Não se sabe ao certo qual era o verdadeiro nome do Bacharel de Cananeia. Muitos historiadores, como Francisco de Varnhagen, acreditam se tratar de Cosme Fernandes, um fidalgo deixado naquela região por Américo Vespúcio em 1502 para assegurar as possessões portuguesas naquela região. Antes de ser transferido para Cananeia, Fernandes teria sido ouvidor-geral em São Tomé e Príncipe, onde estava preso.porém, se aceita que a sentença tenha sido cumprida pela expedição comandada por Gonçalo Coelho, tendo como cartógrafo o florentino Amerigo Vespucci (Américo Vespúcio). Essa expedição saiu de Portugal em 1501 e chegou aqui em 24 de janeiro de 1502, visando reivindicar e demarcar as terras recém descobertas para a coroa portuguesa.Acredita-se que tenham chegado até a ilha do Cardoso, onde, por conta do seu tamanho e extensão, provavelmente pensaram estar em terras continentais onde desembarcaram o Bacharel e chantaram, no lado nordeste da ilha, junto à barra, na ponta do Itacuruçá, um marco de pedra com as quinas portuguesas em alto relevo, em cima das pela cruz de Cristo, juntamente com 2 tenentes, paralelepípedos sem função específica, espécie de escoltas do marco principal. [2]Data de 1502 o primeiro registro documental da formação geográfica santo-amarense, quando duma Expedição de reconhecimento comandada por André Gonçalves e Américo Vespúcio, que ancorou a 22 de Janeiro (daquele ano) na costa ocidental da Ilha Guaibê, nas proximidades da Praia de Santa Cruz dos Navegantes.
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