prometeu a conceder qualquer pedido, "até metade do meu reino" (Marcos 6:22-23; Mateus 14:6-7). Instigada por sua mãe, Salomé pediu a cabeça de João Batista em um prato. Embora Herodes tenha ficado perturbado com o pedido, ele não quis recusar publicamente devido ao juramento que havia feito na presença de seus convidados. Assim, ele ordenou que João fosse decapitado na prisão. Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.




1º fonte - 1723
“Santuário Mariano, e história das imagens milagrosas de Nossa Senhora”, Agostinho de Santa Maria

TITULO XXII - Da milagrosa imagem de Nossa Senhora da Ponte da vila de SorocabaA vila de Sorocaba dista da de Itú alguns dias de jornada. A matriz desta vila é dedicada á Virgem Maria Nossa Senhora, com o título da Ponte. E seria sem dúvida porque é Maria a Ponte, por onde passamos da terra ao Céu. Três caminhos tem essa Santíssima Ponte de Maria, porque é a ponte por onde essa passa aos homens da morte da culpa á vida da graça mediante a sua poderosa interseção. Assim o cantam os Gregos o seu hino (ilegível). É maria o segundo caminho em a ponte, que nos guia da terra ao Céu, pela qual ela faz, que Deus desça aos homens, para os encaminhar deste perigoso rio do Mundo ao Céu, assim o canta Proculo: (...) E o terceiro caminho dessa figura, e soberana Ponte de Maria, é aquele, por onde ela encaminha os homens que a amam, e fervem da terra, para o Céu: assim canta também Fortunato. Com muita razão intitularam logo os moradores de Vila de Sorocaba a Mãe de Deus, com o título de Ponte, porque ela só nos pode fazer passar seguros do perigoso, e caudaloso rio de Mundo, e levar-nos ao seguro porto, e descanso do Céu. E não deixa de ter mistério o ser esta Vila a última das terras de São Paulo, e a que fica da parte do Sul. Com esta Senhora tem todos os moradores daquela nobre vila muita devoção, e assim era bem que fosse, pois todos dependemos de que esta Senhora, como figura ponte, nos passe dos perigos da terra, ao seguro porto da Glória.

2º fonte - 1934
Alfredo Ellis Júnior (1896-1974); “O bandeirismo paulista e o recuo do meridiano”, Alfredo Ellis Júnior (1896-1974)

Quando o nascer de século dos setecentos presenciava as múltiplas descobertas auríferas, por entre as fragas das serranias centro-minerais, coroando os esforços tenazes da gente paulista, lavrou o cruento destino o decreto irremovível do declínio do bandeirismo.E, então, foi Ararytaguaba (Porto Feliz) a dolorosa sangria, dilatadamente aberta nas veias paulistas, de onde jorrara, para as bandas de além, o sangue aos borbotões das forças sertanistas, despovoando o berço piratiningano, para povoar os extensos territórios goyano e cuyabano, com a imensa aluvião de exploradores do ouro.Eis os últimos degraus que descemos, no ingrato setecentismo, onde nos demoramos, por longissimas décadas, até que a cruzada nobilitante do trabalho inicia a sem dúvida pela gente campineira sorocabana, ituana e paulistana em que germinaria finalmente, a semente hereditária do bandeirismo, veio a nos trazer a segunda e definitiva fase da grandeza da nossa pátria paulista que tem como pedestal o maior monumento agrícola, jamais existido na superfície do planeta (...)

3º fonte - 1961
José Alípio Goulart; Tropas e Tropeiros na Formação do Brasil. José Alípio Goulart



4º fonte - 21 de dez. de 1964, segunda-feira
Luís Castanho de Almeida (1904-1981); “Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”

Com o fundador veio a imagem de Nossa Senhora da Ponte, que é alta, mas de roca ou vestir, isto é, cabeça e pescoço, duas mãos e o Menino Jesus em peças separadas, fáceis de transportar, armar e revestir, o vestido cobrindo o lugar onde seriam os pés. Os títulos e invocações marianas são centenas, acaso milhares. Poucos tem origem num mistério litúrgico ou num fato da vida de Nossa Senhora.

(...) Além de outras origens, muitos vem de topônimos. No Rio Lima, no Minho, no século XVI havia uma capela de Nossa Senhora da Ponte, junto à ponte. No Recife, pelo mesmo motivo topográfico, uma Nossa Senhora da Conceição da Ponte.

Balthazar teria na família uma cópia destas. Mas as feições da escultura parecem castelhanas. Documentalmente, em Vila Rica do Guairá houve uma Nossa Senhora junto de uma ponte. Suponhamos que essa capela seja da família Torales e Riquelme de Gusman (...) família da primeira mulher de Balthazar. [Páginas 344 e 345]

A terceira hipótese (quanto ao título Nossa Senhora da Ponte) é que se deveu à própria ponte de Sorocaba, existente no lugar. Tem contra sí que a capela foi ficar a um quilômetro da ponte e em 1660 o topônimo era somente “paragem de Sorocaba”: em 1654, quando esse nome sonoro surge escrito no primeiro documento existente, era fazenda, sítio de Sorocaba. Teriam escrito “da ponte de Sorocaba”.

O que paira acima das hipóteses é a interpretação mística já desenvolvida por frei Agostinho de Jesus cerca de 1709; Nossa Senhora é a ponte que liga o céu e a terra. Penso que a escolha do dia 21 de novembro para a festa litúrgica é por analogia com a Nossa Senhora da Escada, que festeja nesse dia.

5º fonte - 1967
Luís Castanho de Almeida (1904-1981); Revista do Instituto Histórico e Geográfico de S. Paulo: “Nossos Bandeirantes - Baltazar Fernandes” (1967) Luiz Castanho de Almeida



6º fonte - 1969
Luís Castanho de Almeida (1904-1981); História de Sorocaba



7º fonte - 1977
Eduardo Hoornaert; História da Igreja no Brasil, 1977. Eduardo Hoornaert



8º fonte - 2014
Sérgio Coelho de Oliveira; “Baltazar Fernandes: Culpado ou Inocente?”. Sérgio Coelho de Oliveira, jornalista e historiador



9º fonte - 11 de out. de 2016, terça-feira
Revista Veja; O cachorro mais antigo do Brasil comia peixe e tinha cara de mau, veja.abril.com.br



10º fonte - 14 de jun. de 2017, quarta-feira
Eduardo Bueno; https://youtu.be



11º fonte - 2 de mai. de 2018, quarta-feira
Eduardo Bueno; “O nascimento de São Paulo”, 02.05.2018. Eduardo Bueno



12º fonte - 17 de jul. de 2018, terça-feira
Hernâni Donato (1922-2012); Expedição Peabiru - Pay Zumé



13º fonte - 14 de abr. de 2023, sexta-feira
Wikipédia; Ana, mãe de Maria, consultado em Wikipedia

Santa Ana ou Sant´Ana (do latim Anna, por sua vez do hebraico transliterado Hannah, "Graça") foi, segundo a tradição católica, mãe de Maria e avó de Jesus Cristo.

Filhos

Sabe-se muito pouco sobre Santa Ana. Sabe-se que esta era mãe de Maria de Nazaré, esposa de São Joaquim e Avó de Jesus. Sabe-se também que esta teria após o nascimento da Virgem Maria tido mais uma ou duas filhas, pois Deus liberara após Joaquim ter ficado 40 dias no deserto. O nome dessas filhas são: Maria Salomé e Maria de Cleofas.

Histórico

Os dados biográficos que sabemos sobre os pais de Maria foram legados pelo Proto-Evangelho de Tiago, obra citada em diversos estudos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Níssa.Sant´Ana, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão e seu marido, São Joaquim, pertencia à família real de Davi.

Seu marido, São Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos. Mas Sant´Ana já era idosa e estéril. Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, os dois esposos encontram-se na Porta Dourada de Jerusalém,[1] e algum tempo depois Sant´Ana ficou grávida. A paciência e a resignação com que sofriam a esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia de ser a Mãe de Jesus. Os autores medievais vêm no seu beijo casto no Encontro na Porta Dourada o momento da imaculada concepção de Maria. Segundo outras versões, preferidas pelos dominicanos e outros maculistas, não há nenhuma sugestão de que Maria tenha sido concebida de outra forma que não a biológica normal após o reencontro dos seus pais.[1

14º fonte - 14 de abr. de 2023, sexta-feira
Wikipédia; Protoevangelho de Tiago, consultado em Wikipedia



15º fonte - 9 de out. de 2023, segunda-feira
campograndenews.com.br; E chegam os burros... históricos do Paraguai campograndenews.com.br

Os homólogos brasileiros dos burros demoraram a entender sua importância. Enquanto eram os principais animais no Peru e em Buenos Aires, o mais antigo que se tem notícia, em 1636, é o chamado "burro castiço" de uma tal Antônia de Oliveira, em São Paulo. A versão atual é que ela trouxe esse burro histórico do Paraguai. Seu marido, Andre Fernandes, também trouxe burros e cabras do nosso pais vizinho, por caminhos fluviais. Depois, bem depois, um tal Francisco Pedroso Xavier, tinha alguns machos e duas mulas, antes de morrer no Espírito Santo.

16º fonte - 25 de jan. de 2024, quinta-feira
museuartesacra.org.br; museuartesacra.org.br

.Santa Ana, também conhecida como Sant’Ana, desempenha um papel crucial na história religiosa como mãe de Nossa Senhora e avó de Jesus. Poucos detalhes biográficos são conhecidos, principalmente através do Proto-Evangelho de Tiago, um livro do primeiro século não incluído nos Evangelhos Canônicos. O nome “Ana,” derivado do hebraico “Hanna,” significa “graça.” Pertencendo à descendência do sacerdote Aarão, Santa Ana era esposa de São Joaquim, membro da nobre família real de Davi, cujo casamento compôs a linhagem nobre de Maria e Jesus.Casada jovem, enfrentou a esterilidade, uma condição mal compreendida na época e erroneamente atribuída à mulher. Santa Ana e São Joaquim, apesar do sofrimento, eram pessoas de fé. Em um momento crucial, São Joaquim retirou-se para o deserto em oração e penitência, sendo atendido por um anjo. Santa Ana também recebeu a confirmação divina e pouco após o retorno de São Joaquim, concebeu Maria, preparada por Deus para ser a mãe do Salvador. A tradição cristã atribui o nascimento de Maria a Santa Ana no dia 8 de setembro, ano 20 a.C., superando a vergonha associada à esterilidade e sendo fundamental para a História da Salvação.

A devoção a Santa Ana e São Joaquim é antiga no Oriente e Ocidente. As relíquias de Santa Ana foram levadas para Constantinopla em 710 e distribuídas em várias igrejas, com a maior relíquia permanecendo em Durem, Alemanha. Em 1584, o Papa Gregório XIII fixou a festa de Santa Ana em 26 de julho, posteriormente unida à comemoração de São Joaquim pelo Papa Paulo VI na década de 1960. Padroeira dos avós e invocada por mulheres que buscam engravidar, Sant’Ana é venerada pela sua influência na educação de Nossa Senhora e Jesus. Sua festa, celebrada em 26 de julho, é também o “Dia dos Avós,” um tributo à importância desse papel. Santa Ana, avó de Jesus, continua a ser uma fonte de conforto e confiança para aqueles que buscam sua intercessão.

17º fonte - 13 de dez. de 2024, sexta-feira
brasilianaiconografica.art.br; Banana, a fruta mais brasileira que não nasceu aqui



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