29 de novembro de 2024, sexta-feira Atualizado em 31/10/2025 00:30:11
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Lucas de Mendonça, capitão(atualizado em 07-março-2018)SL. 1, 6, 5-1 Capitão Lucas de Mendonça natural do Rio de Janeiro que casou com Ignez Monteiro, f.a de Antonio Pires de Medeiros e de Anna Luiz Grou. Tit. Pires Cap. 9.o § 3.o Teve o f.o unico com geração em Alvarengas Cap. 3.o § 7.o n.o 2-3 SL. 2, 128, 2-1 Ignez Monteiro que foi 1.o. casada com Lucas de Mendonça, natural do Rio de Janeiro, fo. do capitão Mathias Gomes de Mendonça e de Izabel Cardoso, V. 1.o. pag 6; Segunda vez foi casada com Francisco Paes da Silva. Tit. Raposos. Sem geração deste 2.o. marido, porem, teve do 1.o. o filho único:3-1 Mathias de Mendonça Capitão Lucas de Mendonça, natural da cidade do Rio de Janeiro, era filho do Cap. Matias de Mendonça e Izabel Cardosa. Casou com Ignez Monteira, filha de Antonio Pires e Ana Luiz.Testou em 10-10-1670 e foi inventariado aos 17-12-1670 em seu sitio e fazenda na paragem chamada Guaimirinacangaba, termo da vila de Santana da Parnaiba. Deixou filho único:Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SetteAutos aos 17-12-1670 sitio e fazenda do defunto Lucas de Mendonça na paragem chamada Guaimirinacangaba, termo da vila de Santana da Parnaiba.Inventariante Ignez Monteira, dona viuva. Assina a seu rogo Gaspar Mendes.Herdeiros- a viuva Ignez Monteira- Matias de Mendonça, 21 anos Testamento 10-10-1670 eu Lucas de Mendonça.Testamenteiros meu cunhado o Cap. Fernão Paes de BarrosSou natural da cidade do Rio de Janeiro, f.l. do Cap. Matias de Mendonça e Izabel Cardosa. Sou cc Ignez Monteira, f.l. de Antonio Pires e Ana Luiz, de que tenho um filho por nome ---------------.Cumpra-se 19-10-1670Curadoria ao Cap. Fernão Paes de Barros.1- Matias de Mendonça, com 21 anos em 1670. Requereu dispensa do impedimento de consanguinidade em 3º grau para se casar com Luzia Leme (de Alvarenga ou de Miranda), filha de Sebastão Leme de Alvarenga, neta paterna de Francisco de Alvarenga (SL. 5º, 239, 2-3)RMJ - ACMSP Volume 1 - Estante 4 -Gaveta 1 (1667 a 1688)Mathias de Mendonça e Luzia Leme - 3 grau de consanguinidadeDe Ana Ribeira nasceu Ines Monteira e desta Ãntonio Pires que gerou Ines Monteiro mãe do orador.Do mesmo tronco nasceu Francisco de Alvarenga pai de Sebastião Leme pai da oradora Luzia Leme.A mãe da oradora tem muitas outras filhas para casar, a moça é pobre e ambos são descendentes de neófiltos Brasilicos.Testemunhas e.o:Antonio Nunes de Siqueira, 39 anos parente por afinidade dos oradores em grau remoto.Disse que os oradores são parentes consanguineos em 3 para 4 grau e que tem parte de gente Brasilica.Francisco Rodrigues, Repete as afirmações.Cap Pascoal Leite de Miranda, 56 anos parente da oradora por consanguinidade e do orador por affinidade.Disse que os pais da oradora eram pobres e tinham ainda 3 filhas para casar. Confirmou a origem brasilica dos oradores. Luzia faleceu em Itu aos 24-08-1725. Instituiu testamenteiros o genro Pedro Ferreira e o filho José Pires.Itu, SP Luzia Leme, mulher de Matias de Mendonça, faleceu com todos os sacramentos e foi enterraeda na capela dos terceiros de N. Sra do Carmo. Fez seu testamento, instituiu testamenteiros a seu genro Pedro Ferreira e a seu filho Jose Pires. Deixou missas por sua alma e pelo defunto seu filho Sebastião Leme. Fiz este termo aos 20-agosto-da sobredita era (1725)Matias e Luzia tiveram 10 filhos descritos em SL. 5º, 239, 2-3:1-1 Lucas de Mendonça, já falecido em 1729. Pai de:1-1-1n Josefa, filha natural de Lucas de Mendonça. Citada na dispensa matrimonial de Maria Leite de Mendonça, abaixo descrita.1-2 Maria Leite de Mendonça, batizada em Itu aos 20-03-1690. Em 1729 tirou dispensa de afinidade ilícita para se casar com Miguel de Godoy, filho de João de Godoy Moreira Villas Boas e de s/m Urbana Pereira, naturais da cidade de S. Paulo - família Godoys, neste site.ACMSP - Dispensas MatrimoniaisMiguel de Godoy Moreira e Maria LeiteAutuação de uma justificação - aos 23 de abril de 1729 nesta cidade do Rio de Janeiro me foi remetida Pelo Re.do Vigario da Vara da vila de Itu deste bispado (...).Autuamento de uma petição apresentada por parte dos oradores Miguel de Godoy Moreira e Maria Leite para se inquerirem as testemunhas sobre os artigos declarados na dita petição.Vila de N. Sra da Candelaria de Itu 17-02-1729Miguel de Godoy Moreira, f.l. de João de Godoy Moreira Villas Boas e de s/m Urbana Pereira, naturais da cidade de S. Paulo - e Maria Leite de Mendonça, f.l. de Matias de Mendonça e de s/m Luzia Leme de Miranda, ja defuntos, naturais e moradores desta vila de Itu - impedimento de afinidade resultante de copula ilicita no 2º grau em razão de copula carnal q o orador teve com uma bastarda por nome Josefa, a qual se diz ser filha natural do defunto Lucas de Mendonça irmão legitimo da oradora.- a oradora é orfã de pai, alejada de uma perna, de 38 anos de idade pouco mais ou menos. Não tem de legitima mais que 3 escravos (...).Que a dita bastarda Josefa, com quem o orador teve copula, era filha do defunto Lucas de Mendonça em razão de não ser filha de matrimonio.Testemunhas: confirmam os itens.Certidão: aos 20-março-1690 anos bat a Maria, f. Capitão Matias de Mendonça e s/m Luzia Leme, foram padrinhos Manoel de Barros e Cataria Gomes.
Em Itu aos 15 de agosto de 1744, Maria Leite casou segunda vez com com Agapito do Amaral, natural de São Roque, filho dos falecidos Domingos Paes e de s/m Barbara do Amaral e viúvo de Maria Madalena filha de Ascenço Alvares Maciel e de s/m Lucrecia Pedrosa.
Itu, SP aos 15 de agosto de 1744 nesta matriz se receberam Agapito do Amaral, natural e morador do bairro de São Roque freguesia de N. Sra da Penha de Araçariguama, filho de Domingos Paes e de s/m Barbara do Amaral, ja defuntos, viuvo de Maria Madalena filha de Ascenso Alvres Maciel e de s/m Lucrecia Pedrosa = com Maria Leite de Mendonsa, f. de Matias de Mendonça e de s/m Luzia Leme de Alvarenga, ja defuntos, a qual contraente é natural e moradora desta vila e minha freguesa, Testemunhas o Dr, Juiz de Fora desta vila Agostinho Luiz Ribeiro V. e o Ajudante Tenente Antonio da Silveira e Motta morador da cidade de S. Paulo, ambos solteiros.
1-3 Antonio Pires de Alvarenga, batizado em Itu em 26-02-1695. Habilitou-se as ordens sacras em 1719.ACMSP Aplicação Sacerdotal (Genere et moribus) ano 171925-janeiro-1719 genere do habilitando Antonio Pires de Alvarenga, natural de Itu, filho de Matias de Mendonça, e de Luzia Leme, naturais da vila de Itu. NP de Lucas de Mendonça, n. da cidade do Rio de Janeiro, e Inês Monteiro, n. da cidade de S. Paulo; NM de Sebastião Lima de Alvarenga, e Mariana de Miranda, naturais da cidade de S. Paulo, digo da vila da Parnaiba.Testemunhas Certidão - Igreja N. Sra da Candelaria da vila de itu:- bat a Antonio Pires de Alvarenga, f.l. de Matias de Mioranda e de s/m Luzia Leme aos 26-fevereiro-1695 anos, de quem foram padrinhos Antonio de Oliveira e Catarina Gomes. 12-abril-1719. Patrimonio de Antonio Pires de Alvarenga - doado por seus pais1-4 Sebastião Leme de Alvarenga, testamenteiro materno. Em Itu aos 20-06-1713 casou com Ignez Dias, filha de Antonio João Ordonho e Izabel de GodoyItu, SP, Igreja N. Sra da Candelaria [na era de 1713] Sebastião Leme, f. do Cap.Mathias de Mendonça e de s/m Luzia Leme se recebeu com Ignez Dias, f. Antonio Joam Hordonho e de s/m Izabel de Godoy; test.: Antonio Leme, Joam de Godoy, Maria --- e Luzia de Abreu todos moradores da propria vila aos 20 de junho da sobredita era.1-5 Luzia Leme, aos 20-05-1708 casou com Francisco Rodrigues Banhos, filho de Silvestre Rodrigues Banhos e Maria Pereira moradores na freguesia de S. Nicolau da cidade do Porto. Geração de uma filha em SL. 5º, 240, 3-8.Itu, SP na era de 1708 Francisco Roiz Banhos, f. de Silvestre Rodrigues Banhos e Maria Pereira moradores na freguesia de S. Nicolau da cidade do Porto = se recebeu com Luzia Leme, f. do Cap. Matias de Mendonça e s/m Luzia Leme, Test.: Cap. Pedro Dias Leite, o Juiz Bartolomeu de Anhaia, Maria Leite de Miranda, e Maria de Abreu. 20-maio da sobredita era. Segunda vez aos 19-06-1723, Luzia casou com Ascenço Peres (Calhamares), filho de Sebastião Soares e de s/m Domingas da Rocha, naturais da vila da Parnaiba (SL. 1º, 12, 4-1)Itu, SP Assenso Peres, f. de Sebastião Soares e de s/m Domingas da Rocha, naturais da vila da Parnaiba se recebeu com Luzia Leme, f. de Mathias de Mendonça e de s/m Luzia Leme no oratorio de Matias de Mendonça; e Francisco Pereira, Francisco Bueno, Izabel Pires e Maria Pedrosa aos 19-junho-1723 anos. Luzia Leme casou tambem com Manoel Peres Calhamares e foram pais de, pelo menos:SL. 1º, 12, 4-2, Manoel Peres que foi o 2.o marido de Luzia Leme viuva de Ascenço Peres supra. Com geração em Alvarengas.SL. 5º, 240, 3-8 Luzia Leme, c3c. Manoel Peres Calhalhamares, irmão de Ascenço Peres Calhamares seu 2.o marido. Do 3.º marido q. d.: 4-2 Gabriel Peres, natural de Itu, casado em 1793 nessa localidade com Joaquina Monica f.a de José Pereira Monteiro. 1-5-2 Gabriel Peres Calhamares, natural de Itu onde aos 22-04-1793 casou com Joaquina Monica de Deus, natural de Itu, viúva de José Pereira Monteiro (e não filha como citado na GP).Itu-SP aos 22-abril-1793 nesta matriz e testemunhas Bartolomeu Teixeira Guimarães e Jose Ribeiro de Araujo, solteiros; se receberam Gabriel Peres, natural desta vila, f. de Manoel Peres Calhamares, natural de Parnaiba e de s/m Luzia Leme, natural desta vila, neto paterno de Sebastião Soares e de Luzia(sic) da Roxa, ambos de Parnaiba, neto materno de Mathias de Mendonça e de Luzia Leme desta vila = e Joaquina Monica, natural desta vila, viuva de Jose Pereira Monteiro. Viúva novamente, aos 24-09-1797 Joaquina casou com o viúvo Ignacio Xavier Ferreira, natural da Parnaiba, filho de Antonio de Almeida Velho e Gertrudes de Almeida de Jesus, família Isidoro Pinto da Silva, neste site.Itu-SP aos 24-setembro-1797 nesta matriz e testemunhas o Guarda Mor Antonio Francisco da Luz, solteiro e Salvador de Almeida Leme, casado, se receberam Ignacio Xavier Ferreira, viuvo de Ana Maria Furquim = com Joaquina Monica de Deus, viuva de Gabriel Peres Calhamares, todos fregueses desta vila.1-6 Mariana Leite (citada na GP como Mariana de Miranda). Aos 10-09-1708 casou com Pedro Ferreira Sarmento, testamenteiro da sogra, filho dos falecidos João Alvares Sarmento e de s/m Maria Alvares, naturais do Bispado de Miranda.Itu, SP Pedro Ferreira Sarmento, f. de João Alvares Sarmento e de s/m Maria Alvares, ja defuntos, naturais da freguesia da (-----) Bispado de Miranda - se recebeu com Mariana Leite, f. do Cap. Matias de Mendonça e s/m Luzia Leme, Test.: o Cap. Manoel de Campos, João Gomes, Luzia Leme e Maria Leite aos 10-setembro-da sobredita era (1708)
1-7 Isabel Pires aos 25-04-1718 casou com Pascoal Ribeiro Cavaco, filho dos falecidos Antonio Ribeiro Cavaco e Bárbara Ribeiro, moradores da cidade de São Paulo - família Pedro Martins.Itu, SP aos 25/04/1718 Pascoal Ribeiro Cavaco, filho de Antonio Ribeiro Cavaco e Bárbara Ribeiro, já defuntos, moradores da cidade de São Paulo, com Isabel Pires, filha do Capitão Matias de Mendonça e Luísa Leme de Miranda (pesq. Fabricio Gerin).
1-8 José Pires Monteiro aos 13-11-1726 casou com Teresa Ribeira (Teresa Furquim na GP), filha de Manoel Ribeiro Preto e Luiza Furquim - família Claudio Furquim Frances, neste site.Itu, SP Jose Pires Monteiro, f. de Matias de Mendonça e de Luzia Leme, ja defuntos, moradores desta propria vila = se recebeu com Teresa Ribeira, f. de Manoel Ribeiro Preto e de s/m Luiza Furquim, tambem moradores desta propria vila. Test.: R.do P.e Paulo de Anhaia Leite, Ignacio da Silva ----- aos 13-novembro da sobredita era (1726). José faleceu em 1732 no sertão das minas do Maranhão e, em 26-06-1737 na Parnaiba com provisão, Teresa casou segunda vez com José Correa Ordonho, batizado em Itu aos 17-02-1711, filho do falecido Antonio João Ordonho e de Izabel de Proença Varella, naturais de Itu (SL. 6º, 30, 4-2).ACMSP Dispensas Matrimoniais ano 1737Jose Correa Ordonho e Tereza Ribeira 22-junho-1737Ele, f.l. de Antonio João Ordonho, ja defunto e de s/m Izabel de Proença Varella, todos naturais da vila de Itu. Com Teresa Ribeira, viuva de Joseph Pires Monteiro, filho leg. de Matias de Mendonça e de Luzia Leme, ja defuntos, e a dita viuva é filha do defunto Manoel Ribeiro Preto e de Luzia Furquim Pedrosa, naturais da vila de Parnaiba.
- Vila de Itu - José, filho de Antonio João e s/m Izabel de Proença foi batizado por mim Felis Nabor, foram padrinhos Bernardo de Campos e Veronica de Jesus, aos 17-fevereiro-1711. Hoje 10-junho-1737Diz Tereza Ribeira, natural da vila de Parnaiba, quer justificar em como seu marido, que Ds haja, por nome Jose Pires Monteiro faleceu nas minas do Maranhão, indo a bandeira dos gentios.
Testemunhas:
- Bartolomeu Ribeiro Preto, nat/morador na vila de Parnaiba, vive de suas lavouras, de idade 25 anos. Disse que o primeiro marido de Teresa Ribeiro por nome Jose Pires Monteiro, falecera no sertão do Maranhão e que fora sepultado no mesmo sertão por não haver igreja alguma.
- Antonio Teixeira de Magalhãe, natural da freguesia de São ---- comarca de Guimarães e morador nesta cidade de S. Paulo, vive de suas lavouras, de idade de ------.
- Cap. Francisco Furquim Pedroso, n. e morador nesta cidade, vive de suas fazendas, de idade 40 anos: Disse que o primeiro marido de Teresa Ribeiro falecera em o sertão das minas do Maranhão na era de 732 e que no mesmo sertão fora sepultado por não haver igreja (...) e que assistira o sepultamento.- Phelipe Cardoso de Campos, n. de morador nesta cidade, vive de suas lavouras de idade 55 anos. Santana de Parnaiba, SP Joseph Correa Ordonho com Thereza Ribeira - aos 26-junho-1737 nesta igreja matriz se receberam Joseph Correa Ordonho, f.l. de Antonio João Ordonho, ja defunto e de s/m Izabel de Proença Varella, todos naturais da vila de Itu = com Teresa Ribeira, viuva de Joseph Pires Monteiro, f.l. de Matias de Mendonça e de Luzia Leme, ja defuntos, e a dita noiva é filha do defunto Manoel Ribeiro Preto e de Luzia Furquim, dona viuva, naturais desta vila de Parnaiba. Foram testemunhas Francisco Bueno de Saa. Manoel Gonçalves Cruz, Maria Pedrosa, dona viuva de Gaspar Vaz, e Izabel Pedrosa mulher do dito Francisco Bueno de Sá, todos moradores nesta vila.1-9 Matias de Mendonça aos 03-05-1729 casou com Luzia de Souza, filha do falecido Braz Pires e de Catarina de Siqueira..Itu, SP Matias de Mendonça,f. de Matias de Mendonça e s/m Luzia Leme de Miranda, ja defuntos = se recebeu com Luzia de Souza, f. de Braz Pires, ja defunto e de s/m Catarina de Siqueira, naturais todos desta propria vila. Test.: Pedro Ferreira Sarmento, Ignacio Pinto, Mariana L.te de Miranda e Maria Leite - aos 03-maio-1729.1-10 Ignez Monteira do Prado, natural da Parnaiba. Faleceu em 03-07-1773 em Itu, viúva do Cap. Francisco Pereira de Faro.Itu, SP aos 03-julho-1773 faleceu no bairro de Aputenhu(?) Ignez Monteira do Prado, natural da Parnaiba de idade de cem anos pouco mais ou menos, filha de Matias de Mendonça e de Luzia Leme, ja defuntos, viuva de Francisco Pereira de Faro e freguesa desta vila. Fez testamento que aceitou o Capitão Estevão Cardoso de Negreiros. CATHARINA DE UNHATTESL. 5, 212, 2-3.Catharina De Unhatte cc. 1640 em SP com Pedro Lourenço filho de Francisco Lourenço e Maria Ribeiro.SL. 5, 376, 2-1 Pedro Lourenço, que casou em 1640 em S. Paulo com Catharina de Unhatte, † em 1659, f.ª de Amador Lourenço e de Maria da Cunha.. Teve f.ª única:3-1 Maria de Unhatte, casada com Francisco da Fonseca, † em 1666 em S. Paulo, f.º de Diogo Borges e de Maria Tavares da Fonseca. Catharina de Unhatte, filha de Amador Lourenço e Maria da Cunha, casou duas vezes. Primeira vez com Pedro Lourenço e, segunda vez, com Francisco Correa de Araújo.Catarina faleceu com testamento de 03-05-1659 com o cumpra-se de 05 de maio do mesmo ano. Foi inventariada por Francisco no mesmo ano. Sem geração do segundo matrimônio, deixou filha unica do primeiro:Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SetteInventariada Catarina de VinhateAutos aos 13-05-1659 nsta vila de S. Paulo nem pousadas da defunta Catarina de Unhatte.Declarante o viuvo Francisco Correa de Araujo.Declarou que sua mulher fizera testamento e que não tivera filhos do segundo matrimonio e do primeiro tem a dita defunta uma filha por nome Maria, de 16 anos. Titulo dos Filhos do 1 matr. Maria, de 16 anos TestamentoAos 03-05-1659 rogo a Domingos Machado meu parente e a meu marido Francisco ----- testamenteiros.Sou casada com Francisco Correa sendo eu viuva que primeiro fui casada com o defunto Pedro Lourenço de quem tive uma filha que é viva, por nome Maria.Declaro que se deve a Andre Saraiva de uma cura que me fez.O defunto meu marido Pedro Lourenço me disse que arrecada da parte dos meus irmãos orfãos sete mil rs o qual se verá no inventário de meu pai. Devo oito patacas ao defunto meu irmão Amador Lurenço.Em casas e morada de minha ---- Maria da Cunha nesta vila de S. Paulo.Cumpra-se 05-05-16591- Maria, com 16 anos em 1659.
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]