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Organizando a História

Séculos



*Escrito o poema "Caramuru"
1781, segunda-feira ver ano


 Fontes (1)

\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\7225curiosidade.txt


1º fonte - 2 de fev. de 2016, terça-feira
Universidade de São Paulo; Hdhd

Em 1781, Santa Rita Durão, em sua epopéia Caramuru, ainda testemunhava a sobrevivência do mito no Brasil no final do século XVIII. Nos passos seguintes, o índio Gupeva fala a Diogo Álvares Correia acerca de um profeta que anunciara aos aborígines o Evangelho (“outra lei”), que eles não aceitaram:

Outra lei depois desta é fama antiga, Que observada já foi das nossas gentes, Mas ignoramos hoje a que ela obriga, Porque os nossos maiores, pouco crentes, Achando-a de seus vícios inimiga, Recusaram guardá-la, mal contentes: Mas da memória o tempo não acaba Que pregara Sumé, santo emboaba.

Homem foi de semblante reverendo, Branco de cor e, como tu, barbado, Que desde donde o sol nos vem nascendo, De um filho de Tupã vinha mandado: A pé, sem se afundar (caso estupendo!) Por esse vasto mar tinha chegado; E na santa doutrina que ensinava, Ao caminho dos céus todos chamava.


(Canto 3, LXXX-LXXXI) Assim, Sumé inseria a todos os índios no plano salvífico de Deus, na história da salvação da humanidade.


LUCIA01/01/1781
ANO:22
  


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