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Celebraram as eséquias do monarca

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Celebraram as eséquias do monarca

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Celebraram as eséquias do monarca


SET.
19
HOJE NA HISTóRIA
64
19 de setembro de 1578, terça-feira
13/11/2025 05:25:26
•  Fontes (1)
  
  


  1ª fonte  
  Data: 13/02/1923
O Sebastianismo na iconografia popular. Pedro Vittorino



Barbosa Machado nas Memórias de El-Rei D. Sebastião refere:

Quando se celebraram as eséquias do monarca (19 de setembro de 1578) ao orador Fr. Miguel dos Santos foi ocultamente dito que reparasse como pregava porque tinha por ouvindo o rei D. Sebastião, de que resultou mandar saber do Cardeal D. Henrique se a oração havia de ser panegirica louvando aquele príncipe como vivo, ou funeral, lamentando-o como morto; e lhe foi respondido que recitasse a oração do modo que a tinha composto.

Este frade, eremita de Santo Agostinho, tendo engendrado no Madrigal, povoação espanhola onde se encontrava, um falso D. Sebastião (o terceiro) em cujo caso envolveu D. Ana da Áustria, originou um drama em que ele foi também sacrificado e levou à prisão perpétua a crédula religiosa (1595).


Nas Lendas Peninsulares, por José de Torres, Tom. II, Lisboa, 1861, a história Rei ou Impostor? romantiza este episódio, baseando-se num manuscrito dos princípios do século XVII, pertencente à biblioteca do Escurial, obra dum jesuíta testemunha da morte do rei fingido.

São curiosas as declarações do eremita incriminado feitas perante o juiz inquiridor, em abono da existência do rei, que se acham expressas no cap. XXI.[p. 11]
[2360]




  1ª fonte  
  Data: 13/02/1923
O Sebastianismo na iconografia popular. Pedro Vittorino



Barbosa Machado nas Memórias de El-Rei D. Sebastião refere:

Quando se celebraram as eséquias do monarca (19 de setembro de 1578) ao orador Fr. Miguel dos Santos foi ocultamente dito que reparasse como pregava porque tinha por ouvindo o rei D. Sebastião, de que resultou mandar saber do Cardeal D. Henrique se a oração havia de ser panegirica louvando aquele príncipe como vivo, ou funeral, lamentando-o como morto; e lhe foi respondido que recitasse a oração do modo que a tinha composto.

Este frade, eremita de Santo Agostinho, tendo engendrado no Madrigal, povoação espanhola onde se encontrava, um falso D. Sebastião (o terceiro) em cujo caso envolveu D. Ana da Áustria, originou um drama em que ele foi também sacrificado e levou à prisão perpétua a crédula religiosa (1595).


Nas Lendas Peninsulares, por José de Torres, Tom. II, Lisboa, 1861, a história Rei ou Impostor? romantiza este episódio, baseando-se num manuscrito dos princípios do século XVII, pertencente à biblioteca do Escurial, obra dum jesuíta testemunha da morte do rei fingido.

São curiosas as declarações do eremita incriminado feitas perante o juiz inquiridor, em abono da existência do rei, que se acham expressas no cap. XXI.[p. 11]
[2360]



EMERSON


19/09/1578
ANO:39
  testando base


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