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Clemente Alvares, o moço. Consulta em projetocompartilhar.org

    20 de novembro de 2024, quarta-feira
    Atualizado em 24/10/2025 21:38:47
  
  
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SL. 4,º 431, 1-4, Clemente Alvares Tenório, falecido em 1655 no sertão, ignoramos com quem foi casado. Teve 2 f.ºs:2-1 João Tenório2-2 ... Subsídios: Clemente Álvares (Tenório) nasceu por volta de 1616, filho de Clemente Álvares e sua segunda mulher Maria Tenório (inventário dele no volume 14º e o dela no vol 44º, SAESP Publicados, neste site).Faleceu em uma entrada que saiu de São Paulo em 1653 e teve inventário de seus bens aberto em agosto de 1655.Seu “cunhado Manoel João Branco” foi o declarante, juntamente com Amaro Álvares Tenório, irmão inteiro do falecido. Provávelmente solteiro, deixou dois filhos que eram ambos sobrinhos de Manoel João Branco:1- João Tenório, nascido por 1649, tutelado sucessivamente por seu tio Manoel João Branco, João da Fonseca e Alvaro Rodrigues do Prado, que em 1661 fez a seguinte declaração: “aos 11-9-1661 pelo Capitão Álvaro Roiz do Prado foi dito que das peças do gentio da terra do dito órfão João lhe era fugida uma negra por nome Cristina mãe do dito órfão pelo que protestava pelo serviço dela (...).” Então, por declaração de seu tio e tutor, João foi filho de Cristina, “negra da terra” administrada ou cativa de Clemente Álvares Tenório. 2- Um filho, que em 1658 já tinha fugido de seu tio e tutor Manoel João Branco. Não há mais referências a ele no inventário paterno. CLEMENTE ALVARES, o moçoInventário SAESP - vol. 43, fls. 75 a 103Autos do Inventário: 22-8-1655Local: Vila de São Paulo, em pousadas de Amaro Alveres Tenório irmão do defunto que faleceu no sertão abintestado.Juiz dos Órfãos: Simão de Toledo PizzaEscrivão dos Órfãos: Luiz dandrade.Avaliadores: Manoel Alveres de Souza e Francisco Preto.Declarantes: Amaro Alveres Tenório irmão do defunto e Manoel João cunhado do dito defunto. (aa) Manoel João Branco e Amaro Alveres Tenório. Título dos filhos:- João, de idade de 6 anos pouco mais ou menos. Avaliações, dividas que o defunto deve. fls. 83 - Monte mor, fica liquido para os dois órfãos 28$498 rs. fls. 85 - aos -- de setembro de 1655, Manoel João Branco curador de seus sobrinhos órfãos, fiador Gaspar Vieira de Vasconcelos. fls. 89 - 20-4-1658 contas que dá Manoel João Branco curador dos órfãos deste inventário:... e disse que um deles era fugido e o outro tinha em seu poder e andava na escola (...). fls 90 aos 21-4-1658 João da Fonsequa tutor e curador deste inventário. Recebeu do tutor removido Manoel João Branco os bens e fazenda que lhe foram entregues. Apresentou por fiador a Manoel Pacheco Borba. 7-10-1658 fls. 92- aos 7-3-1659 João da Fonseca desobrigou a seu fiador Manoel Pacheco Borba e ora apresentava por seu fiador a Clemente Alvares Lobo. (aa) Clemente Alves Lobo - João da Fon.ca.Perguntado pela pessoa do órfão disse que estava aprendendo a ler e a escrever. Fls 93 – perguntado pela legítima do órfão disse ter em dinheiro cinco mil seiscentos e quarenta rz, e que havia gastado dinheiro com demandas com Manoel João (Branco) e também “avia pago a Anna Roiz darzam dona viúva...” fls. 92- 27-3-1661 contas que dá o curador removido Joam da Fonseca. fls. 95 - requerimento e protesto que fez o capitão Álvaro Roiz do Prado ante o juiz dos órfãos Antonio Rapozo da Silveira-25-6-1661, nesta vila de São Paulo, e por ele foi dito que João da Fonsequa e Clemente Alveres eram esperados até aquela dita audiência para se lhe entregarem os bens do dito órfão João Tenório e sua pessoa e visto não virem no tempo protestava (...). fls. 96 - 22-8-1661 termo feito ao Capitão Álvaro Roiz do Prado de curador e tutor do órfão João filho que ficou do defunto Clemente Alvares Tenório. Fiador o Capitão Jose de Camargo Ortiz. fls. 98 - aos 11-9-1661 pelo Capitão Álvaro Roiz do Prado foi dito que das peças do gentio da terra do dito órfão João lhe era fugida uma negra por nome Cristina mãe do dito órfão pelo que protestava pelo serviço dela (...). fls. 99: aos 21-10-1661 -Leilão dos bens do defunto. Dinheiro dado a ganhos fls. 101 - diz o Capitão Álvaro Roiz do Prado, morador nesta vila de São Paulo, que a curadoria do órfão seu sobrinho, filho que ficou de Clemente Alvares que Ds tem, está vago (...) . Pede a VM lhe faça merce visto o que alega ele suplicante parente chegado irmão do dito defunto seu pai o provia na dita curadoria e lhe mande entregar todos e quaisquer bens que ao dito órfão pertencer (...) 15-5-1662. fls. 102 Diz João Tenório, morador nesta vila de São Paulo, que por morte e falecimento de seu pai Clemente Alveres lhe coube por legitima certa quantia (...) e porque ora o dito suplicante é casado e necessitado dito dinheiro (...).Como pede S. Paulo 24-6-1668.



\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\4783icones.txt



Correio Paulistano/SP
Data: 15/08/1942
Página 4


ID: 11178



EMERSON


20/11/2024
ANO:859
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

Freqüentemente acreditamos piamente que pensamos com nossa própria cabeça, quando isso é praticamente impossível. As corrêntes culturais são tantas e o poder delas tão imenso, que você geralmente está repetindo alguma coisa que você ouviu, só que você não lembra onde ouviu, então você pensa que essa ideia é sua.

A famosa frase sobre Titanic, “Nem Deus pode afundar esse navio”, atribuída ao capitão do transatlântico, é amplamente conhecida e frequentemente associada ao tripulante e a história de criação, no entanto, muitos podem se surpreender ao saber que essa citação nunca existiu. Diversos historiadores e especialistas afirmam que essa declaração é apenas uma lenda que surgiu ao longo do tempo, carecendo de evidências concretas para comprová-la. [29787]

Existem inúmeras correntes de poder atuando sobre nós. O exercício de inteligência exige perfurar essa camada do poder para você entender quais os poderes que se exercem sobre você, e como você "deslizar" no meio deles.

Isso se torna difícil porque, apesar de disponível, as pessoas, em geral, não meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.

meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.Mas quando você pergunta "qual é a origem dessa ideia? De onde você tirou essa sua ideia?" Em 99% dos casos pessoas respondem justificando a ideia, argumentando em favor da ideia.Aí eu digo assim "mas eu não procurei, não perguntei o fundamento, não perguntei a razão, eu perguntei a origem." E a origem já as pessoas não sabem. E se você não sabe a origem das suas ideias, você não sabe qual o poder que se exerceu sobre você e colocou essas idéias dentro de você.

Então esse rastreamento, quase que biográfico dos seus pensamentos, se tornaum elemento fundamental da formação da consciência.


Desde 17 de agosto de 2017 o site BrasilBook se dedicado em registrar e organizar eventos históricos e informações relevantes referentes ao Brasil, apresentando-as de forma robusta, num formato leve, dinâmico, ampliando o panorama do Brasil ao longo do tempo.

Até o momento a base de dados possui 30.439 registros atualizados frequentemente, sendo um repositório confiável de fatos, datas, nomes, cidades e temas culturais e sociais, funcionando como um calendário histórico escolar ou de pesquisa.

Fernando Henrique Cardoso recupera a memória das mais influentes personalidades da história do país.

Uma das principais obras do barão chama-se "Efemérides Brasileiras". Foi publicada parcialmente em 1891 e mostra o serviço de um artesão. Ele colecionou os acontecimentos de cada dia da nossa história e enquanto viveu atualizou o manuscrito. Vejamos o que aconteceu no dia 8 de julho. Diz ele:
1. Em 1691 o padre Samuel Fritz, missionário da província castelhana dos Omáguas, regressa a sua missão, depois de uma detenção de 22 meses na cidade de Belém do Pará (ver 11 de setembro de 1689).
2. Em 1706 o rei de Portugal mandou fechar uma tipografia que funcionava no Recife.
3. Em 1785 nasceu o pai do Duque de Caxias.
4. Em 1827 um tenente repeliu um ataque argentino na Ilha de São Sebastião.
5. Em 1869 o general Portinho obriga os paraguaios a abandonar o Piraporaru e atravessa esse rio.
6. Em 1875 falece no Rio Grande do Sul o doutor Manuel Pereira da Silva Ubatuba, a quem se deve a preparação do extractum carnis, que se tornou um dos primeiros artigos de exportação daquela parte do Brasil.

Ainda bem que o barão estava morto em 2014 julho que a Alemanha fez seus 7 a 1 contra o Brasil.

Ou seja, “história” serve tanto para fatos reais quanto para narrativas inventadas, dependendo do contexto.

A famosa frase sobre Titanic, “Nem Deus pode afundar esse navio”, atribuída ao capitão do transatlântico, é amplamente conhecida e frequentemente associada ao tripulante e a história de criação.No entanto, muitos podem se surpreender ao saber que essa citação nunca existiu. Diversos historiadores e especialistas afirmam que essa declaração é apenas uma lenda que surgiu ao longo do tempo, carecendo de evidências concretas para comprová-la.Apesar de ser um elemento icônico da história do Titanic, não existem registros oficiais ou documentados de que alguém tenha proferido essa frase durante a viagem fatídica do navio.Essa afirmação não aparece nos relatos dos passageiros, nas transcrições das comunicações oficiais ou nos depoimentos dos sobreviventes.

Para entender a História é necessário entender a origem das idéias a impactaram. A influência, ou impacto, de uma ideia está mais relacionada a estrutura profunda em que a foi gerada, do que com seu sentido explícito. A estrutura geralmente está além das intenções do autor (...) As vezes tomando um caminho totalmente imprevisto pelo autor.O efeito das idéias, que geralmente é incontestável, não e a História. Basta uma pequena imprecisão na estrutura ou erro na ideia para alterar o resultado esperado. O impacto das idéias na História não acompanha a História registrada, aquela que é passada de um para outro”.Salomão Jovino da Silva O que nós entendemos por História não é o que aconteceu, mas é o que os historiadores selecionaram e deram a conhecer na forma de livros.

Aluf Alba, arquivista:...Porque o documento, ele começa a ser memória já no seu nascimento, e os documentos que chegam no Arquivo Nacional fazem parte de um processo, político e técnico de escolhas. O que vai virar arquivo histórico, na verdade é um processo político de escolhas, daquilo que vai constituir um acervo que vai ser perene e que vai representar, de alguma forma a História daquela empresa, daquele grupo social e também do Brasil, como é o caso do Arquivo Nacional.

A história do Brasil dá a idéia de uma casa edificada na areia. É só uma pessoa encostar-se na parede, por mais reforçada que pareça, e lá vem abaixo toda a grampiola."

titanic A história do Brasil dá a idéia de uma casa edificada na areia. É só uma pessoa encostar-se na parede, por mais reforçada que pareça, e lá vem abaixo toda a grampiola."

(...) Quem já foi ministro das relações exteriores como eu trabalha numa mesa sobre a qual a um pequeno busto do barão. É como se ele continuasse lá vigiando seus sucessores.Ele enfrentou as questões de fronteiras com habilidade de um advogado e a erudição de um historiador. Ele ganhava nas arbitragens porque de longe o Brasil levava a melhor documentação. Durante o litígio com a Argentina fez com que se localiza-se o mapa de 1749, que mostrava que a documentação adversária estava simplesmente errada.Esse caso foi arbitrado pelo presidente Cleveland dos Estados Unidos e Rio Branco preparou a defesa do Brasil morando em uma pensão em Nova York. Conforme registrou passou quatro anos sem qualquer ida ao teatro ou a divertimento.Vitorioso nas questões de fronteiras tornou-se um herói nacional. Poderia desembarcar entre um Rio, coisa que Nabuco provavelmente faria. O barão ouviu a sentença da arbitragem em Washington e quieto tomou o navio de volta para Liverpool. Preferia viver com seus livros e achava-se um desajeitado para a função de ministro.



"Minha decisão foi baseada nas melhores informações disponíveis. Se existe alguma culpa ou falha ligada a esta tentativa, ela é apenas minha."Confie em mim, que nunca enganei a ninguém e nunca soube desamar a quem uma vez amei.“O homem é o que conhece. E ninguém pode amar aquilo que não conhece. Uma cidade é tanto melhor quanto mais amada e conhecida por seus governantes e pelo povo.” Rafael Greca de Macedo, ex-prefeito de Curitiba


Edmund Way Tealeeditar Moralmente, é tão condenável não querer saber se uma coisa é verdade ou não, desde que ela nos dê prazer, quanto não querer saber como conseguimos o dinheiro, desde que ele esteja na nossa mão.