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Professor Toledo e Mascarenhas Camello salvam ex-escravizado da morte
1 de dezembro de 1894, sábado ver ano
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O cel. Antônio de Mascarenhas Camello e o Professor Francisco de Paula Xavier de Toledo acabam da morte certa o ex-escravo Pedro, da família Mascarenhas, o qual fora há tempos acometido de uma ferida cancorosa na ponta da língua.

O mal progredia de uma maneira pasmosa e já não havia esperanças de salvar o enfermo. Foi então que o Mascarenhas e o Professor Toledo se lembraram de aplicar-lhe um tratamento, que segundo as tradições de família, seria eficaz na cura da terrível moléstia.

Fizeram então um cozimento de figueira do inferno (stramonium), misturaram açúcar, reduziram tudo a um tipo de melado, com o qual friccionaram a ferida muitas vezes no dia.

Após oito dias o inchaço desaparecera da língua, Pedro já podia alimentar-se; e tocando a ferida com um pálido, desprendeu-se uma crosta dura acompanhada de muitíssimos filamentos brancos, em forma de raízes.

Em quinze dias a ferida cicatrizou e a cura foi completa. Em meados de 1896 o mesmo jornal noticiou que o negro ainda vivia completamente são, apresentando m sua língua profundas depressões, vestígio da terrível moléstia; e acrescentando que muitas outras curas tinham sido realizadas pelo mesmo processo.




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