Em 1743 a Coroa através de uma Ordem do Conselho Ultramarino proibira a produção de cachaça em Minas Gerais. Este mesmo dispositivo proibia a construção de engenhos de açúcar e aguardente, no entanto, depoimento do governador da capitania Antonio de Noronha de 1777 relata que a determinação vinha sendo burlada. [1]No século XVII, a cana-de-açúcar e a respectiva indústria foram regulares emSorocaba com alguns engenhos, destacando-se os dois Madureiras na fazenda de SãoFrancisco e Américo Antônio Ayres, no Caguaçu. O jornal Cruzeiro do Sul, de 21 deagosto de 1966, descreve o solo como um barro preto ou massapé.
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